Poluição
Andam por aí uns pasquins jornaletas que, talvez por falta de assunto sobre a pedofilia, resolveram apontar armas a alguns jogadores de futebol.
O que vale é que pouca gente os leva a sério.
Wednesday, September 17, 2003
Tuesday, September 16, 2003
Deve ser engano
O tirano com o acessório cabeçal mais divertido de todo o continente africano foi deposto. Num instante e sem violência. Mas eu acho que há aqui uma enorme confusão. Não era Kumba Yalá que os revoltosos queriam por a andar. Quem eles queriam despachar era o Camacho: devido ao barrete vermelho e aos místicos pensamentos, os revoltosos confundiram os dois personagens.
O tirano com o acessório cabeçal mais divertido de todo o continente africano foi deposto. Num instante e sem violência. Mas eu acho que há aqui uma enorme confusão. Não era Kumba Yalá que os revoltosos queriam por a andar. Quem eles queriam despachar era o Camacho: devido ao barrete vermelho e aos místicos pensamentos, os revoltosos confundiram os dois personagens.
Monday, September 15, 2003
Mais uma vitória
O SPORTING ganhou mais um jogo. A exibição pode não ter sido das melhores mas, com o relvado naquelas condições, é difícil exigir mais. A equipa mostra que ainda tem um longo caminho a percorrer até se mostrar mais sólida e compacta. Quanto ao relvado... tanto investimento num estádio para se jogar num batatal daqueles. Nem que tenha que se colocar nova relva; o problema tem que ser urgentemente resolvido.
O SPORTING ganhou mais um jogo. A exibição pode não ter sido das melhores mas, com o relvado naquelas condições, é difícil exigir mais. A equipa mostra que ainda tem um longo caminho a percorrer até se mostrar mais sólida e compacta. Quanto ao relvado... tanto investimento num estádio para se jogar num batatal daqueles. Nem que tenha que se colocar nova relva; o problema tem que ser urgentemente resolvido.
Thursday, September 11, 2003
Wednesday, September 10, 2003
Tuesday, September 09, 2003
Chegaram cedo
A trupe do Sr. Reis, - APAF - uma confraria de árbitros que em tempos nos brindou com uma irresponsável greve, talvez por os seus patrões não fazerem a mínima ideia acerca das funções deste tipo de associação, já botou faladura. Até aqui nada de novo; sempre que Dias da Cunha ou alguém do SPORTING diz alguma coisa, estes cavalheiros mandam-se logo à reunião extraordinária, ao manifesto e a outras atitudes que, na altura, lhes venham à cabeça. O que surpreende é que, estando decorridas apenas três jornadas - incompletas, porque dois clubes ainda não jogaram, mas sobre isso o Artur Jorge deve saber mais do que eu - os ex-árbitros cartearam-nos de forma aberta. Fenómeno curioso: de há uns tempos para cá, em Portugal, tratam-se assuntos importantes em cartas abertas publicadas nos jornais... deve ser moda e vai passar. E desta vez, a carta aberta destes senhores, brinda-nos com um recurso estilístico fantástico, digno de detalhada análise hermenêutica: «guerrilheiros de linguagem».
Fui ver e fiquei preocupado. Pois não é que, com toda a turbulência que vai por esse mundo fora, guerrelheiro já não é o mesmo adjectivo de teor romântico que era aplicado a Che Guevara e Xanana Gusmão. E o que me deixou preocupado foi ter verificado que a mim próprio me assenta que nem uma luva a tal expressão. Pois eu também sou dos que não concordam com o modo como a arbitragem está organizada em Portugal; não confio, grosso modo, nos dirigentes a quem ela está entregue; considero a formação dos árbitros portugueses de baixo nível e acho que isto tem reflexos muito negativos no futebol. Ora aí está: sou também um «guerrelheiro da linguagem», um espécie de «força do mal» contra o «templo do bem», tão eficazmente liderado pelo sr. Reis (o tipo deve andar a ver nas CNN as conferências desse outro grande pensador associativo que dá pelo nome de G. Bush).
Pois então aqui fica: antes «guerrelheiro da linguagem» que «soldadinho da situação».
E da próxima vez não se esqueçam do pré-aviso de greve.
A trupe do Sr. Reis, - APAF - uma confraria de árbitros que em tempos nos brindou com uma irresponsável greve, talvez por os seus patrões não fazerem a mínima ideia acerca das funções deste tipo de associação, já botou faladura. Até aqui nada de novo; sempre que Dias da Cunha ou alguém do SPORTING diz alguma coisa, estes cavalheiros mandam-se logo à reunião extraordinária, ao manifesto e a outras atitudes que, na altura, lhes venham à cabeça. O que surpreende é que, estando decorridas apenas três jornadas - incompletas, porque dois clubes ainda não jogaram, mas sobre isso o Artur Jorge deve saber mais do que eu - os ex-árbitros cartearam-nos de forma aberta. Fenómeno curioso: de há uns tempos para cá, em Portugal, tratam-se assuntos importantes em cartas abertas publicadas nos jornais... deve ser moda e vai passar. E desta vez, a carta aberta destes senhores, brinda-nos com um recurso estilístico fantástico, digno de detalhada análise hermenêutica: «guerrilheiros de linguagem».
Fui ver e fiquei preocupado. Pois não é que, com toda a turbulência que vai por esse mundo fora, guerrelheiro já não é o mesmo adjectivo de teor romântico que era aplicado a Che Guevara e Xanana Gusmão. E o que me deixou preocupado foi ter verificado que a mim próprio me assenta que nem uma luva a tal expressão. Pois eu também sou dos que não concordam com o modo como a arbitragem está organizada em Portugal; não confio, grosso modo, nos dirigentes a quem ela está entregue; considero a formação dos árbitros portugueses de baixo nível e acho que isto tem reflexos muito negativos no futebol. Ora aí está: sou também um «guerrelheiro da linguagem», um espécie de «força do mal» contra o «templo do bem», tão eficazmente liderado pelo sr. Reis (o tipo deve andar a ver nas CNN as conferências desse outro grande pensador associativo que dá pelo nome de G. Bush).
Pois então aqui fica: antes «guerrelheiro da linguagem» que «soldadinho da situação».
E da próxima vez não se esqueçam do pré-aviso de greve.
Os do costume
Depois do jogo com os espanhóis, tudo o que é jornalista, comentador e etc. aqui da praça, tratou de arrear cacetada em Scolari. Eu acho que ele bricou com a convocatória; achou que errou durante o jogo porque acho que, no fundo, está muito longe de ser um fora-de-série.
Agora, o tom, algo súbito, de todas estas críticas é manifestamente exagerado: Madaíl também errou com os disparates que diz sempre que abre a boca - e abriu a boca para falar, antes do jogo, sobre o V. Baía; os jogadores falharam porque mostraram uma falta de empenho indecorosa; falharam ainda outros que não interessa para aqui referir, e eu não vejo esses articulistas boleiros a referir o facto.
De uma coisa desconfio: ao ver as caras dos neo-opositores de Scolari, até fico com vontade de defender o treinador brasileiro, algo que até agora ainda não fiz (ver post anterior).
Depois do jogo com os espanhóis, tudo o que é jornalista, comentador e etc. aqui da praça, tratou de arrear cacetada em Scolari. Eu acho que ele bricou com a convocatória; achou que errou durante o jogo porque acho que, no fundo, está muito longe de ser um fora-de-série.
Agora, o tom, algo súbito, de todas estas críticas é manifestamente exagerado: Madaíl também errou com os disparates que diz sempre que abre a boca - e abriu a boca para falar, antes do jogo, sobre o V. Baía; os jogadores falharam porque mostraram uma falta de empenho indecorosa; falharam ainda outros que não interessa para aqui referir, e eu não vejo esses articulistas boleiros a referir o facto.
De uma coisa desconfio: ao ver as caras dos neo-opositores de Scolari, até fico com vontade de defender o treinador brasileiro, algo que até agora ainda não fiz (ver post anterior).
Friday, September 05, 2003
Scolari
Não sou, nem nunca fui, grande adepto de Scolari como treinador. Acho que ele é apenas um treinador mediano, igual a centenas de outros. Acontece é que está muito sobrevalorizado pelo facto de ter sido campeão do mundo, o que, por si só, não pode de modo alguma atestar acerca da grande qualidade de um treinador.
Scolari não chegou em paz ao futebol português. Sobretudo por culpa dos que já cá estavam, mas também por sua culpa. Começou logo com a questão dos vencimentos. O que Scolari solicitou é exagerado para os padrões de Portugal. Claro que Madaíl, fazendo justiça ao que dele sabemos, tratou logo de fazer todo o tipo de cedências, incluindo a questão dos adjuntos. Ainda estamos para ver o problema que o salário de Scolari vai lançar no pós-Scolari: qual é o treinador português que, depois, estará na disponibilidade de trabalhar por 2 mil contos por mês? E um estrangeiro de qualidade também não aceitará trabalhar por menos do que aquilo que Scolari actualmente aufere.
Depois foram os «agentes do futebol». Os «agentes do futebol» são uma espécie de eminência parda que inclui dirigentes, jornalistas, jogadores VIP e outros. Não significam nada de substancial a não ser o facto de fazerem sempre muito barulho em função dos seus interesses pessoais.
E aí é que a coisa foi pior: Pinto da Costa, ainda Scolari não tinha sido contratado, já dizia que não concordava. Quanto aos jornalistas, começaram por falar muito mas, depois, quando deviam falar, ou seja, agora, trataram logo de se calar, abrindo a boca episodicamente apenas para dizer que «sim senhor, está tudo bem».
Pinto da Costa ficou provavelmente chateado com o facto de, daqui em diante, não poder ser voz activa no que diz respeito à convocatória de jogadores. E, a partir daí, tratou logo de arregimentar o papagaio que treina a sua equipa para os ataques ao seleccionador. Alguns com razão, outros sem razão, mas os papagaios são assim mesmo: nunca se calam e acabam sempre por repetir aquilo que o dono diz muitas vezes. O caso Baía não é caso nenhum, como o próprio tratou de demonstrar no jogo contra o Estrela da Amadora: há 3 ou 4 guarda-redes melhores do que ele, mais novos e com menos cagança. (e sem fita no cabelo!)
Os jogadores que têm sido seleccionados não disseram muito mas trataram de, em campo, jogar pela selecção como se aquele fosse o maior frete das suas vidas, o que se tem vindo a reflectir nos resultados desportivos. Resultados estes que não têm sido, nem de longe, nem de perto, positivos. À excepção do jogo com o Brasil o comportamento da selecção tem sido globalmente negativo.
Scolari lá continua, sempre mais preocupado em fazer vincar a sua opinião do que em resolver as questões que importam. O seu objectivo central é afirmar que é «ele que manda», em vez de colocar a selecção a jogar como deve ser. Desde que seja «ele a mandar» está tudo bem.
Há, à vontade, 4 ou 5 selecções europeias bem melhores que a portuguesa, neste momento. Por isso a fasquia está a ser colocada demasiado alto. Os portugueses são especialistas em fasquias elevadas, com os resultados que se tem visto. E não se esqueça Scolari que os jogos do europeu não vão ser arbitrados pelo Paulo Costa nem pelo Olegário; escusa o Deco de se mandar para o chão a toda a hora que isso, no europeu, não vai surtir o efeito que tem aqui no campeonato.
Há ainda a rábula das convocatórias-surpresa com que Scolari tem brindado «os Manéis». Não me parece que isso seja propriamente provocação: entendo que se trata, mais uma vez, de uma maneira de definir a sua posição (nem que para isso tenha que convocar um apanha-bolas). O homem é capaz de tudo apenas para dizer que é ele que manda.
Concluo afirmando que não acredito que a selecção portuguesa se classifique nos 4 primeiros.
Não será só culpa de Scolari, mas isso também não interessa porque no futebol português as culpas morrem sempre solteiras.
Até lá, ao que se afigura, ainda vamos ter mais umas estórias para nos rirmos um pouco.
Não sou, nem nunca fui, grande adepto de Scolari como treinador. Acho que ele é apenas um treinador mediano, igual a centenas de outros. Acontece é que está muito sobrevalorizado pelo facto de ter sido campeão do mundo, o que, por si só, não pode de modo alguma atestar acerca da grande qualidade de um treinador.
Scolari não chegou em paz ao futebol português. Sobretudo por culpa dos que já cá estavam, mas também por sua culpa. Começou logo com a questão dos vencimentos. O que Scolari solicitou é exagerado para os padrões de Portugal. Claro que Madaíl, fazendo justiça ao que dele sabemos, tratou logo de fazer todo o tipo de cedências, incluindo a questão dos adjuntos. Ainda estamos para ver o problema que o salário de Scolari vai lançar no pós-Scolari: qual é o treinador português que, depois, estará na disponibilidade de trabalhar por 2 mil contos por mês? E um estrangeiro de qualidade também não aceitará trabalhar por menos do que aquilo que Scolari actualmente aufere.
Depois foram os «agentes do futebol». Os «agentes do futebol» são uma espécie de eminência parda que inclui dirigentes, jornalistas, jogadores VIP e outros. Não significam nada de substancial a não ser o facto de fazerem sempre muito barulho em função dos seus interesses pessoais.
E aí é que a coisa foi pior: Pinto da Costa, ainda Scolari não tinha sido contratado, já dizia que não concordava. Quanto aos jornalistas, começaram por falar muito mas, depois, quando deviam falar, ou seja, agora, trataram logo de se calar, abrindo a boca episodicamente apenas para dizer que «sim senhor, está tudo bem».
Pinto da Costa ficou provavelmente chateado com o facto de, daqui em diante, não poder ser voz activa no que diz respeito à convocatória de jogadores. E, a partir daí, tratou logo de arregimentar o papagaio que treina a sua equipa para os ataques ao seleccionador. Alguns com razão, outros sem razão, mas os papagaios são assim mesmo: nunca se calam e acabam sempre por repetir aquilo que o dono diz muitas vezes. O caso Baía não é caso nenhum, como o próprio tratou de demonstrar no jogo contra o Estrela da Amadora: há 3 ou 4 guarda-redes melhores do que ele, mais novos e com menos cagança. (e sem fita no cabelo!)
Os jogadores que têm sido seleccionados não disseram muito mas trataram de, em campo, jogar pela selecção como se aquele fosse o maior frete das suas vidas, o que se tem vindo a reflectir nos resultados desportivos. Resultados estes que não têm sido, nem de longe, nem de perto, positivos. À excepção do jogo com o Brasil o comportamento da selecção tem sido globalmente negativo.
Scolari lá continua, sempre mais preocupado em fazer vincar a sua opinião do que em resolver as questões que importam. O seu objectivo central é afirmar que é «ele que manda», em vez de colocar a selecção a jogar como deve ser. Desde que seja «ele a mandar» está tudo bem.
Há, à vontade, 4 ou 5 selecções europeias bem melhores que a portuguesa, neste momento. Por isso a fasquia está a ser colocada demasiado alto. Os portugueses são especialistas em fasquias elevadas, com os resultados que se tem visto. E não se esqueça Scolari que os jogos do europeu não vão ser arbitrados pelo Paulo Costa nem pelo Olegário; escusa o Deco de se mandar para o chão a toda a hora que isso, no europeu, não vai surtir o efeito que tem aqui no campeonato.
Há ainda a rábula das convocatórias-surpresa com que Scolari tem brindado «os Manéis». Não me parece que isso seja propriamente provocação: entendo que se trata, mais uma vez, de uma maneira de definir a sua posição (nem que para isso tenha que convocar um apanha-bolas). O homem é capaz de tudo apenas para dizer que é ele que manda.
Concluo afirmando que não acredito que a selecção portuguesa se classifique nos 4 primeiros.
Não será só culpa de Scolari, mas isso também não interessa porque no futebol português as culpas morrem sempre solteiras.
Até lá, ao que se afigura, ainda vamos ter mais umas estórias para nos rirmos um pouco.
Vale a pena
Trata-se de uma sugestão do pessoal do www.terceiroanel.blogspot.com : o site www.uglyfootballers.com merece uma espreitadela. Afinal há um site sobre futebol em que o Abel Xavier se consegue destacar.
Trata-se de uma sugestão do pessoal do www.terceiroanel.blogspot.com : o site www.uglyfootballers.com merece uma espreitadela. Afinal há um site sobre futebol em que o Abel Xavier se consegue destacar.
Thursday, September 04, 2003
Isto não se faz!
Recibi um mail do Quim Sapateiro, médio-ala das reservas do Arrifana F C. O homem está triste, muito triste. Acreditava que ia ser convocado pelo Scolari e este não o convocou. O Quim diz-me que lá em Arrifana não se fala de outra coisa. «O Scolari até me veio ver jogar! e agora sai a convocatória e... nada. Fiquei desiludido!» Calma Quim, não percas a esperança. Pode ser que da próxima ele te convoque.
Faço aqui uma referência a este caso porque me preocupo com os direitos, liberdades e garantias. Isto não se faz a uma pessoa. Não convocar o Quim Sapateiro para os jogos com a Espanha e a Noruega? Ao ponto a que a falta de respeito chegou!
Recibi um mail do Quim Sapateiro, médio-ala das reservas do Arrifana F C. O homem está triste, muito triste. Acreditava que ia ser convocado pelo Scolari e este não o convocou. O Quim diz-me que lá em Arrifana não se fala de outra coisa. «O Scolari até me veio ver jogar! e agora sai a convocatória e... nada. Fiquei desiludido!» Calma Quim, não percas a esperança. Pode ser que da próxima ele te convoque.
Faço aqui uma referência a este caso porque me preocupo com os direitos, liberdades e garantias. Isto não se faz a uma pessoa. Não convocar o Quim Sapateiro para os jogos com a Espanha e a Noruega? Ao ponto a que a falta de respeito chegou!
Acreditem que é verdade
Imaginem que o vencedor da Superliga - o Porto - para ir à Liga dos Campeões tinha que disputar um jogo com o vencedor da Liga de Honra.
E imaginem que à Taça UEFA iam representantes da Liga de Honra e não os da Superliga.
Parece estranho?
Mas é real. Acontece no andebol em Portugal apenas porque o presidente da Federação de Andebol acha que assim deve ser.
Curiosidade, para finalizar: uma das equipas da 2ª divisão do andebol que foi às competições europeias foi o Benfica. Mas isto não deve ter nada que ver com a questão...
Imaginem que o vencedor da Superliga - o Porto - para ir à Liga dos Campeões tinha que disputar um jogo com o vencedor da Liga de Honra.
E imaginem que à Taça UEFA iam representantes da Liga de Honra e não os da Superliga.
Parece estranho?
Mas é real. Acontece no andebol em Portugal apenas porque o presidente da Federação de Andebol acha que assim deve ser.
Curiosidade, para finalizar: uma das equipas da 2ª divisão do andebol que foi às competições europeias foi o Benfica. Mas isto não deve ter nada que ver com a questão...
Só agora?
O CSD aprovou a suspensão da actividade pública da Federação de Andebol de Portugal. Só falta a ratificação do secretário de estado - veja lá Hermínio se ainda não é desta! - o que significa que a FAP perde os poderes de gestão e de representação da selecção nacional de andebol.
Esta medida peca, a meu ver, em dois aspectos: é tardia e branda. Tardia porque esta situação se arrasta há mais de dois anos com o presidente da FAP a gozar, literalmente, com os vários agentes envolvidos na modalidade. E é branda porque, se contabilizarmos, mesmo que por alto, os custos que esta situação pode ter acarretado para os clubes, verificamos que haveria lugar a um esclarecimento, eventualmente nos tribunais civis. Repare-se: em função das diatribes políticas do presidente da FAP, houve clubes que se viram impedidos de participar nas competições europeias e houve clubes que desinvestiram na modalidade em função da situação de confusão que se vive. E tudo porque há um indivíduo que se julga o dono do andebol em Portugal!
Como é que num país que se quer moderno e desenvolvido uma coisa destas pode acontecer? Por mais argumentos que se invoquem nenhum define a situação. Quem não acompanha de perto o andebol tem muita dificuldade em entender tudo isto. O presidente da FAP tem tido, ao longo dos anos, um comportamento de verdadeiro déspota, decidindo ao sabor das suas vontades de baixa política, acerca de uma coisa que não lhe pertence - a prática da modalidade em Portugal.
Vá-se embora sr. presidente da FAP! Olhe que não fica sem trabalho: talvez o Benfica precise de um seccionista para o andebol.
O CSD aprovou a suspensão da actividade pública da Federação de Andebol de Portugal. Só falta a ratificação do secretário de estado - veja lá Hermínio se ainda não é desta! - o que significa que a FAP perde os poderes de gestão e de representação da selecção nacional de andebol.
Esta medida peca, a meu ver, em dois aspectos: é tardia e branda. Tardia porque esta situação se arrasta há mais de dois anos com o presidente da FAP a gozar, literalmente, com os vários agentes envolvidos na modalidade. E é branda porque, se contabilizarmos, mesmo que por alto, os custos que esta situação pode ter acarretado para os clubes, verificamos que haveria lugar a um esclarecimento, eventualmente nos tribunais civis. Repare-se: em função das diatribes políticas do presidente da FAP, houve clubes que se viram impedidos de participar nas competições europeias e houve clubes que desinvestiram na modalidade em função da situação de confusão que se vive. E tudo porque há um indivíduo que se julga o dono do andebol em Portugal!
Como é que num país que se quer moderno e desenvolvido uma coisa destas pode acontecer? Por mais argumentos que se invoquem nenhum define a situação. Quem não acompanha de perto o andebol tem muita dificuldade em entender tudo isto. O presidente da FAP tem tido, ao longo dos anos, um comportamento de verdadeiro déspota, decidindo ao sabor das suas vontades de baixa política, acerca de uma coisa que não lhe pertence - a prática da modalidade em Portugal.
Vá-se embora sr. presidente da FAP! Olhe que não fica sem trabalho: talvez o Benfica precise de um seccionista para o andebol.
Wednesday, September 03, 2003
Tuesday, September 02, 2003
O livro
Jardel publicou um livro e... o empresário arruinou-lhe a carreira;
Bölöni publicou um livro e... foi «estagiar» para o Rennes;
Simão publicou um livro e... perdeu a braçadeira de capitão no meio daquelas humilhações;
Deco publicou um livro e... ficou «retido» no Porto não indo para o tão desejado Barcelona;
Mourinho publicou um livro e... ora aí está uma das grandes curiosidades da época 2003/04.
Jardel publicou um livro e... o empresário arruinou-lhe a carreira;
Bölöni publicou um livro e... foi «estagiar» para o Rennes;
Simão publicou um livro e... perdeu a braçadeira de capitão no meio daquelas humilhações;
Deco publicou um livro e... ficou «retido» no Porto não indo para o tão desejado Barcelona;
Mourinho publicou um livro e... ora aí está uma das grandes curiosidades da época 2003/04.
Monday, September 01, 2003
O Regresso do Violino
O Violino volta de férias, e em força.
Muitos foram os temas a merecer comentário. Mas acho que o que lá vai, lá vai, por isso aqui estamos nas vésperas de um jogo muito importante para a nossa equipa, e isso é que interessa. Acredito que temos sérias hipóteses de vencer o Porto. A prová-lo está o nervosismo que reina lá para os lados das antas. Vamos em força que temos equipa para ganhar o campeonato.
Às muitas declarações do treinador do Porto nos últimos tempos, o melhor é não dar importância. Trata-se de pseudo-psicologia baratucha capaz de motivar apenas os que têm capacidades intelectuais ao nível da do Mourinho. Acredito que esse tipo de bacuradas ponha um Jorge Costa ou um Derlei a disparatar insultos contra o adversário. Não acredito é que alguém se deixe perturbar com isso.
Mas, aleluia, o rapaz conseguiu dizer uma coisa acertada: disse que não ofendeu o SPORTING. E não ofendeu porque não é um treinador em crise de indentidade,própria da idade,que vai ofender o SPORTING.
Eu sempre o disse: tanta cagança tem que ser para esconder alguma coisa.
O Violino volta de férias, e em força.
Muitos foram os temas a merecer comentário. Mas acho que o que lá vai, lá vai, por isso aqui estamos nas vésperas de um jogo muito importante para a nossa equipa, e isso é que interessa. Acredito que temos sérias hipóteses de vencer o Porto. A prová-lo está o nervosismo que reina lá para os lados das antas. Vamos em força que temos equipa para ganhar o campeonato.
Às muitas declarações do treinador do Porto nos últimos tempos, o melhor é não dar importância. Trata-se de pseudo-psicologia baratucha capaz de motivar apenas os que têm capacidades intelectuais ao nível da do Mourinho. Acredito que esse tipo de bacuradas ponha um Jorge Costa ou um Derlei a disparatar insultos contra o adversário. Não acredito é que alguém se deixe perturbar com isso.
Mas, aleluia, o rapaz conseguiu dizer uma coisa acertada: disse que não ofendeu o SPORTING. E não ofendeu porque não é um treinador em crise de indentidade,própria da idade,que vai ofender o SPORTING.
Eu sempre o disse: tanta cagança tem que ser para esconder alguma coisa.
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