V. de Setúbal - SPORTING
Não são precisas muitas palavras para falar de um jogo tão mau por parte do SPORTING. Pelas declarações, parece que jogadores, equipa técnica e dirigentes perceberam a trapalhada que mostraram. O primeiro passo está dado: reconhecer o erro. Esperamos agora pelo segundo: mudar o que tem que ser mudado. Ficamos à espera.
Monday, September 13, 2004
Entretanto...
Um jogo com mais de 60 faltas (adivinhem qual era uma das equipas); expulsões por agressões a colegas; um jogo com 200 espectadores apenas (num estádio novo que custou alguns milhões); porrada nas bancadas protagonizada por indivíduos que são pagos pelos clubes para «os apoiar»; simulações dignas de verdadeiras aulas de representação teatral. A superliga, assim lhe chamam, segue a todo o gás.
Um jogo com mais de 60 faltas (adivinhem qual era uma das equipas); expulsões por agressões a colegas; um jogo com 200 espectadores apenas (num estádio novo que custou alguns milhões); porrada nas bancadas protagonizada por indivíduos que são pagos pelos clubes para «os apoiar»; simulações dignas de verdadeiras aulas de representação teatral. A superliga, assim lhe chamam, segue a todo o gás.
Friday, September 10, 2004
2ª jornada
Vamos a Setúbal. Não vai ser fácil; o Setúbal em casa é sempre uma equipa muito forte. Temos que jogar bem e, sobretudo, exercer forte pressão sobre o adversário, coisa que o SPORTING ainda não está a fazer muito bem. O campeonato é uma prova de regularidade e jogos como estes, no início da época, são sempre muito importantes.
Força SPORTING!
Vamos a Setúbal. Não vai ser fácil; o Setúbal em casa é sempre uma equipa muito forte. Temos que jogar bem e, sobretudo, exercer forte pressão sobre o adversário, coisa que o SPORTING ainda não está a fazer muito bem. O campeonato é uma prova de regularidade e jogos como estes, no início da época, são sempre muito importantes.
Força SPORTING!
Wednesday, September 08, 2004
De volta
Depois de alguns dias de afastamento do futebol português, com o regresso, fica-nos a sensação de que isto não passa de uma verdadeira palhaçada. Refiro-me, em concreto, ao tema desportivo da ocasião: a publicação de mais um livro por parte de Mourinho. Está um tipo à espera de saber as últimas do campeonato, ou até da selecção, e somos prendados com conferências de imprensa e sessões de autógrafos dignas daqueles programas de mau humor mau tipo Malucos do Riso. E o que é que há aqui que se aproveite? Mourinho tratou de fazer um resumo, para um dos canais de televisão, do que este livro tinha de novo face ao anteriormente publicado. E o que toda a gente com dois dedos de testa conclui é o seguinte:
- Mourinho rasgou a camisola do Rui Jorge e, como eu disse há uns tempos atrás, deve o respectivo dinheiro ao SPORTING. Preste-se atenção às declarações da claque que são bem sintomáticas.
- Silvino é estúpido que nem uma porta. Não precisava de o dizer, humilhando um colega seu, até porque já todos o sabíamos, há muitos anos.
- O Plano falhou. Sim porque esta trapalhada das ameaças de morte não é mais do que o que resta de um plano que tinha sido montado por Pinto da Costa para Mourinho poder sair do Porto sem grandes ondas. Inventou-se esse número das ameaças e meteu-se até a claque ao barulho. O que acontece é que, a certa altura, por falha de alguma das partes - Pinto da Costa não acerta sempre - o plano aborta e saltam para os jornais dados avulsos, que só poderiam dar nesta confusão: pior a emenda que o soneto. Agora temos cada um a tentar safar-se da melhor maneira possível - uns com livro, outros com conferências de imprensa - a quererem livrar o pêlo da salganhada em que se meteram. E o mentor da coisa caladinho que nem um rato. Que, para quem o conhece sabe que isso significa que se sente acossado, doutra maneira já estaria para aí a falar a torto e a direito. Tristeza é pensarem que ainda alguém acredita, o que quer que seja, do que andam para aí a dizer. Poupem-nos.
Depois de alguns dias de afastamento do futebol português, com o regresso, fica-nos a sensação de que isto não passa de uma verdadeira palhaçada. Refiro-me, em concreto, ao tema desportivo da ocasião: a publicação de mais um livro por parte de Mourinho. Está um tipo à espera de saber as últimas do campeonato, ou até da selecção, e somos prendados com conferências de imprensa e sessões de autógrafos dignas daqueles programas de mau humor mau tipo Malucos do Riso. E o que é que há aqui que se aproveite? Mourinho tratou de fazer um resumo, para um dos canais de televisão, do que este livro tinha de novo face ao anteriormente publicado. E o que toda a gente com dois dedos de testa conclui é o seguinte:
- Mourinho rasgou a camisola do Rui Jorge e, como eu disse há uns tempos atrás, deve o respectivo dinheiro ao SPORTING. Preste-se atenção às declarações da claque que são bem sintomáticas.
- Silvino é estúpido que nem uma porta. Não precisava de o dizer, humilhando um colega seu, até porque já todos o sabíamos, há muitos anos.
- O Plano falhou. Sim porque esta trapalhada das ameaças de morte não é mais do que o que resta de um plano que tinha sido montado por Pinto da Costa para Mourinho poder sair do Porto sem grandes ondas. Inventou-se esse número das ameaças e meteu-se até a claque ao barulho. O que acontece é que, a certa altura, por falha de alguma das partes - Pinto da Costa não acerta sempre - o plano aborta e saltam para os jornais dados avulsos, que só poderiam dar nesta confusão: pior a emenda que o soneto. Agora temos cada um a tentar safar-se da melhor maneira possível - uns com livro, outros com conferências de imprensa - a quererem livrar o pêlo da salganhada em que se meteram. E o mentor da coisa caladinho que nem um rato. Que, para quem o conhece sabe que isso significa que se sente acossado, doutra maneira já estaria para aí a falar a torto e a direito. Tristeza é pensarem que ainda alguém acredita, o que quer que seja, do que andam para aí a dizer. Poupem-nos.
Wednesday, August 25, 2004
Olha, olha, ganhei um Oscar e nem sabia!
Parece que fui premiado no Concurso I do blog Tetas & Bolas. E graças ao V. Baía. E eu que pensava que este gajo só me dava alegrias quando o via ir bucar a bola dentro da baliza?
Um abraço ao Furball do Tetas & Bolas (um blog absolutamente obrigatório).
Parece que fui premiado no Concurso I do blog Tetas & Bolas. E graças ao V. Baía. E eu que pensava que este gajo só me dava alegrias quando o via ir bucar a bola dentro da baliza?
Um abraço ao Furball do Tetas & Bolas (um blog absolutamente obrigatório).
Ponto da Situação
Parabéns aos nossos (do SPORTING) Francis e Rui. Assim é que é. Já agora, parabéns também para o medalha de ouro no Lançamento do Peso que é um ucraniano atleta do SPORTING. E também para o Sérgio Paulinho.
Não vou poder ver a estreia do SPORTING no campeonato. Espero que corra da melhor maneira possível. Para a semana cá estarei para retomar a regularidade habitual: como já repararam, assunto não falta.
Saudações leoninas.
Parabéns aos nossos (do SPORTING) Francis e Rui. Assim é que é. Já agora, parabéns também para o medalha de ouro no Lançamento do Peso que é um ucraniano atleta do SPORTING. E também para o Sérgio Paulinho.
Não vou poder ver a estreia do SPORTING no campeonato. Espero que corra da melhor maneira possível. Para a semana cá estarei para retomar a regularidade habitual: como já repararam, assunto não falta.
Saudações leoninas.
Também tenho uma cassete
É verdade, encontrei à porta de casa uma cassete BASF Ferro II 60 min. que contém a gravação de um diálogo entre o Eng. Fernando Santos e alguém do Benfica, que passo a reproduzir. Não quero, de modo nenhum, entrar nessa histérica polémica das cassetes roubadas que por aí vai. Mas sinto, para com os leitores deste blog, a obrigação de partilhar tão pertinente conteúdo. É por isso que trancrevo aquilo que ouvi. Aqui vai:
Fernando Santos: Está lá.
Voz de menina: Sport Lisboa e Benfica, boa tarde, em que posso ser útil?
FS: Eu queria falar com quem manda.
VM: Quem manda é o sr. Veiga e ele, neste momento, não está.
FS: Mas onde é que ele anda?
VM: Deve estar no Estoril.
FS: No casino a torrar dinheiro?
VM: Não. Ele deve estar no Estoril-Praia.
FS: Então ele vai assim para a praia sem mais nem menos, é para isso que lhe pagam aí no Benfica?
VM: Nada disso. Ele está no Estoril-Praia que é o clube dele. Aquele que o sr. já treinou; deve andar à procura de treinador porque mandaram embora o que lá estava.
FS: Eu pensava que o clube dele agora era o Benfica. Pode deixar recado?
VM: Sim, tenho aqui uns post-it próprios para recados. Mas se é para se candidatar ao lugar de treinador devo dizer que ainda é cedo porque o Benfica só deve despachar o Mister Trapa lá para o natal.
FS: Não, nada disso que eu agora vou encavar uns gregos. O que eu quero é desancar em vocês.
VM: O quê?
FS: Sim. Fui para a rua por ter dado o 2º lugar ao Benfica e agora vocês vão à pré-eliminatória jogar com aqueles belgas e fazem aquela merda?
VM: Tenha calma Mister Santos.
FS: Calma o caraças. Pensa que nós, os benfiquistas, não ficamos tristes? Uma oportunidade destas pelo cano abaixo... vocês pensam que foi fácil conseguir ficar em terceiro para vocês irem à champions?
VM: Aqui também está tudo muito triste.
FS: E esse Trapattoni põe o Carlitos a titular...
VM: Sabe, é que o Carlitos esteve lesionado e o Mister Trapa nunca o viu jogar. O que conhece dele é pelo que leu na imprensa e julgou que ele era tão bom como diz n'A Bola.
FS: Mas esse Trapattoni veio para cá para fazer fitness ou para treinar a equipa?
VM: Olhe, o clube está muito satisfeito com ele. Ele teve excelentes resultados nos testes médicos.
FS: Bem parecia... Peço-lhe que dê mais um recado ao Veiga: pergunte se ele tenciona fazer ao Benfica o que fez à carreira do Jardel?
VM: Será entregue.
FS: Passe bem.
VM: o sr. também.
Pronto. Aqui fica. Como diria o outro: que se lixe o segredo de justiça. Os meus leitores tinham que ficar a saber do teor destas conversas por ser de relevante interesse público.
É verdade, encontrei à porta de casa uma cassete BASF Ferro II 60 min. que contém a gravação de um diálogo entre o Eng. Fernando Santos e alguém do Benfica, que passo a reproduzir. Não quero, de modo nenhum, entrar nessa histérica polémica das cassetes roubadas que por aí vai. Mas sinto, para com os leitores deste blog, a obrigação de partilhar tão pertinente conteúdo. É por isso que trancrevo aquilo que ouvi. Aqui vai:
Fernando Santos: Está lá.
Voz de menina: Sport Lisboa e Benfica, boa tarde, em que posso ser útil?
FS: Eu queria falar com quem manda.
VM: Quem manda é o sr. Veiga e ele, neste momento, não está.
FS: Mas onde é que ele anda?
VM: Deve estar no Estoril.
FS: No casino a torrar dinheiro?
VM: Não. Ele deve estar no Estoril-Praia.
FS: Então ele vai assim para a praia sem mais nem menos, é para isso que lhe pagam aí no Benfica?
VM: Nada disso. Ele está no Estoril-Praia que é o clube dele. Aquele que o sr. já treinou; deve andar à procura de treinador porque mandaram embora o que lá estava.
FS: Eu pensava que o clube dele agora era o Benfica. Pode deixar recado?
VM: Sim, tenho aqui uns post-it próprios para recados. Mas se é para se candidatar ao lugar de treinador devo dizer que ainda é cedo porque o Benfica só deve despachar o Mister Trapa lá para o natal.
FS: Não, nada disso que eu agora vou encavar uns gregos. O que eu quero é desancar em vocês.
VM: O quê?
FS: Sim. Fui para a rua por ter dado o 2º lugar ao Benfica e agora vocês vão à pré-eliminatória jogar com aqueles belgas e fazem aquela merda?
VM: Tenha calma Mister Santos.
FS: Calma o caraças. Pensa que nós, os benfiquistas, não ficamos tristes? Uma oportunidade destas pelo cano abaixo... vocês pensam que foi fácil conseguir ficar em terceiro para vocês irem à champions?
VM: Aqui também está tudo muito triste.
FS: E esse Trapattoni põe o Carlitos a titular...
VM: Sabe, é que o Carlitos esteve lesionado e o Mister Trapa nunca o viu jogar. O que conhece dele é pelo que leu na imprensa e julgou que ele era tão bom como diz n'A Bola.
FS: Mas esse Trapattoni veio para cá para fazer fitness ou para treinar a equipa?
VM: Olhe, o clube está muito satisfeito com ele. Ele teve excelentes resultados nos testes médicos.
FS: Bem parecia... Peço-lhe que dê mais um recado ao Veiga: pergunte se ele tenciona fazer ao Benfica o que fez à carreira do Jardel?
VM: Será entregue.
FS: Passe bem.
VM: o sr. também.
Pronto. Aqui fica. Como diria o outro: que se lixe o segredo de justiça. Os meus leitores tinham que ficar a saber do teor destas conversas por ser de relevante interesse público.
Saturday, August 21, 2004
É entrar, é entrar que o circo está a começar
A prestação da seleccção olímpica; um jogo oficial disputado com duas bolas diferentes; as conferências de imprensa de Álvaro Magalhães; uma equipa (o SPORTING) que só a uma semana do início do campeonato é que tem o seu plantel completo porque os seus jogadores andaram pelas selecções de sub-12, sub-15, sub-17.5, sub-19, sub-21, sub-23, sub 42 e sub-136; um jogo disputado num batatal de areia num país que gastou milhões e milhões de contos em novos estádios de futebol; a investigação Apito Dourado suspensa; Trapattoni a fazer flexões sempre que vê uma câmara de TV por perto; o estágio, em «período experimental», de del Neri no Porto; um jogo com 68 faltas e quarenta e poucos minutos de tempo útil; as desculpas de José Romão; um semi-analfabeto (Paulo Sousa) nomeado «acessor de comunicação» da Federação Portuguesa de Futebol; um dirigente (Valentim Loureiro), impedido de entrar em estádios de futebol por ordem judicial, num estádio de futebol num dia de jogo... isto e muito mais. Meninos e meninas, senhoras e senhores, o circo voltou à cidade. Não percam (e agora na TVI).
Até para a semana.
A prestação da seleccção olímpica; um jogo oficial disputado com duas bolas diferentes; as conferências de imprensa de Álvaro Magalhães; uma equipa (o SPORTING) que só a uma semana do início do campeonato é que tem o seu plantel completo porque os seus jogadores andaram pelas selecções de sub-12, sub-15, sub-17.5, sub-19, sub-21, sub-23, sub 42 e sub-136; um jogo disputado num batatal de areia num país que gastou milhões e milhões de contos em novos estádios de futebol; a investigação Apito Dourado suspensa; Trapattoni a fazer flexões sempre que vê uma câmara de TV por perto; o estágio, em «período experimental», de del Neri no Porto; um jogo com 68 faltas e quarenta e poucos minutos de tempo útil; as desculpas de José Romão; um semi-analfabeto (Paulo Sousa) nomeado «acessor de comunicação» da Federação Portuguesa de Futebol; um dirigente (Valentim Loureiro), impedido de entrar em estádios de futebol por ordem judicial, num estádio de futebol num dia de jogo... isto e muito mais. Meninos e meninas, senhoras e senhores, o circo voltou à cidade. Não percam (e agora na TVI).
Até para a semana.
Thursday, August 05, 2004
Contratações
Não há nada como esperar pelo início das competições «a sério». De qualquer dos modos uma coisa é certa: dentro das limitações existentes, a SAD do SPORTING actuou de forma rigorosa. Vejamos algumas decisões extremamente positivas: não entrou em loucuras pelo Quaresma; agiu correctamente no caso de Paulo Assunção; não contratou Sérgio Conceição; obteve o regresso de Hugo Viana; contratou um brasileiro de qualidade em circinstâncias bastante propícias (Rogério); não fez regressar Contreras; contratou um chileno a bom preço (vamos ver o que vale o Pinilla); contratou um central jovem e bem referenciado (Enakarhire) e ainda despachou uns quantos que não andavam ali a fazer grande coisa.
A juntar a isto temos ainda a promoção de 4 ou 5 jovens jogadores que, pelo que têm mostrado, prometem vir a ser futebolistas com potencial.
Para o fim fica a melhor decisão tomada pela SAD: a rescisão com Fernando Santos (depois da colossal asneira que foi a sua contratação). Sobre José Peseiro o que se pode dizer é que ainda é muito cedo para tirar conclusões. Uma coisa é certa: a equipa do SPORTING, em campo, já revela uma organização e uma atitude perante o jogo completamente diferente, para melhor, do que o que mostrava na época passada. E isso é um bom começo.
Até daqui a alguns dias.
Não há nada como esperar pelo início das competições «a sério». De qualquer dos modos uma coisa é certa: dentro das limitações existentes, a SAD do SPORTING actuou de forma rigorosa. Vejamos algumas decisões extremamente positivas: não entrou em loucuras pelo Quaresma; agiu correctamente no caso de Paulo Assunção; não contratou Sérgio Conceição; obteve o regresso de Hugo Viana; contratou um brasileiro de qualidade em circinstâncias bastante propícias (Rogério); não fez regressar Contreras; contratou um chileno a bom preço (vamos ver o que vale o Pinilla); contratou um central jovem e bem referenciado (Enakarhire) e ainda despachou uns quantos que não andavam ali a fazer grande coisa.
A juntar a isto temos ainda a promoção de 4 ou 5 jovens jogadores que, pelo que têm mostrado, prometem vir a ser futebolistas com potencial.
Para o fim fica a melhor decisão tomada pela SAD: a rescisão com Fernando Santos (depois da colossal asneira que foi a sua contratação). Sobre José Peseiro o que se pode dizer é que ainda é muito cedo para tirar conclusões. Uma coisa é certa: a equipa do SPORTING, em campo, já revela uma organização e uma atitude perante o jogo completamente diferente, para melhor, do que o que mostrava na época passada. E isso é um bom começo.
Até daqui a alguns dias.
Tuesday, August 03, 2004
O Violino vai de férias - (e só vai fazer umas aparições esporádicas)
Ligeira alteração no ritmo de funcionamento disto: apenas algumas intervenções dispersas, quando a disponibilidade o permitir. Nos princípios de Setembro cá estaremos em força. Para tentar ganhar o campeonato, claro. Até lá, divirtam-se e gozem boas férias, se for caso disso.
Ligeira alteração no ritmo de funcionamento disto: apenas algumas intervenções dispersas, quando a disponibilidade o permitir. Nos princípios de Setembro cá estaremos em força. Para tentar ganhar o campeonato, claro. Até lá, divirtam-se e gozem boas férias, se for caso disso.
Monday, August 02, 2004
Coerência, acima de tudo
Este rapaz, que esteve a um passo de poder jogar no SPORTING, optou, no meio de um processo muito mal contado, por ir «jogar» para o Porto. Dizia ele que ali é que sim senhor e pois então. Afinal de contas, parece que vai jogar para a Grécia. De indispesável a dispensado. Sim, todos sabemos que Pinto da Costa o contratou, não para o impedir de ir para o SPORTING, mas porque precisava dele. «Brilhante» acto de gestão: será que os accionistas da SAD do Porto, minimamente inteligentes, acham o mesmo?
Este rapaz, que esteve a um passo de poder jogar no SPORTING, optou, no meio de um processo muito mal contado, por ir «jogar» para o Porto. Dizia ele que ali é que sim senhor e pois então. Afinal de contas, parece que vai jogar para a Grécia. De indispesável a dispensado. Sim, todos sabemos que Pinto da Costa o contratou, não para o impedir de ir para o SPORTING, mas porque precisava dele. «Brilhante» acto de gestão: será que os accionistas da SAD do Porto, minimamente inteligentes, acham o mesmo?
Friday, July 30, 2004
"Perceber de futebol"
A classe jornalística não gosta de ser criticada. Estão sempre a lembrar aos outros que estão sujeitos a críticas mas quando é com eles, multiplicam-se em desculpas e nunca são culpados de nada. Depois do Euro, incomodados com algumas críticas justas que foram feitas ao patrioteirismo saloio da grande maioria, desataram a disparar para todo o lado, numa atitude clara de quem enfiou a carapuça. Das várias desculpas que invocam vou referir a que me parece a mais descabida: a de que são criticados por gente que não «percebe nada de futebol». Mais um comportamento próprio de quem se sente acossado. Ora, segundo estas impolutas criaturas o que é «perceber de futebol»? Parece incrível mas, para eles, «perceber de futebol» é ser do grupo. Senão vejamos: será que «perceber de futebol» é possuir qualificações ao nível técnico da própria modalidade? Não parece, 99% dos tais que «percebem de futebol» não têm qualificação técnica nenhuma na matéria. Alguns nem em jornalismo têm qualificações, desempenhando essas funções apenas porque começaram como tarefeiros do jornal e, como gostavam de bola, ao fim de uns anos lá começaram a escrever. Será que perceber de futebol é ter sido jogador de futebol? Não consta que a maior parte dos escribas que por aí andam o tenham sido. E ainda para mais, há excelentes técnicos que como jogadores pouco fizeram - Mourinho, por exemplo.
Depois de observar por alto o currículo dos tais sábios da bola, o que se verifica é que, em rigor, eles «percebem» tanto de futebol como aqueles que eles dizem que não «percebem» nada. Ou seja: trabalham como jornalistas desportivos porque se interessam por desporto, gostam, vêem muito e, a partir daí, acham que isso é suficiente para os qualificar. Ora, o que acontece é que há muita gente que gosta, vê e, na nalguns casos, até entende tecnicamente do assunto. Mas esses, segundo a classe jornaleira, não «percebem» nada de futebol, porque não fazem parte do grupo. Em certas áreas do jornalismo, como o económico, por exemplo, é regularmente exigido ao jornalista que, para além de formação em jornalismo, também tenha formação na área da economia. Porque raio é que para se ser jornalista desportivo basta ter jogado com os outros putos lá da praceta? O mesmo acontece em com os supostos jornalistas da área da cultura: basta-lhes gostar de ver filmes para escrevinharem uns disparates sobre cinema e basta-lhes ter tido uma manhosa banda aos 15 anos para se acharem críticos musicais. O país que temos. Mas voltando aos jornalistas da bola, basta atentar um pouco no que eles dizem e escrevem para imediatamente se perceber que o que eles acham que é «perceber de futebol» não passa de uma pseudo-sabedoria assente em meia-dúzia de larachas das que se atiram para a mesa do café. Dissertam sobre o 4-4-2 e o 4-3-3 como quem conta a tabuada e passam a 2ª parte inteira a tentar adivinhar as substituições como se de um concurso se tratasse: ganha o que acertar em mais jogadores substituídos.
A sua suposta sapiência futebolística assenta, afinal, sobre nada, ou sobre muito pouco. Claro que toda a gente manda bitaites. Mas em casa e no café é uma coisa, na televisão, na rádio e nos jornais perante tanta gente é outra. O que dizem, muitas vezes, está ao nível do verdadeiramente anedótico como as recentes transmissões do Euro mostraram. Mas eles «percebem de futebol» e, como tal, são eles que têm razão. Os outros não passam de incultos adeptos que de bola não sabem nada. Esses ignorantes...
A classe jornalística não gosta de ser criticada. Estão sempre a lembrar aos outros que estão sujeitos a críticas mas quando é com eles, multiplicam-se em desculpas e nunca são culpados de nada. Depois do Euro, incomodados com algumas críticas justas que foram feitas ao patrioteirismo saloio da grande maioria, desataram a disparar para todo o lado, numa atitude clara de quem enfiou a carapuça. Das várias desculpas que invocam vou referir a que me parece a mais descabida: a de que são criticados por gente que não «percebe nada de futebol». Mais um comportamento próprio de quem se sente acossado. Ora, segundo estas impolutas criaturas o que é «perceber de futebol»? Parece incrível mas, para eles, «perceber de futebol» é ser do grupo. Senão vejamos: será que «perceber de futebol» é possuir qualificações ao nível técnico da própria modalidade? Não parece, 99% dos tais que «percebem de futebol» não têm qualificação técnica nenhuma na matéria. Alguns nem em jornalismo têm qualificações, desempenhando essas funções apenas porque começaram como tarefeiros do jornal e, como gostavam de bola, ao fim de uns anos lá começaram a escrever. Será que perceber de futebol é ter sido jogador de futebol? Não consta que a maior parte dos escribas que por aí andam o tenham sido. E ainda para mais, há excelentes técnicos que como jogadores pouco fizeram - Mourinho, por exemplo.
Depois de observar por alto o currículo dos tais sábios da bola, o que se verifica é que, em rigor, eles «percebem» tanto de futebol como aqueles que eles dizem que não «percebem» nada. Ou seja: trabalham como jornalistas desportivos porque se interessam por desporto, gostam, vêem muito e, a partir daí, acham que isso é suficiente para os qualificar. Ora, o que acontece é que há muita gente que gosta, vê e, na nalguns casos, até entende tecnicamente do assunto. Mas esses, segundo a classe jornaleira, não «percebem» nada de futebol, porque não fazem parte do grupo. Em certas áreas do jornalismo, como o económico, por exemplo, é regularmente exigido ao jornalista que, para além de formação em jornalismo, também tenha formação na área da economia. Porque raio é que para se ser jornalista desportivo basta ter jogado com os outros putos lá da praceta? O mesmo acontece em com os supostos jornalistas da área da cultura: basta-lhes gostar de ver filmes para escrevinharem uns disparates sobre cinema e basta-lhes ter tido uma manhosa banda aos 15 anos para se acharem críticos musicais. O país que temos. Mas voltando aos jornalistas da bola, basta atentar um pouco no que eles dizem e escrevem para imediatamente se perceber que o que eles acham que é «perceber de futebol» não passa de uma pseudo-sabedoria assente em meia-dúzia de larachas das que se atiram para a mesa do café. Dissertam sobre o 4-4-2 e o 4-3-3 como quem conta a tabuada e passam a 2ª parte inteira a tentar adivinhar as substituições como se de um concurso se tratasse: ganha o que acertar em mais jogadores substituídos.
A sua suposta sapiência futebolística assenta, afinal, sobre nada, ou sobre muito pouco. Claro que toda a gente manda bitaites. Mas em casa e no café é uma coisa, na televisão, na rádio e nos jornais perante tanta gente é outra. O que dizem, muitas vezes, está ao nível do verdadeiramente anedótico como as recentes transmissões do Euro mostraram. Mas eles «percebem de futebol» e, como tal, são eles que têm razão. Os outros não passam de incultos adeptos que de bola não sabem nada. Esses ignorantes...
Thursday, July 29, 2004
Foguetório
Os dirigentes do Corinthians acham-se muito espertos. Pensam que podem dizer o que lhes vem à cabeça porque nada lhes acontece. Depois de o SPORTING ter contratado Liedson no ano passado, vieram invocar histórias mal amanhadas às quais o tribunal, como se esperava não deu razão. Este ano lembraram-se do mesmo a propósito de Rogério: somos um clube de piratas e mais insulto para ali e mais isulto para acolá. O tribunal deu razão ao jogador. E agora pergunta-se: não será que os piratas são aqueles que pretendem manter um jogador não lhe pagando o que lhe devem?
Os dirigentes do Corinthians acham-se muito espertos. Pensam que podem dizer o que lhes vem à cabeça porque nada lhes acontece. Depois de o SPORTING ter contratado Liedson no ano passado, vieram invocar histórias mal amanhadas às quais o tribunal, como se esperava não deu razão. Este ano lembraram-se do mesmo a propósito de Rogério: somos um clube de piratas e mais insulto para ali e mais isulto para acolá. O tribunal deu razão ao jogador. E agora pergunta-se: não será que os piratas são aqueles que pretendem manter um jogador não lhe pagando o que lhe devem?
Wednesday, July 28, 2004
O Boavista já tem companhia
Depois de ter visto parte do jogo do Porto contra uma daquelas equipas belgas com nome de medicamento, deu para verificar que o próximo campeonato, em termos de porrada da grossa, promete. Não fosse o árbitro ter sido simpático com os vencedores da Liga dos Campeões e estes tinham acabado o jogo, no mínimo, com menos três jogadores. Mas o que mais salta à vista é ver uma das melhores equipas da Europa, de um momento para o outro, a jogar à Boavista dos bons velhos tempos do Pacheco - quando a ordem era arrear paulada em todo o adversário que aparecesse pela frente.
É uma estratégia, claro. Sabendo nós como é que são as arbitragens dos jogos do Porto aqui em Portugal, a ideia de del Neri é capaz de nem estar completamente errada: este tipo de futebol, com a habitual condescendência dos Costas, Ferreiras e Paratys, até é capaz de resultar.
Depois de ter visto parte do jogo do Porto contra uma daquelas equipas belgas com nome de medicamento, deu para verificar que o próximo campeonato, em termos de porrada da grossa, promete. Não fosse o árbitro ter sido simpático com os vencedores da Liga dos Campeões e estes tinham acabado o jogo, no mínimo, com menos três jogadores. Mas o que mais salta à vista é ver uma das melhores equipas da Europa, de um momento para o outro, a jogar à Boavista dos bons velhos tempos do Pacheco - quando a ordem era arrear paulada em todo o adversário que aparecesse pela frente.
É uma estratégia, claro. Sabendo nós como é que são as arbitragens dos jogos do Porto aqui em Portugal, a ideia de del Neri é capaz de nem estar completamente errada: este tipo de futebol, com a habitual condescendência dos Costas, Ferreiras e Paratys, até é capaz de resultar.
Monday, July 26, 2004
Pinilla
Devo começar por dizer que não gosto muito de jogadores chilenos. Salvo uma ou outra excepções, são uma espécie de argentinos de 2ª e de 3ª. Por outro lado, este jogador vem rotulado como grande craque mas nos clubes por onde passou não mostrou grande coisa.
Eu dou o benefício da dúvida. Cabe-lhe a ele trabalhar e cumprir com o que se lhe pede, mostrando assim que estavam enganados todos aqueles que colocavam dúvidas quanto às suas potencialidades.
Força Pinilla! (e boa sorte)
Devo começar por dizer que não gosto muito de jogadores chilenos. Salvo uma ou outra excepções, são uma espécie de argentinos de 2ª e de 3ª. Por outro lado, este jogador vem rotulado como grande craque mas nos clubes por onde passou não mostrou grande coisa.
Eu dou o benefício da dúvida. Cabe-lhe a ele trabalhar e cumprir com o que se lhe pede, mostrando assim que estavam enganados todos aqueles que colocavam dúvidas quanto às suas potencialidades.
Força Pinilla! (e boa sorte)
Friday, July 23, 2004
Atenção, ele vale 18 milhões de contos!
Quem é que manda ir comprar passaportes ao Martin Moniz?
PS: Da próxima vez que quiserem sair duma destas trapalhadas em se metem a toda a hora, arranjem, ao menos, um desculpa um bocado mais inteligente (eu sei que isso nesse clube é difícil), porque essa dos dois passaportes... não convence ninguém.
Quem é que manda ir comprar passaportes ao Martin Moniz?
PS: Da próxima vez que quiserem sair duma destas trapalhadas em se metem a toda a hora, arranjem, ao menos, um desculpa um bocado mais inteligente (eu sei que isso nesse clube é difícil), porque essa dos dois passaportes... não convence ninguém.
Thursday, July 22, 2004
O melhor é o pós-jogo
Num certo clube da zona de Benfica a parte melhor vem no fim. Os jogos são insuportavelmente chatos mas os adeptos tratam de os animar quando menos se espera. Espectáculo garantido. Na TVI, claro. Só mesmo assim é que conseguem suscitar algum interesse. Porque no que diz respeito a futebol...
Num certo clube da zona de Benfica a parte melhor vem no fim. Os jogos são insuportavelmente chatos mas os adeptos tratam de os animar quando menos se espera. Espectáculo garantido. Na TVI, claro. Só mesmo assim é que conseguem suscitar algum interesse. Porque no que diz respeito a futebol...
Wednesday, July 21, 2004
Nesses assuntos eles são especialistas
Segundo alguma imprensa internacional a contratação de Seitaridis não é bem como Pinto da Costa a conta. Parece até que o jogador não tem contrato assinado com o Porto, ao contrário do que se diz por aí.
E o Real Madrid, interessado no jogador desde o Euro, resolveu avançar para a sua contratação, numa tentativa de proceder a um «desvio na rota».
Eu julgo que o Porto não terá grandes dificuldades em segurar o grego. «Desvios de rota» deste tipo é matéria na qual os dirigentes do Porto já são versados há muito tempo. Ou não foi desta maneira que um tal de Paulo Assunção foi parar às Antas?
Segundo alguma imprensa internacional a contratação de Seitaridis não é bem como Pinto da Costa a conta. Parece até que o jogador não tem contrato assinado com o Porto, ao contrário do que se diz por aí.
E o Real Madrid, interessado no jogador desde o Euro, resolveu avançar para a sua contratação, numa tentativa de proceder a um «desvio na rota».
Eu julgo que o Porto não terá grandes dificuldades em segurar o grego. «Desvios de rota» deste tipo é matéria na qual os dirigentes do Porto já são versados há muito tempo. Ou não foi desta maneira que um tal de Paulo Assunção foi parar às Antas?
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