Olha, olha, o sistema emigrou
A avaliar pelo que diz o site oficial do Man United, o sistema mudou-se para os «supermercados» espanhóis. Em Portugal já era tudo muito barato.
Thursday, February 26, 2004
Wednesday, February 25, 2004
Friday, February 20, 2004
Levanta-te e ri
A SIC tem um programa de humor - que eu não costumo ver porque não lhe acho grande piada - que costuma ser transmitido lá mais para o fim da noite. Ontem, porém, a coisa foi transmitida por volta das 21:30. Não sei qual foi o motivo - talvez a qualidade do artista? - do antecipar da hora. Sei apenas que não teve piada nenhuma. Mas ainda há quem lhe ache graça...
A SIC tem um programa de humor - que eu não costumo ver porque não lhe acho grande piada - que costuma ser transmitido lá mais para o fim da noite. Ontem, porém, a coisa foi transmitida por volta das 21:30. Não sei qual foi o motivo - talvez a qualidade do artista? - do antecipar da hora. Sei apenas que não teve piada nenhuma. Mas ainda há quem lhe ache graça...
Monday, February 16, 2004
Wednesday, February 11, 2004
Esclareçam-nos
Foi com tesoura, corta-unhas, x-acto, navalha, alicate corta-arame ou lâmina de barbear?
É que no SPORTING nós estamos muito preocupados e precisamos de saber.
Foi com tesoura, corta-unhas, x-acto, navalha, alicate corta-arame ou lâmina de barbear?
É que no SPORTING nós estamos muito preocupados e precisamos de saber.
Terra de humoristas
Talvez pelo facto de Herman já não ter piada, está a surgir uma nova vaga de candidatos a humoristas do regime. O que é mais curioso é que eles vêm todos da mesma banda; até dá a impressão de que aquilo tem a ver com o ar que se respira, ou com as águas que se bebem. Começa por um tal de Fernando Rocha. Acha a criatura que dizer palavrões com o sotaque lá do sítio é suficiente... não sei se para fazer rir se para o internar de urgência na casa amarela. Também manda uns bitaites sobre bola, mas não sei muito bem o que diz porque costumo fugir a sete pés.
Depois há os humoristas do mundo da bola propriamente dita, embora a dita, para eles, interesse muito pouco. Este é um dos que mais se tem destacado nos últimos tempos; segue o estilo Pinhão mas não tem tanta piada porque arma sempre ao sério. Depois há também este, que procuro não ouvir porque diz sempre o mesmo e o barulho que faz incomoda muito; quem o ouviu uma vez, já ouviu tudo. É daqueles que só mesmo a família é que lhe acha piada porque é também para isso que as famílias servem. Sem dúvida que o mais sério candidato é este. Fala tanto que já ninguém, a não ser os da laia dele, o ouve. Mas é o mais forte candidato; uma espécie de John Kerry do humor portuga.
Talvez pelo facto de Herman já não ter piada, está a surgir uma nova vaga de candidatos a humoristas do regime. O que é mais curioso é que eles vêm todos da mesma banda; até dá a impressão de que aquilo tem a ver com o ar que se respira, ou com as águas que se bebem. Começa por um tal de Fernando Rocha. Acha a criatura que dizer palavrões com o sotaque lá do sítio é suficiente... não sei se para fazer rir se para o internar de urgência na casa amarela. Também manda uns bitaites sobre bola, mas não sei muito bem o que diz porque costumo fugir a sete pés.
Depois há os humoristas do mundo da bola propriamente dita, embora a dita, para eles, interesse muito pouco. Este é um dos que mais se tem destacado nos últimos tempos; segue o estilo Pinhão mas não tem tanta piada porque arma sempre ao sério. Depois há também este, que procuro não ouvir porque diz sempre o mesmo e o barulho que faz incomoda muito; quem o ouviu uma vez, já ouviu tudo. É daqueles que só mesmo a família é que lhe acha piada porque é também para isso que as famílias servem. Sem dúvida que o mais sério candidato é este. Fala tanto que já ninguém, a não ser os da laia dele, o ouve. Mas é o mais forte candidato; uma espécie de John Kerry do humor portuga.
Tuesday, February 10, 2004
Futebol português
A propósito do EURO 2004 muita gente gosta de vir com aquela conversa de mudança, reestruturação e pacificação do futebol local. Esquecem-se que a realidade é bem diferente. O que acontece é que o pai, que manda, vem atacar o ex-sindicalista e ex-dirigente que agora treina porque este atacou o filho que, por sua vez, sucedeu ao pai a dirigir um clube, mas que já disse que a sua carreira não fica por aqui. Isto é que é o futebol português, o verdadeiro. O resto é conversa para desviar as atenções. E, com esta gente, nada irá mudar.
A propósito do EURO 2004 muita gente gosta de vir com aquela conversa de mudança, reestruturação e pacificação do futebol local. Esquecem-se que a realidade é bem diferente. O que acontece é que o pai, que manda, vem atacar o ex-sindicalista e ex-dirigente que agora treina porque este atacou o filho que, por sua vez, sucedeu ao pai a dirigir um clube, mas que já disse que a sua carreira não fica por aqui. Isto é que é o futebol português, o verdadeiro. O resto é conversa para desviar as atenções. E, com esta gente, nada irá mudar.
Monday, February 09, 2004
Que violência!
O nosso velho amigo Eduardo dá-lhe com força. Agora deve vir o outro fazer queixinhas: «vou-me embora, para longe, longe, longe, longe porque os cronistas obesos com afinidades por tudo o que é semiótica francesa não gostam de mim!»
O nosso velho amigo Eduardo dá-lhe com força. Agora deve vir o outro fazer queixinhas: «vou-me embora, para longe, longe, longe, longe porque os cronistas obesos com afinidades por tudo o que é semiótica francesa não gostam de mim!»
Saturday, February 07, 2004
Resposta ao Visconde d'o Lumiar
O prestigiado Visconde coloca a seguinte pergunta num dos jornais do Benfica para o qual escreve: «Para que é que o nosso fantástico lateral esquerdo queria aquela porcaria da camisola do Baía?!!!».
Ora Visconde, isso nem parece seu... a camisola era para limpar a merda que o Mourinho fez.
O prestigiado Visconde coloca a seguinte pergunta num dos jornais do Benfica para o qual escreve: «Para que é que o nosso fantástico lateral esquerdo queria aquela porcaria da camisola do Baía?!!!».
Ora Visconde, isso nem parece seu... a camisola era para limpar a merda que o Mourinho fez.
Friday, February 06, 2004
Thursday, February 05, 2004
Treinador do Porto deve dinheiro ao SPORTING
De acordo com a tabela de preços em vigor para os equipamentos oficiais do SPORTING, a camisola rasgada pelo treinador do Porto tem um preço base de 57.5€. A isto devem-se acrescentar os custos da personalização (nome e número estampado nas costas), o que resulta no valor total de 74.2€. Este indivíduo tem, portanto, uma dívida de 74.2€ ao SPORTING. Cheques só se forem visados.
De acordo com a tabela de preços em vigor para os equipamentos oficiais do SPORTING, a camisola rasgada pelo treinador do Porto tem um preço base de 57.5€. A isto devem-se acrescentar os custos da personalização (nome e número estampado nas costas), o que resulta no valor total de 74.2€. Este indivíduo tem, portanto, uma dívida de 74.2€ ao SPORTING. Cheques só se forem visados.
Relatório do delegado da liga
Um dos delegados da Liga ao jogo SPORTING - Porto afirma ter visto o treinador do Porto a rasgar a camisola de Rui Jorge. Ainda a procissão vai no adro, mas eu já tenho alguma curiosidade em saber o que dizem, agora, aquelas ilustres mentes que trataram de afirmar inequívocamente que o indivíduo não tinha rasgado camisola nenhuma.
Um dos delegados da Liga ao jogo SPORTING - Porto afirma ter visto o treinador do Porto a rasgar a camisola de Rui Jorge. Ainda a procissão vai no adro, mas eu já tenho alguma curiosidade em saber o que dizem, agora, aquelas ilustres mentes que trataram de afirmar inequívocamente que o indivíduo não tinha rasgado camisola nenhuma.
Final da Taça UEFA 2005
O Estádio Alvalade XXI foi o escolhido para receber a final da Taça UEFA em 2005. Havia mais uns quantos candidatos, entre eles mais dois clubes portugueses. Mas a UEFA escolheu o nosso, e escolheu bem, a meu ver. Atendendo às condições proporcionadas aos espectadores, o Alvalade XXI é, sem dúvida alguma, o melhor estádio português.
Claro que isto só foi possível porque a comissão que decidiu é composta na totalidade por sportinguistas radicais que têm a mania que são viscondes, e cuja função no futebol é perseguir o Porto, como diz o Pinhão lá de cima, está bom de ver.
O Estádio Alvalade XXI foi o escolhido para receber a final da Taça UEFA em 2005. Havia mais uns quantos candidatos, entre eles mais dois clubes portugueses. Mas a UEFA escolheu o nosso, e escolheu bem, a meu ver. Atendendo às condições proporcionadas aos espectadores, o Alvalade XXI é, sem dúvida alguma, o melhor estádio português.
Claro que isto só foi possível porque a comissão que decidiu é composta na totalidade por sportinguistas radicais que têm a mania que são viscondes, e cuja função no futebol é perseguir o Porto, como diz o Pinhão lá de cima, está bom de ver.
Wednesday, February 04, 2004
Momento aguardado
Chegou-me ao ouvido a história de que um dos acontecimentos mais hilariantes do futebol português vai ter lugar quando pudermos observar as imagens captadas pelas câmaras na zona de balneários do Estádio Alvalade XXI e as compararmos com as declarações do até ao final da época treinador do Porto.
Chegou-me ao ouvido a história de que um dos acontecimentos mais hilariantes do futebol português vai ter lugar quando pudermos observar as imagens captadas pelas câmaras na zona de balneários do Estádio Alvalade XXI e as compararmos com as declarações do até ao final da época treinador do Porto.
O Porto também já tem Leonor Pinhão
Só faltava mais esta. Como se não bastassse a nossa velha conhecida Leonor Pinhão para nos divertir com os seus delirantes enredos a armar ao guião de cinema, agora também o Porto tem um Pinhão de serviço. Chama-se Sousa Tavares e articula a toda a hora e em todo o lugar. Também tem tempo de antena na TV para a homilia semanal a la Marcelo e acha-se o único a possuir uma visão correcta e imparcial no meio da turba de fanáticos da bola. A sua estratégia criativa é muito semelhante à de Leonor Pinhão: sonha, anota, mistura com a realidade segundo as conveniências do momento e aqui vai artigalhada. Consegue verdadeiras proezas de retórica como aquela de fazer o Porto vítima da arbitragem.
Tenho, porém, que dizer o seguinte: dentro do estilo acho fraco. Confesso que Leonor Pinhão me consegue divertir muito mais; há, em Pinhão, uma crença naquilo que diz, que torna as suas prosas muito mais interessantes. O do Porto é marcado por uma disfarçada inveja - com que então clube de viscondes? - que não tem tanta piada. Ainda assim a história de considerar que o actual treinador do Porto e futuro treinador longe, longe, longe, longe (ele disse 4 vezes) deste país vítima de uma tramóia urdida por esses «viscondes» do SPORTING não é nada má. Pois que continue a tentar para ver se nos consegue continuar a fazer rir.
Só faltava mais esta. Como se não bastassse a nossa velha conhecida Leonor Pinhão para nos divertir com os seus delirantes enredos a armar ao guião de cinema, agora também o Porto tem um Pinhão de serviço. Chama-se Sousa Tavares e articula a toda a hora e em todo o lugar. Também tem tempo de antena na TV para a homilia semanal a la Marcelo e acha-se o único a possuir uma visão correcta e imparcial no meio da turba de fanáticos da bola. A sua estratégia criativa é muito semelhante à de Leonor Pinhão: sonha, anota, mistura com a realidade segundo as conveniências do momento e aqui vai artigalhada. Consegue verdadeiras proezas de retórica como aquela de fazer o Porto vítima da arbitragem.
Tenho, porém, que dizer o seguinte: dentro do estilo acho fraco. Confesso que Leonor Pinhão me consegue divertir muito mais; há, em Pinhão, uma crença naquilo que diz, que torna as suas prosas muito mais interessantes. O do Porto é marcado por uma disfarçada inveja - com que então clube de viscondes? - que não tem tanta piada. Ainda assim a história de considerar que o actual treinador do Porto e futuro treinador longe, longe, longe, longe (ele disse 4 vezes) deste país vítima de uma tramóia urdida por esses «viscondes» do SPORTING não é nada má. Pois que continue a tentar para ver se nos consegue continuar a fazer rir.
Tuesday, February 03, 2004
Genial
Sou da opinião de que a causa profunda dos problemas que afectam o futebol português está na incompetência da generalidade dos dirigentes desportivos e dos políticos que se relacionam com as questões do desporto. Acho sobretudo que o dirigismo nacional vive desajustado dos tempos que correm e lida mal com as saudáveis regras da convivência democrática. Repare-se que no futebol português o discurso caciquista/trauliteiro impera e ainda dá os seus frutos.
Para provar isto estão as recentes declarações do presidente da Liga de Futebol, pessoa que devia ter grandes responsabilidades naquilo que diz e que, em muitas ocasiões, é ele próprio a despoletar controvérsias desnecessárias.
Em face do que se passou em Guimarães no jogo com o Boavista lá veio, mais uma vez, este dirigente brindar-nos com mais uma das suas «geniais» ideias, daquelas que se não viessem de quem vêm nem sequer acreditaríamos no que estávamos a ouvir. Para ele uma das medidas mais eficazes para resolver os problemas do futebol passa por impor uma regra de contenção verbal - que para mim não passa de um eufemismo para o termo censura - de modo a pacificar as hostes. Parece que este cavalheiro anda distraído com outras actividades, daí que eu tenha que lhe explicar algumas coisas simples que ele ainda não foi capaz de entender:
1º As leis do futebol não se podem sobrepor às leis do estado de direito, sendo a Constituição da República o garante máximo destas. Daqui se extrai o seguinte: se a Constituição da República garante o exercício do direito de opinião, tal como a Declaração Universal dos Direitos do Homem, não é um Chico Zé qualquer, esteja em Gondomar ou na Guiné, seja presidente de câmara ou director do grupo excursionista lá da praceta que vai impor tal medida, completamente ilegal e anacrónica. Nos regimes democráticos e entre gente de bons princípios é do debate de ideias e pontos de vista que nascem as soluções. E felizmente AINDA somos uma democracia.
2º Em que termos é que esta hipotética ideia poderia ser aplicada? NInguém sabe. Trata-se de uma ideia tão disparatada que não conseguiríamos sequer perspectivar a sua execução. Se alguém disser que não gosta do bigode de um ábitro? Qual seria a respectiva pena? Andaria um delegado da liga atrás de cada dirigente para saber o que ele diz de um árbitro numa roda de amigos?
3ºO mais importante é procurar resolver os problemas, o mais possível, na sua origem. Ora, os comentários às arbitragens são apenas a etapa final de um problema muito mais profundo: o modo como a arbitragem em Portugal é gerida, e que se traduz no facto de ser actualmente um dos sectores mais desacreditados do futebol português.
Daqui se pode extrair a seguinte conclusão: Não querem que se fale mal dos árbitros? Então criem-se as condições para que isso não aconteça. Dou apenas algumas indicações que certamente contribuíriam para que isto acontecesse: eleições livres e democráticas nos orgãos que dirigem o futebol português em vez de nomeações encapotadas, vagamente escondidas sob a aparência de democraticidade; formação rigorosa dos árbitros em vez daquela história dos cursos de fim-de-semana que não passam, a maior parte das vezes, de encontros de amigos; formação e selecção rigorosa dos delegados aos jogos que têm a tarefa de avaliar o trabalho dos árbitros; publicitação dos critérios rigorosos que norteiam estas avaliações; formação dos dirigentes desportivos - porque é que estes indivíduos acham que não têm nada que aprender?; responsabilização dos árbitros pelos erros cometidos.
Mas enfim, no meio de tudo isto há uma mente genial que entende que isto se resolve com a imposição de um silêncio podre. Assim ficamos a saber que isto, se mudar, será para pior.
Sou da opinião de que a causa profunda dos problemas que afectam o futebol português está na incompetência da generalidade dos dirigentes desportivos e dos políticos que se relacionam com as questões do desporto. Acho sobretudo que o dirigismo nacional vive desajustado dos tempos que correm e lida mal com as saudáveis regras da convivência democrática. Repare-se que no futebol português o discurso caciquista/trauliteiro impera e ainda dá os seus frutos.
Para provar isto estão as recentes declarações do presidente da Liga de Futebol, pessoa que devia ter grandes responsabilidades naquilo que diz e que, em muitas ocasiões, é ele próprio a despoletar controvérsias desnecessárias.
Em face do que se passou em Guimarães no jogo com o Boavista lá veio, mais uma vez, este dirigente brindar-nos com mais uma das suas «geniais» ideias, daquelas que se não viessem de quem vêm nem sequer acreditaríamos no que estávamos a ouvir. Para ele uma das medidas mais eficazes para resolver os problemas do futebol passa por impor uma regra de contenção verbal - que para mim não passa de um eufemismo para o termo censura - de modo a pacificar as hostes. Parece que este cavalheiro anda distraído com outras actividades, daí que eu tenha que lhe explicar algumas coisas simples que ele ainda não foi capaz de entender:
1º As leis do futebol não se podem sobrepor às leis do estado de direito, sendo a Constituição da República o garante máximo destas. Daqui se extrai o seguinte: se a Constituição da República garante o exercício do direito de opinião, tal como a Declaração Universal dos Direitos do Homem, não é um Chico Zé qualquer, esteja em Gondomar ou na Guiné, seja presidente de câmara ou director do grupo excursionista lá da praceta que vai impor tal medida, completamente ilegal e anacrónica. Nos regimes democráticos e entre gente de bons princípios é do debate de ideias e pontos de vista que nascem as soluções. E felizmente AINDA somos uma democracia.
2º Em que termos é que esta hipotética ideia poderia ser aplicada? NInguém sabe. Trata-se de uma ideia tão disparatada que não conseguiríamos sequer perspectivar a sua execução. Se alguém disser que não gosta do bigode de um ábitro? Qual seria a respectiva pena? Andaria um delegado da liga atrás de cada dirigente para saber o que ele diz de um árbitro numa roda de amigos?
3ºO mais importante é procurar resolver os problemas, o mais possível, na sua origem. Ora, os comentários às arbitragens são apenas a etapa final de um problema muito mais profundo: o modo como a arbitragem em Portugal é gerida, e que se traduz no facto de ser actualmente um dos sectores mais desacreditados do futebol português.
Daqui se pode extrair a seguinte conclusão: Não querem que se fale mal dos árbitros? Então criem-se as condições para que isso não aconteça. Dou apenas algumas indicações que certamente contribuíriam para que isto acontecesse: eleições livres e democráticas nos orgãos que dirigem o futebol português em vez de nomeações encapotadas, vagamente escondidas sob a aparência de democraticidade; formação rigorosa dos árbitros em vez daquela história dos cursos de fim-de-semana que não passam, a maior parte das vezes, de encontros de amigos; formação e selecção rigorosa dos delegados aos jogos que têm a tarefa de avaliar o trabalho dos árbitros; publicitação dos critérios rigorosos que norteiam estas avaliações; formação dos dirigentes desportivos - porque é que estes indivíduos acham que não têm nada que aprender?; responsabilização dos árbitros pelos erros cometidos.
Mas enfim, no meio de tudo isto há uma mente genial que entende que isto se resolve com a imposição de um silêncio podre. Assim ficamos a saber que isto, se mudar, será para pior.
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