Começou a saga
Os jornais têm um novo estímulo para a invenção delirante e a consequente venda de papel. Há um lado positivo nisto: na SAD do SPORTING já se percebeu uma das medidas urgentes a tomar, o despedimento do actual treinador. Agora tenham lá calma. Se se despede o treinador é para lá por um que sirva para o que se pretende.
Tuesday, May 04, 2004
Imparáveis
Este bando de apitadores (dourados, claro!) prossegue a sua saga de destruição do futebol português. Dizem que estão «em manutenção», percebe-se porquê. Desta vez lembraram-se de aplicar como medida preventiva a sanção que constitui a pena. Tudo isto porque os Loureiros não gostam do presidente do Guimarães. Vai daí e lembraram-se da ilegalidade de mandar realizar o Guimarães - SPORTING à porta fechada e aplicar uma multa a Pimenta Machado por factos ocorridos à 20ª jornada. O «pensamento» das criaturas foi genioso: o Guimarães precisa de ganhar o jogo, recebe o SPORTING o que pode dar uma boa receita, jogam à porta fechada e lixam-se os dois, ora toma lá! Claro que ainda estamos à espera das punições por declarações a Loureiro, João e a Loureiro, Valentim; basta lembrarmo-nos como estes dois proferiram disparate a torto e a direito cada vez que as coisas não lhes corriam de feição. Mas nada.
É este o futebol português, aquele onde uma liga sem legitimidade moral aplica sanções que não estão previstas na lei só porque lhes apetece. E o poder político a assobiar para o lado; é que esta malta do dirigismo futeboleiro dá muitos votos. Não seria melhor se se dedicassem a isto em vez de chatear a tropa?
Este bando de apitadores (dourados, claro!) prossegue a sua saga de destruição do futebol português. Dizem que estão «em manutenção», percebe-se porquê. Desta vez lembraram-se de aplicar como medida preventiva a sanção que constitui a pena. Tudo isto porque os Loureiros não gostam do presidente do Guimarães. Vai daí e lembraram-se da ilegalidade de mandar realizar o Guimarães - SPORTING à porta fechada e aplicar uma multa a Pimenta Machado por factos ocorridos à 20ª jornada. O «pensamento» das criaturas foi genioso: o Guimarães precisa de ganhar o jogo, recebe o SPORTING o que pode dar uma boa receita, jogam à porta fechada e lixam-se os dois, ora toma lá! Claro que ainda estamos à espera das punições por declarações a Loureiro, João e a Loureiro, Valentim; basta lembrarmo-nos como estes dois proferiram disparate a torto e a direito cada vez que as coisas não lhes corriam de feição. Mas nada.
É este o futebol português, aquele onde uma liga sem legitimidade moral aplica sanções que não estão previstas na lei só porque lhes apetece. E o poder político a assobiar para o lado; é que esta malta do dirigismo futeboleiro dá muitos votos. Não seria melhor se se dedicassem a isto em vez de chatear a tropa?
Monday, May 03, 2004
Plano de insegurança
A polícia portuguesa está cada vez mais profissional, no que toca a protestos. Reclamam, conjuram, pedem e argumentam mas na prática o que se vê é que, com os meios que têm, deviam fazer muito melhor. No jogo do SPORTING, no domingo, resolveram vir para a rua com o seu arsenal de tralha e era vê-los juntos à bombas da BP, com os respectivos cães, naquela pose do «isto agora é a sério». Parecia é que, dada a localização, estavam a guardar o Instituto Ricardo Jorge. No estádio estavam um rapazes de bibe fluorescente, totalmente incapazes de suster a confusão das claques. Aqueles que são pagos para zelar pela segurança das pessoas, ali estiveram, antes durante e depois do jogo, longe dos sítios de potencial confusão. Será medo? Não sei. O que sei é que esta polícia não está minimamente preparada para actuar contra grupos de violência organizada. Mas já estão a tratar das desculpas: não têm meios. Até ameaçam com greves e mais não sei o quê. Não entendem que, tenham os meios que tiverem, não é colocados a 300 ou 400 metros dos locais onde a confusão surge que vão resolver alguma coisa.
A polícia portuguesa está cada vez mais profissional, no que toca a protestos. Reclamam, conjuram, pedem e argumentam mas na prática o que se vê é que, com os meios que têm, deviam fazer muito melhor. No jogo do SPORTING, no domingo, resolveram vir para a rua com o seu arsenal de tralha e era vê-los juntos à bombas da BP, com os respectivos cães, naquela pose do «isto agora é a sério». Parecia é que, dada a localização, estavam a guardar o Instituto Ricardo Jorge. No estádio estavam um rapazes de bibe fluorescente, totalmente incapazes de suster a confusão das claques. Aqueles que são pagos para zelar pela segurança das pessoas, ali estiveram, antes durante e depois do jogo, longe dos sítios de potencial confusão. Será medo? Não sei. O que sei é que esta polícia não está minimamente preparada para actuar contra grupos de violência organizada. Mas já estão a tratar das desculpas: não têm meios. Até ameaçam com greves e mais não sei o quê. Não entendem que, tenham os meios que tiverem, não é colocados a 300 ou 400 metros dos locais onde a confusão surge que vão resolver alguma coisa.
Friday, April 30, 2004
Aguardamos com muito interesse...
Não, não estou a falar do Euro 2004. Também não estou a falar de uma «puesia» do poeta Alegre sobre a corrupção no futebol. Refiro-me ao que tem para dizer a luminária da legalidade em Porugal acerca das novas investigações que por aí andam a ser feitas sobre as relações da política com o futebol, nomeadamente acerca de uns terrenos que foram oferecidos ao FC Porto por um ex-atleta desse clube que ocupou a presidência da Câmara sem ter sido eleito e que, quando foi a eleições, perdeu.
Já agora, faço uma pergunta: quantos artigos é que a criatura escreveu insinuando que o SPORTING tinha sido ilegalmente favorecido pela Câmara Municipal de Lisboa em matéria de trocas de terrenos? Muitos, não foi? Então com tanta artigalhada sobre o assunto, a criatura já deve estar especializada na matéria, o que lhe permitirá explicar convenientemente as tais trocas entre FC Porto e CM Porto.
Não, não estou a falar do Euro 2004. Também não estou a falar de uma «puesia» do poeta Alegre sobre a corrupção no futebol. Refiro-me ao que tem para dizer a luminária da legalidade em Porugal acerca das novas investigações que por aí andam a ser feitas sobre as relações da política com o futebol, nomeadamente acerca de uns terrenos que foram oferecidos ao FC Porto por um ex-atleta desse clube que ocupou a presidência da Câmara sem ter sido eleito e que, quando foi a eleições, perdeu.
Já agora, faço uma pergunta: quantos artigos é que a criatura escreveu insinuando que o SPORTING tinha sido ilegalmente favorecido pela Câmara Municipal de Lisboa em matéria de trocas de terrenos? Muitos, não foi? Então com tanta artigalhada sobre o assunto, a criatura já deve estar especializada na matéria, o que lhe permitirá explicar convenientemente as tais trocas entre FC Porto e CM Porto.
Wednesday, April 28, 2004
Casa cheia
Uma coisa é certa: chega-se ao fim do campeonato e um jogo que serve para muito pouco tem a lotação esgotada. Eu sei que ainda está em causa o 2º lugar mas, sejamos realistas, isto tem um ar de prémio de consolo. Até porque, do 2º lugar até à Liga dos Campeões, ainda vai uma longa distância. A maior parte das vezes difícil de percorrer.
Que ao menos seja um jogo interessante porque, para 90 minutos de chatice, temos mais que fazer.
Uma coisa é certa: chega-se ao fim do campeonato e um jogo que serve para muito pouco tem a lotação esgotada. Eu sei que ainda está em causa o 2º lugar mas, sejamos realistas, isto tem um ar de prémio de consolo. Até porque, do 2º lugar até à Liga dos Campeões, ainda vai uma longa distância. A maior parte das vezes difícil de percorrer.
Que ao menos seja um jogo interessante porque, para 90 minutos de chatice, temos mais que fazer.
Monday, April 26, 2004
Rui Jorge
É triste mas a vontade que dá é a de dizer algumas coisas eventualmente desagradáveis. Vamos esperar pelas conclusões a que a SAD vai chegar - e espero bem que concluam alguma coisa! Não havendo ainda dados definitivos acerca das responsabilidades, vale no entanto a pena deixar algumas notas simples:
Rui Jorge não merece o que lhe fizeram. Isso é para mim o mais importante da questão; como é que vão ressarcir o atleta da macacada que lhe arranjaram?
Sejam quais forem as conclusões a que se chegue, não podemos esconder que o fantasma da incompetência paira cada vez mais por ali. Tanta vontade de profissionalizar e de gerir segundo novos padrões e depois vão ter um esquecimento destes? Não pode ser.
Termino com uma palavra de gratidão ao Rui Jorge: o SPORTING (que é muito mais do que a SAD) sabe bem quem merece a nossa dedicação. E o Rui Jorge é um deles.
É triste mas a vontade que dá é a de dizer algumas coisas eventualmente desagradáveis. Vamos esperar pelas conclusões a que a SAD vai chegar - e espero bem que concluam alguma coisa! Não havendo ainda dados definitivos acerca das responsabilidades, vale no entanto a pena deixar algumas notas simples:
Rui Jorge não merece o que lhe fizeram. Isso é para mim o mais importante da questão; como é que vão ressarcir o atleta da macacada que lhe arranjaram?
Sejam quais forem as conclusões a que se chegue, não podemos esconder que o fantasma da incompetência paira cada vez mais por ali. Tanta vontade de profissionalizar e de gerir segundo novos padrões e depois vão ter um esquecimento destes? Não pode ser.
Termino com uma palavra de gratidão ao Rui Jorge: o SPORTING (que é muito mais do que a SAD) sabe bem quem merece a nossa dedicação. E o Rui Jorge é um deles.
U. Leiria - SPORTING
Muito mau. O SPORTING já pouco se parece com uma equipa de futebol. Cheira a fim de festa; e o 2º lugar ainda não está garantido. Muita coisa tem que ser reequacionada para a época seguinte, se é que queremos melhorar. A equipa do SPORTING tem que render mais do que tem rendido até aqui, sejam quais forem as desculpas.
Muito mau. O SPORTING já pouco se parece com uma equipa de futebol. Cheira a fim de festa; e o 2º lugar ainda não está garantido. Muita coisa tem que ser reequacionada para a época seguinte, se é que queremos melhorar. A equipa do SPORTING tem que render mais do que tem rendido até aqui, sejam quais forem as desculpas.
Friday, April 23, 2004
Já cá faltava
Um dos articulistas do costume botou faladura para defender Pinto da Costa. Outra coisa não seria de esperar. A criatura pugna pela legalidade em todos os sectores, inclusivé atacando o presidente da república a propósito da defesa do meio ambiente, falando sempre como se isto fosse um antro de corruptos onde só ele é que sabe ver as coisas de «maneira correcta». Até aí tudo bem. Nem sequer nos custa partilhar com ele algumas das coisas que diz e escreve.
O que admira é que, sempre que se fala de futebol, fica em suspenso tuda essa fúria de legalidade que lhe dá sempre para «partir de cima a baixo». Repare-se: admite que há tráfico de influências no futebol tal como há em todos os sectores da sociedade. Então, se assim é, porque é que não trata de tomar isso como tema de artigo em vez de descredibilizar as investigações, que é o que tem vindo a fazer por todos os meios desde 3ª feira?
Ele sabe isto tão bem como nós. E por ser experiente nas «coisas» do jornalismo trata de recorrer a truques de retórica - alguns bem elaborados, diga-se - para defender o seu Pinto da Costa. Ao que consta, tem formação jurídica como advogado, deve ser por isso.
Vejamos apenas 2 ou 3 exemplos:
- Dizer que o Gondomar está na 3ª divisão. Trata-se de uma imprecisão deliberada: visa indicar que o Gondomar é um clube de uma divisão muito inferior, querendo afirmar com isso que o assunto não é importante. Ora, feita a desmontagem, o que resta é que o Gondomar é da 2ª B e luta pela ascensão à liga de honra, competição profisssional. Portanto, o assunto não é assim tão pouco relevante. Esta hiperbolização deliberada é um truque retórico barato mas que, se formos ver bem, serve: há pessoas que dirão «deixa lá, isso é de uma divisão inferior». E mesmo sendo de uma divisão inferior, se se trata de uma ilegalidade, deve ter a mesma atenção que a superliga, ou não é assim que funciona o estado de direito?
-Afirmar que a pista Pinto da Costa é uma pista lateral. Mas a quem é que compete defenir o que é uma pista lateral? Não é à polícia e aos tribunais? Ou será que o articulista teve acesso às investigações e já sabe o que é lateral e central? Trata-se aqui de utilizar o truque retórico, mais uma vez barato, de querer centrar tudo numa remota questão Gondomar / D. Sandinenses, por forma a desvalorizar a importância que tem o facto de o presidente da liga e do conselho de arbitragem, entre outros, serem suspeitos, estando também envolvidos presidentes de clubes da superliga como Pinto da costa. É boa a tentativa, caro articulista, mas não colhe.
-Um dos mais interessantes truques é aquele de dizer que não é credível o tráfico de influências entre Valentim e Pinto da Costa porque Pinto da Costa foi oposição à liga e não se dá muito bem com Valentim. Ora, não é preciso ser muito atento a estas coisas da bola para perceber que, em Pinto da Costa, as zangas e as amizades vão sendo construídas ao sabor dos resultados e das eleições para orgãos do futebol. E pergunta-se: em algum momento de relevo esteve Valentim afastado de Pinto da Costa? Valentim, apareceu ou não, sempre que Pinto da Costa precisou? A resposta é óbvia.
E podíamos continuar. Trata-se de um caso de «muita retórica por mestro quadrado». Mas o que espanta mais, no meio de tudo isto, é o facto de já se tratar de uma defesa de quem ainda não foi acusado. Porquê esta ânsia de «provar» que Pinto da Costa e o Porto não são contas deste rosário? Porque tanta decisão ao afirmar que esta investigação é dispensável e inútil? Se está tudo bem lá para os lados das Antas, então que se investigue que quem não deve não teme. Ou não é assim?
Um dos articulistas do costume botou faladura para defender Pinto da Costa. Outra coisa não seria de esperar. A criatura pugna pela legalidade em todos os sectores, inclusivé atacando o presidente da república a propósito da defesa do meio ambiente, falando sempre como se isto fosse um antro de corruptos onde só ele é que sabe ver as coisas de «maneira correcta». Até aí tudo bem. Nem sequer nos custa partilhar com ele algumas das coisas que diz e escreve.
O que admira é que, sempre que se fala de futebol, fica em suspenso tuda essa fúria de legalidade que lhe dá sempre para «partir de cima a baixo». Repare-se: admite que há tráfico de influências no futebol tal como há em todos os sectores da sociedade. Então, se assim é, porque é que não trata de tomar isso como tema de artigo em vez de descredibilizar as investigações, que é o que tem vindo a fazer por todos os meios desde 3ª feira?
Ele sabe isto tão bem como nós. E por ser experiente nas «coisas» do jornalismo trata de recorrer a truques de retórica - alguns bem elaborados, diga-se - para defender o seu Pinto da Costa. Ao que consta, tem formação jurídica como advogado, deve ser por isso.
Vejamos apenas 2 ou 3 exemplos:
- Dizer que o Gondomar está na 3ª divisão. Trata-se de uma imprecisão deliberada: visa indicar que o Gondomar é um clube de uma divisão muito inferior, querendo afirmar com isso que o assunto não é importante. Ora, feita a desmontagem, o que resta é que o Gondomar é da 2ª B e luta pela ascensão à liga de honra, competição profisssional. Portanto, o assunto não é assim tão pouco relevante. Esta hiperbolização deliberada é um truque retórico barato mas que, se formos ver bem, serve: há pessoas que dirão «deixa lá, isso é de uma divisão inferior». E mesmo sendo de uma divisão inferior, se se trata de uma ilegalidade, deve ter a mesma atenção que a superliga, ou não é assim que funciona o estado de direito?
-Afirmar que a pista Pinto da Costa é uma pista lateral. Mas a quem é que compete defenir o que é uma pista lateral? Não é à polícia e aos tribunais? Ou será que o articulista teve acesso às investigações e já sabe o que é lateral e central? Trata-se aqui de utilizar o truque retórico, mais uma vez barato, de querer centrar tudo numa remota questão Gondomar / D. Sandinenses, por forma a desvalorizar a importância que tem o facto de o presidente da liga e do conselho de arbitragem, entre outros, serem suspeitos, estando também envolvidos presidentes de clubes da superliga como Pinto da costa. É boa a tentativa, caro articulista, mas não colhe.
-Um dos mais interessantes truques é aquele de dizer que não é credível o tráfico de influências entre Valentim e Pinto da Costa porque Pinto da Costa foi oposição à liga e não se dá muito bem com Valentim. Ora, não é preciso ser muito atento a estas coisas da bola para perceber que, em Pinto da Costa, as zangas e as amizades vão sendo construídas ao sabor dos resultados e das eleições para orgãos do futebol. E pergunta-se: em algum momento de relevo esteve Valentim afastado de Pinto da Costa? Valentim, apareceu ou não, sempre que Pinto da Costa precisou? A resposta é óbvia.
E podíamos continuar. Trata-se de um caso de «muita retórica por mestro quadrado». Mas o que espanta mais, no meio de tudo isto, é o facto de já se tratar de uma defesa de quem ainda não foi acusado. Porquê esta ânsia de «provar» que Pinto da Costa e o Porto não são contas deste rosário? Porque tanta decisão ao afirmar que esta investigação é dispensável e inútil? Se está tudo bem lá para os lados das Antas, então que se investigue que quem não deve não teme. Ou não é assim?
Thursday, April 22, 2004
Mentiroso
Aquele rapazola que arbitrou o Boavista - SPORTING, não satisfeito com a pilhagem que fez durante os 90 minutos, deu-se ao trabalho de continuar a encomenda depois do jogo terminar, no momento da escrita do relatório. E aconteceu aquilo que já se esperava: aldrabice atrás de aldrabice para justificar a sua incompetente prestação. Pensa ele que as pessoas são parvas como ele e não percebem o que ali se passou.
Nada de novo. Aliás, para completar a «obra», só falta vir o relatório dos observadores atribuir uma excelente nota à prestação da criatura. O costume ao longo dos anos.
Agora pergunta-se: não é por causa disto que alguns «homens do futebol» já estão a ser investigados pelas autoridades competentes? Até onde é que esta gente tem a lata de continuar?
Aquele rapazola que arbitrou o Boavista - SPORTING, não satisfeito com a pilhagem que fez durante os 90 minutos, deu-se ao trabalho de continuar a encomenda depois do jogo terminar, no momento da escrita do relatório. E aconteceu aquilo que já se esperava: aldrabice atrás de aldrabice para justificar a sua incompetente prestação. Pensa ele que as pessoas são parvas como ele e não percebem o que ali se passou.
Nada de novo. Aliás, para completar a «obra», só falta vir o relatório dos observadores atribuir uma excelente nota à prestação da criatura. O costume ao longo dos anos.
Agora pergunta-se: não é por causa disto que alguns «homens do futebol» já estão a ser investigados pelas autoridades competentes? Até onde é que esta gente tem a lata de continuar?
Wednesday, April 21, 2004
And the oscar goes to...
José Guímaro!
Da catadupa de declarações com que ontem fomos prendados, as mais interessantes foram as que saíram da boca de José Guímaro - lembram-se dos quinhentinhos?
Entrevistado em sua casa, esta eminente figura do futebol luso sai-se com esta:
"Não há corrupção no futebol português. O Major Valentim está inocente; sei que é uma pessoa séria porque trabalhei com ele e conheço-o bem."
Se o Guímaro diz, quem somos nós para discordar?
José Guímaro!
Da catadupa de declarações com que ontem fomos prendados, as mais interessantes foram as que saíram da boca de José Guímaro - lembram-se dos quinhentinhos?
Entrevistado em sua casa, esta eminente figura do futebol luso sai-se com esta:
"Não há corrupção no futebol português. O Major Valentim está inocente; sei que é uma pessoa séria porque trabalhei com ele e conheço-o bem."
Se o Guímaro diz, quem somos nós para discordar?
Tuesday, April 20, 2004
Nem assim?
Já todos sabemos que Valentim Loureiro não é para demissões; cargos, para ele, quanto mais melhor, é o seu lema. Mas o presidente da liga, neste momento, não estado ainda acusado, já é suspeito, estando a ser investigado em função disso. Ora, isto é o suficiente para se demitir da presidência da liga de modo a serem convocadas eleições urgentemente. Não venham com a conversa da «presunção de inocência até à constatação da culpa» que isto não passa por aí. Trata-se sim de moralidade, integridade e carácter: resta-lhe a demissão.
Já todos sabemos que Valentim Loureiro não é para demissões; cargos, para ele, quanto mais melhor, é o seu lema. Mas o presidente da liga, neste momento, não estado ainda acusado, já é suspeito, estando a ser investigado em função disso. Ora, isto é o suficiente para se demitir da presidência da liga de modo a serem convocadas eleições urgentemente. Não venham com a conversa da «presunção de inocência até à constatação da culpa» que isto não passa por aí. Trata-se sim de moralidade, integridade e carácter: resta-lhe a demissão.
E agora?
Ponto prévio: hoje é dia 20 de Abril de 2004. Já passaram portanto 19 dias desde o 1 de Abril, dia das mentiras.
Aconteceu qualquer coisa de interessante no futebol português. Parece que a polícia judiciária percebeu finalmente que quem gosta de futebol paga impostos e que, como tal, quer que o estado de direito também chegue aí. Ainda não sabemos no que isto vai dar; até pode não dar em nada de conclusivo. Mas é um sinal. Desde já serve para calar aquelas marias paineleiras que atacam cobardemente Dias da Cunha sempre ele profere declarações sobre a bandalheira a que chegou o futebol português. Serve também para alertar os guilhermes de que o gamanço pode ter um fim; há paixões que têm assim altos e baixos.
E não deixa de ser irónico o facto de se dar 3 dias depois do verdadeiro show de roubalheira que foi o Boavista - SPORTING. Onde havia dirigentes do Porto com chachecóis do Boavista, a direcção de um clube da zona de Benfica a gritar alto nos golos do Boavista e etc.
Aguardam-se desenvolvimentos: uma coisa é certa, dê no que der, no SPORTING sabemos que temos razão: grande parte das competições de futebol em Portugal não são decididas nos relvados.
Ponto prévio: hoje é dia 20 de Abril de 2004. Já passaram portanto 19 dias desde o 1 de Abril, dia das mentiras.
Aconteceu qualquer coisa de interessante no futebol português. Parece que a polícia judiciária percebeu finalmente que quem gosta de futebol paga impostos e que, como tal, quer que o estado de direito também chegue aí. Ainda não sabemos no que isto vai dar; até pode não dar em nada de conclusivo. Mas é um sinal. Desde já serve para calar aquelas marias paineleiras que atacam cobardemente Dias da Cunha sempre ele profere declarações sobre a bandalheira a que chegou o futebol português. Serve também para alertar os guilhermes de que o gamanço pode ter um fim; há paixões que têm assim altos e baixos.
E não deixa de ser irónico o facto de se dar 3 dias depois do verdadeiro show de roubalheira que foi o Boavista - SPORTING. Onde havia dirigentes do Porto com chachecóis do Boavista, a direcção de um clube da zona de Benfica a gritar alto nos golos do Boavista e etc.
Aguardam-se desenvolvimentos: uma coisa é certa, dê no que der, no SPORTING sabemos que temos razão: grande parte das competições de futebol em Portugal não são decididas nos relvados.
Monday, April 19, 2004
Missão cumprida
Ele é o homem indicado para missões destas. É um daqueles que consegue fazer disparates do mais incrível que há sem se incomodar muito. Isto porque, pelas suas actuações ao longo dos últimos anos, já toda a gente percebeu que ele não tem o mínimo de vergonha na cara. Há um jogo que tem que terminar de uma determinada maneira? Bruno Paixão apita porque ele é capaz de resolver a coisa em 5 minutos, como se viu no jogo contra o Boavista. E vai continuar. Com uma brilhante carreira pela frente: o rapaz tem que ser premiado de alguma maneira pelos fretes que vai fazendo por esses estádios fora. E a missão é muito simples: dá pelo nome de código de «Benfica no 2º lugar». Custe o que custar. Nós até já sabemos que tipo de árbitros é que vão ser nomeados para arbitrar os jogos do SPORTING. Porque o Guilherme, desde que largou a bandeirinha, não dorme, nem que tenha que esperar pelas últimas 4 jornadas.
Mas eles já têm solução para isto: uma lei que proíba que se comente tudo o que se relaciona com arbitragens. Muito democrático, à maneira deles, claro.
Se a tropa de futebol não é capaz de por o próprio futebol em ordem, pois que venha alguém de fora. Assim não vão longe, mesmo que consigam por o Benfica a disputar a pré-eliminatória da Liga dos Campeões. Isto, um dia, estoira de vez. E esse dia já esteve mais longe.
Ele é o homem indicado para missões destas. É um daqueles que consegue fazer disparates do mais incrível que há sem se incomodar muito. Isto porque, pelas suas actuações ao longo dos últimos anos, já toda a gente percebeu que ele não tem o mínimo de vergonha na cara. Há um jogo que tem que terminar de uma determinada maneira? Bruno Paixão apita porque ele é capaz de resolver a coisa em 5 minutos, como se viu no jogo contra o Boavista. E vai continuar. Com uma brilhante carreira pela frente: o rapaz tem que ser premiado de alguma maneira pelos fretes que vai fazendo por esses estádios fora. E a missão é muito simples: dá pelo nome de código de «Benfica no 2º lugar». Custe o que custar. Nós até já sabemos que tipo de árbitros é que vão ser nomeados para arbitrar os jogos do SPORTING. Porque o Guilherme, desde que largou a bandeirinha, não dorme, nem que tenha que esperar pelas últimas 4 jornadas.
Mas eles já têm solução para isto: uma lei que proíba que se comente tudo o que se relaciona com arbitragens. Muito democrático, à maneira deles, claro.
Se a tropa de futebol não é capaz de por o próprio futebol em ordem, pois que venha alguém de fora. Assim não vão longe, mesmo que consigam por o Benfica a disputar a pré-eliminatória da Liga dos Campeões. Isto, um dia, estoira de vez. E esse dia já esteve mais longe.
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