Jogo em Belém
Vamos em força para a perseguição ao título. Do sr. Xistra esperamos que se comporte de maneira correcta, o que seria uma forma de se distanciar do lamaçal que é a arbitragem portuguesa.
Friday, January 23, 2004
Tuesday, January 20, 2004
Friday, January 16, 2004
Sempre a dar nela
O SPORTING estabelece um protocolo com as suas claques de modo a tentar enquandrar, tanto quanto possível, o seu funcionamento. O jornal mais pesado da nossa praça resolve dar destaque de 1ª página afirmando: «claques do SPORTING podem ser punidas», lançando confusão nos leitores. Tudo porque nesse protocolo há a possibilidade de o SPORTING poder tomar medidas em relação às claques. Na semana em que adeptos do Benfica agridem adeptos do SPORTING, convenhamos que não está nada mal: jornalismo do melhor.
O SPORTING estabelece um protocolo com as suas claques de modo a tentar enquandrar, tanto quanto possível, o seu funcionamento. O jornal mais pesado da nossa praça resolve dar destaque de 1ª página afirmando: «claques do SPORTING podem ser punidas», lançando confusão nos leitores. Tudo porque nesse protocolo há a possibilidade de o SPORTING poder tomar medidas em relação às claques. Na semana em que adeptos do Benfica agridem adeptos do SPORTING, convenhamos que não está nada mal: jornalismo do melhor.
Tuesday, January 13, 2004
Distracções
A hilariante Leonor Pinhão - alegria de quem gosta de se rir com quem se leva a sério - resolveu demitir-se de um daqueles cargos que ninguém sabe para que serve e que, pelo que consta, ela desempenhava no Benfica. Tudo isto porque naquela política de gestão que para lá vai se nomeou um novo director de comunicação que ela acha que é do SPORTING. Só não sabemos é o motivo que a levou a desempenhar esse cargo sendo convidada por um presidente que também é sócio do Porto e do SPORTING. Andava distraída a congeminar guiões para escrever na Bola e nem deu por isso.
A hilariante Leonor Pinhão - alegria de quem gosta de se rir com quem se leva a sério - resolveu demitir-se de um daqueles cargos que ninguém sabe para que serve e que, pelo que consta, ela desempenhava no Benfica. Tudo isto porque naquela política de gestão que para lá vai se nomeou um novo director de comunicação que ela acha que é do SPORTING. Só não sabemos é o motivo que a levou a desempenhar esse cargo sendo convidada por um presidente que também é sócio do Porto e do SPORTING. Andava distraída a congeminar guiões para escrever na Bola e nem deu por isso.
Thursday, January 08, 2004
Tuesday, January 06, 2004
Ai é? Que grande surpresa!
Carraça, o presidente do sindicato dos jogadores vai «desempenhar um cargo de relevo na Luz». Ora aí está. O homem que se preocupou tanto com a saúde mental do jogador Mário Jardel, quando este invocou razões que ninguém - além de Carraça e mais dois ou três - percebeu para deixar de jogar pelo clube que lhe pagava, afinal também sabe ser dirigente do outro lado. E eu que pensava que o que motivava esta criatura eram os «supremos interessses» dos jogadores...
Carraça, o presidente do sindicato dos jogadores vai «desempenhar um cargo de relevo na Luz». Ora aí está. O homem que se preocupou tanto com a saúde mental do jogador Mário Jardel, quando este invocou razões que ninguém - além de Carraça e mais dois ou três - percebeu para deixar de jogar pelo clube que lhe pagava, afinal também sabe ser dirigente do outro lado. E eu que pensava que o que motivava esta criatura eram os «supremos interessses» dos jogadores...
O jornalismo a que nos vamos habituando cada vez mais
Depois da vitória do SPORTING no jogo com o Benfica, a imprensa tratou logo de inventar casos: foi para as portas do estádio interrogar os espectadores acerca da arbitragem. Aqueles adeptos do Benfica que ainda tentavam dizer alguma coisa sobre o passeio do Zahovic, as asneiras do Camacho e a habilidade técnica do Luisão, eram logo interrompidos pelo jornas de serviço para que o tema fosse a arbitragem. Se Maomé não vai à montanha vai a montanha a Maomé...
Claro que os tais jornalistas, sempre tão atentos, não viram a mão do Miguel a cortar a bola na área; o golo do Benfica marcado na sequência de uma falta inexistente; a injusta expulsão de Rochemback e a dualidade de critérios na distribuição dos amarelos.
Também... depois da cobertura do caso Casa Pia já nada me surpreende neste jornalismo português.
Depois da vitória do SPORTING no jogo com o Benfica, a imprensa tratou logo de inventar casos: foi para as portas do estádio interrogar os espectadores acerca da arbitragem. Aqueles adeptos do Benfica que ainda tentavam dizer alguma coisa sobre o passeio do Zahovic, as asneiras do Camacho e a habilidade técnica do Luisão, eram logo interrompidos pelo jornas de serviço para que o tema fosse a arbitragem. Se Maomé não vai à montanha vai a montanha a Maomé...
Claro que os tais jornalistas, sempre tão atentos, não viram a mão do Miguel a cortar a bola na área; o golo do Benfica marcado na sequência de uma falta inexistente; a injusta expulsão de Rochemback e a dualidade de critérios na distribuição dos amarelos.
Também... depois da cobertura do caso Casa Pia já nada me surpreende neste jornalismo português.
Monday, December 22, 2003
Wednesday, December 17, 2003
Um pouco de água na fervura
Bastou encurtar a diferença em relação ao Porto que se começou logo a sonhar alto: campeonato para ali, taça para acolá. Nada tenho contra o sonhar alto, pelo contrário, até acho que é isso uma das coisas que falta a este SPORTING: um bocadinho mais de ambição.
Mas o Setúbal tratou de vir a Alvalade colocar a questão em pratos limpos: esta equipa, tal como está, não vai a lado nenhum. Muito me chateia ter que reconhecer isto, mas é verdade.
O que é que ainda é preciso acontecer para que aquele cavalheiro que treina a equipa perceba o que se passa?
É que a paciência já se esgotou há muito.
Bastou encurtar a diferença em relação ao Porto que se começou logo a sonhar alto: campeonato para ali, taça para acolá. Nada tenho contra o sonhar alto, pelo contrário, até acho que é isso uma das coisas que falta a este SPORTING: um bocadinho mais de ambição.
Mas o Setúbal tratou de vir a Alvalade colocar a questão em pratos limpos: esta equipa, tal como está, não vai a lado nenhum. Muito me chateia ter que reconhecer isto, mas é verdade.
O que é que ainda é preciso acontecer para que aquele cavalheiro que treina a equipa perceba o que se passa?
É que a paciência já se esgotou há muito.
Thursday, December 11, 2003
Preocupados
O SPORTING segue em 2º lugar a 5 pontos do 1º. E bastou apenas isto para que alguns manifestassem a sua preocupação. Nunca pensei que isto desse para incomodar tanto. Se eu tivesse uma equipa maravilha (ou maravilhosa) não ligaria nehuma a quem estivesse atrás de mim. Mas enfim, lá sabem porque é que que assustam...
O SPORTING segue em 2º lugar a 5 pontos do 1º. E bastou apenas isto para que alguns manifestassem a sua preocupação. Nunca pensei que isto desse para incomodar tanto. Se eu tivesse uma equipa maravilha (ou maravilhosa) não ligaria nehuma a quem estivesse atrás de mim. Mas enfim, lá sabem porque é que que assustam...
Friday, December 05, 2003
O Futebol português no seu esplendor
A notícia:
"Um grupo de dez autarcas da região Norte manifestou ontem publicamente o seu apoio à recondução de Pinto da Costa na presidência do FC Porto."
Não há maneira de isto endireitar. A pior e a mais prejudicial relação que se pode estabelecer - política e futebol assume aqui os limites. Já todos sabemos que esta relação entre política e futebol serve muito pouco ao futebol e menos ainda ao estado e aos seus cidadãos que pagam impostos para ver o país a funcionar de acordo com a lei. Sempre que aparecem estes "empreiteiros" muito solícitos para ajudar os clubes de futebol é porque daí querem tirar algum dividendo em benefício próprio. Se não, porque é que só esta malta dos enriquecimentos rápidos com negócios de construção e afins é que se disponibiliza para "trabalhar de borla" na gestão dos clubes de futebol?
Aqui a coisa passa dos limites. Trata-se de um conjunto de autarcas, todos com um currículo fértil em relações duvidosas com a malta da bola, a defender a recandidatura de um presidente que por sinal é um dos que melhor usa a sua condição de dirigente de um clube para influenciar, o mais que pode, os resultados eleitorais (veja-se a campanha política anti-Rio posta em marcha de forma tão clara por Pinto da Costa).
Estes políticos não têm nada com que se ocupar? Não há problemas a resolver nas suas autarquias?
Perderam a vergonha. Só falta mesmo colocarem à disposição do tal dirigente que apoiam condições e serviços da sua autarquia, afirmando que se trata do interesse público que está em causa.
Todo isto no país onde esses mesmos dirigentes e autarcas construiram um estádio novo para receber apenas um jogo durante o EURO 2004.
Estamos esclarecidos.
A notícia:
"Um grupo de dez autarcas da região Norte manifestou ontem publicamente o seu apoio à recondução de Pinto da Costa na presidência do FC Porto."
Não há maneira de isto endireitar. A pior e a mais prejudicial relação que se pode estabelecer - política e futebol assume aqui os limites. Já todos sabemos que esta relação entre política e futebol serve muito pouco ao futebol e menos ainda ao estado e aos seus cidadãos que pagam impostos para ver o país a funcionar de acordo com a lei. Sempre que aparecem estes "empreiteiros" muito solícitos para ajudar os clubes de futebol é porque daí querem tirar algum dividendo em benefício próprio. Se não, porque é que só esta malta dos enriquecimentos rápidos com negócios de construção e afins é que se disponibiliza para "trabalhar de borla" na gestão dos clubes de futebol?
Aqui a coisa passa dos limites. Trata-se de um conjunto de autarcas, todos com um currículo fértil em relações duvidosas com a malta da bola, a defender a recandidatura de um presidente que por sinal é um dos que melhor usa a sua condição de dirigente de um clube para influenciar, o mais que pode, os resultados eleitorais (veja-se a campanha política anti-Rio posta em marcha de forma tão clara por Pinto da Costa).
Estes políticos não têm nada com que se ocupar? Não há problemas a resolver nas suas autarquias?
Perderam a vergonha. Só falta mesmo colocarem à disposição do tal dirigente que apoiam condições e serviços da sua autarquia, afirmando que se trata do interesse público que está em causa.
Todo isto no país onde esses mesmos dirigentes e autarcas construiram um estádio novo para receber apenas um jogo durante o EURO 2004.
Estamos esclarecidos.
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