Assim não
Vou ser breve porque as palavras para descrever tamanha borrada começam a rarear. José Peseiro mostrou que não tem capacidade para fazer do plantel do SPORTING uma equipa vencedora e capaz de lutar pelas competições em que entra. Aquilo não é uma equipa, é um grupo de rapazes que jogam à bola; há grande diferença. Não venham com a conversa de que Peseiro é um bom treinador, jovem e que já deu mostras de ser capaz de assumir tais funções: isso é paleio de jornalistas, sempre com esse tipo de compromissos.
O que interessa mesmo é que Peseiro não é capaz de treinar a equipa do SPORTING. E, como tal, deve ceder o seu lugar. Quanto à direcção, tem que ser capaz de gerir situações difíceis como esta. E neste momento essa mesma direcção prima pela ausência: porque , para mim, falar na estabilidade e na confiança no «jovem técnico» é, neste momento, não enfrentar a realidade dos factos.
E, para finalizar, o disparate supremo é o facto de se dar o jogo contra o Estoril como a última possibilidade de continuação de Peseiro. Parece apenas o adiamento do inevitável. Vejamos, se Peseiro não conseguiu montar uma equipa em 3 meses não vai ser agora nos 15 dias antes do jogo que o vai fazer. Aliás, agora é que se tomam as medidas; não é daqui por um mês quando tivermos que disputar jogos teoricamente mais difíceis. Fica a questão: se ganharmos ao Estoril adia-se por mais quanto tempo, um semana?
As direcções são eleitas para tomarem decisões mas também para darem a cara perante as situações adversas. Que era o que José Eduardo Bettencourt sempre fez e estes senhores agora não estão a fazer. Depois do que se passou com o União de Leiria «envia-se» para a sala de imprensa um jogador e o treinador?
Temos o direito de exigir que a SAD, de viva voz, nos diga: não alteramos a nossa estratégia porque acreditamos que é a correcta. Depois, cada um de nós tirará as suas ilacções.
Wednesday, October 06, 2004
Monday, October 04, 2004
SPORTING - U. de Leiria
Já não há paciência para as declarações de José Peseiro. Tudo aquilo parece deslocado da realidade: nem sei muito bem de que equipa e de que jogos é que ele anda a falar. Se ele quer ser ouvido só tem um caminho: começar a jogar futebol, lutar a sério e ganhar jogos. Doutra maneira, pode fazer todo o tipo de declarações que lhe venham à cabeça que só estará a prejudicar-se ainda mais.
Tem hoje uma oportunidade de mudar o rumo. Sim, mudar. Porque, ao contrário do que ele pensa, a equipa não está nada no «bom caminho». Portanto, ou muda a direcção da equipa ou é ele que é mudado. Por mais garantias de continuidade que a direcção lhe dê.
Força SPORTING!
Já não há paciência para as declarações de José Peseiro. Tudo aquilo parece deslocado da realidade: nem sei muito bem de que equipa e de que jogos é que ele anda a falar. Se ele quer ser ouvido só tem um caminho: começar a jogar futebol, lutar a sério e ganhar jogos. Doutra maneira, pode fazer todo o tipo de declarações que lhe venham à cabeça que só estará a prejudicar-se ainda mais.
Tem hoje uma oportunidade de mudar o rumo. Sim, mudar. Porque, ao contrário do que ele pensa, a equipa não está nada no «bom caminho». Portanto, ou muda a direcção da equipa ou é ele que é mudado. Por mais garantias de continuidade que a direcção lhe dê.
Força SPORTING!
Friday, October 01, 2004
Rapid de Viena - SPORTING
Jogo desinteressante. Futebol muito fraquinho, ao nível do que se (não) tem jogado nos últimos tempos. Vale o facto de termos passado para a fase seguinte. Nem contra uma equipa tão fraca como o Rapid, que joga muito pior do que Rio Ave e V. de Setúbal, se aproveitou a oportunidade para demostrar alguma consistência em termos de futebol. Não sei se nos próximos tempos apanhamos com um adversário assim tão fraquinho. Os problemas voltaram a ser os mesmos: ataque inoperante, meio campo confuso que quebra a equipa e defesa que tem «brancas» daquelas que dão para o torto. Junte-se a isto a irregularidade na constituição do onze e temos uma equipa completamente espartilhada. Acerca da constante imprevisibilidade da equipa do SPORTING, sugiro a criação de um novo jogo: o TotoSporting. O objectivo será acertar nos onze jogadores que entram em campo jornada a jornada... não é fácil.
Jogo desinteressante. Futebol muito fraquinho, ao nível do que se (não) tem jogado nos últimos tempos. Vale o facto de termos passado para a fase seguinte. Nem contra uma equipa tão fraca como o Rapid, que joga muito pior do que Rio Ave e V. de Setúbal, se aproveitou a oportunidade para demostrar alguma consistência em termos de futebol. Não sei se nos próximos tempos apanhamos com um adversário assim tão fraquinho. Os problemas voltaram a ser os mesmos: ataque inoperante, meio campo confuso que quebra a equipa e defesa que tem «brancas» daquelas que dão para o torto. Junte-se a isto a irregularidade na constituição do onze e temos uma equipa completamente espartilhada. Acerca da constante imprevisibilidade da equipa do SPORTING, sugiro a criação de um novo jogo: o TotoSporting. O objectivo será acertar nos onze jogadores que entram em campo jornada a jornada... não é fácil.
Podem não ter jeito para jogar à bola mas de negócios percebem eles
Apanhados na imprensa:
"Câmara de Gaia oferece benesses ao FC Porto num negócio com contornos pouco claros"
"EPUL Perde 2,5 Milhões de Euros no Negócio com o Benfica"
Benfica e Porto jogam, neste momento, tanto como o SPORTING, ou seja, quase nada. Em matéria de arbitragens, não vale a pena dizer grande coisa. Prefiro que seja o João Tomás e aquele gajo do Estoril que ia a correr para a baliza do Baía e foi rasteirado por trás com o árbitro a mandar seguir que digam alguma coisa.
Mas no que respeita a esperteza-saloia negocial, essa actividade que a maior parte dos dirigentes futeboleiros portugueses tão bem pratica, temos que reconhecer que os dois do costume estão em grande forma. Claro que estas notícias surgem de mansinho, apenas nalguns jornais e em dias de jogos com grandes equipas mundiais como o Dukla Bystrica. Convém não fazer grandes ondas: se o Benfica anda mal , mais de metade do governo fica triste e isso não deve ser nada bom. E no Porto, a mesma coisa. Portanto, continuaremos todos a assistir a esta madeirização de algumas zonas do continente. Que é para o Avelino poder dizer: «não faço nada que os outros não façam».
Apanhados na imprensa:
"Câmara de Gaia oferece benesses ao FC Porto num negócio com contornos pouco claros"
"EPUL Perde 2,5 Milhões de Euros no Negócio com o Benfica"
Benfica e Porto jogam, neste momento, tanto como o SPORTING, ou seja, quase nada. Em matéria de arbitragens, não vale a pena dizer grande coisa. Prefiro que seja o João Tomás e aquele gajo do Estoril que ia a correr para a baliza do Baía e foi rasteirado por trás com o árbitro a mandar seguir que digam alguma coisa.
Mas no que respeita a esperteza-saloia negocial, essa actividade que a maior parte dos dirigentes futeboleiros portugueses tão bem pratica, temos que reconhecer que os dois do costume estão em grande forma. Claro que estas notícias surgem de mansinho, apenas nalguns jornais e em dias de jogos com grandes equipas mundiais como o Dukla Bystrica. Convém não fazer grandes ondas: se o Benfica anda mal , mais de metade do governo fica triste e isso não deve ser nada bom. E no Porto, a mesma coisa. Portanto, continuaremos todos a assistir a esta madeirização de algumas zonas do continente. Que é para o Avelino poder dizer: «não faço nada que os outros não façam».
Thursday, September 30, 2004
Taça UEFA
Mais uma oportunidade de mostrar que estão enganados todos aqueles que contestam a equipa técnica e a gestão do clube. Portanto, aproveitem. Os adeptos, estou certo, vão apoiar. Aliás, como têm feito desde sempre. Como isto é tipo relação gajo-gaja, tem que se dar e receber. E acho que já vai sendo hora de nós começarmos a receber qualquer coisa da nossa equipa. Não é pedir muito, pois não?
Força SPORTING.
Mais uma oportunidade de mostrar que estão enganados todos aqueles que contestam a equipa técnica e a gestão do clube. Portanto, aproveitem. Os adeptos, estou certo, vão apoiar. Aliás, como têm feito desde sempre. Como isto é tipo relação gajo-gaja, tem que se dar e receber. E acho que já vai sendo hora de nós começarmos a receber qualquer coisa da nossa equipa. Não é pedir muito, pois não?
Força SPORTING.
Tuesday, September 28, 2004
A palhaçada segue a bom ritmo
O futebol da Superliga não presta: estamos na 4ª jornada e o que se viu de jogo jogado está ao pior nível europeu. Já no que respeita ao futebol falado, no início da competição já se atingiu o pico de forma. Os jornais deliram: há lá coisa melhor do que ter um bando de palermas, trajados de fato e gravata estilo Maconde, a debitar parvoíces dignas de idiotas-de-tasca-já-depois-de-uns-copos?
O grande bobo da corte, sempre eficaz na sua tarefa de animar a malta, resolveu picar-se com o fundador da Casa do FC Porto do Luxemburgo. O tema é: Raimundos & Batanetes com Escolas da Noite à mistura. O que é isso? Não sei nem me interessa. Mas o séquito de lambe-botas que cada uma destas figurinhas arrasta consigo já toma posição: a favor ou contra, é para isso que servem.
E são também os jornaleiros que querem ter papel activo na coisa. Acham a palhaçada tão interessante que também querem contribuir. E vêm com historietas destas. Verdade ou mentira? Também não me interessa muito. Trata-se sobretudo de manobra de diversão, ainda por cima muito mal arquitectada.
Que venham os jogos. Pode ser que assim esta gente se cale...
PS: Pinto da Costa acusou José Veiga de dar pontapés na gramática. É grave. Mas, pontapé por pontapé, eu confesso que gostei mais de ver o do Avelino no «aparelhómetro que fui eu [ele, claro] que paguei». Já o pontapé do Argel no Everson (quem é?) está a causar polémica mas eu devo dizer que o Argel pontapeia muito melhor os computadores do Porto.
Só vejo uma solução para José Veiga: disponibilizar-se para umas explicações de língua portuguesa aplicada a conteúdos futebolísticos, dadas pelo agora escritor Rui-"Acabámos de assistir a um golo substantivo que não pode ser adjectivado."-Tovar. A língua portuguesa agradece.
O futebol da Superliga não presta: estamos na 4ª jornada e o que se viu de jogo jogado está ao pior nível europeu. Já no que respeita ao futebol falado, no início da competição já se atingiu o pico de forma. Os jornais deliram: há lá coisa melhor do que ter um bando de palermas, trajados de fato e gravata estilo Maconde, a debitar parvoíces dignas de idiotas-de-tasca-já-depois-de-uns-copos?
O grande bobo da corte, sempre eficaz na sua tarefa de animar a malta, resolveu picar-se com o fundador da Casa do FC Porto do Luxemburgo. O tema é: Raimundos & Batanetes com Escolas da Noite à mistura. O que é isso? Não sei nem me interessa. Mas o séquito de lambe-botas que cada uma destas figurinhas arrasta consigo já toma posição: a favor ou contra, é para isso que servem.
E são também os jornaleiros que querem ter papel activo na coisa. Acham a palhaçada tão interessante que também querem contribuir. E vêm com historietas destas. Verdade ou mentira? Também não me interessa muito. Trata-se sobretudo de manobra de diversão, ainda por cima muito mal arquitectada.
Que venham os jogos. Pode ser que assim esta gente se cale...
PS: Pinto da Costa acusou José Veiga de dar pontapés na gramática. É grave. Mas, pontapé por pontapé, eu confesso que gostei mais de ver o do Avelino no «aparelhómetro que fui eu [ele, claro] que paguei». Já o pontapé do Argel no Everson (quem é?) está a causar polémica mas eu devo dizer que o Argel pontapeia muito melhor os computadores do Porto.
Só vejo uma solução para José Veiga: disponibilizar-se para umas explicações de língua portuguesa aplicada a conteúdos futebolísticos, dadas pelo agora escritor Rui-"Acabámos de assistir a um golo substantivo que não pode ser adjectivado."-Tovar. A língua portuguesa agradece.
Monday, September 27, 2004
É por essas e por outras...
O [eng.] José Peseiro afirmou - por entre risos e sorrisos - na véspera do jogo com o Rio Ave, que não se sentia pressionado pela SAD. Pois aí é que está o mal: a SAD, enquanto entidade patronal, deve servir é para isso - exigir dos seus funcionários. Alguém imagina que um empregado de uma fábrica de sapatos venha dizer, com entusiástica alegria, que ainda não colou sola nenhuma mas que o seu patrão não o está a pressionar nada?
Quanto ao jogo? Nem me apetece falar muito. Fico a aguardar...
O [eng.] José Peseiro afirmou - por entre risos e sorrisos - na véspera do jogo com o Rio Ave, que não se sentia pressionado pela SAD. Pois aí é que está o mal: a SAD, enquanto entidade patronal, deve servir é para isso - exigir dos seus funcionários. Alguém imagina que um empregado de uma fábrica de sapatos venha dizer, com entusiástica alegria, que ainda não colou sola nenhuma mas que o seu patrão não o está a pressionar nada?
Quanto ao jogo? Nem me apetece falar muito. Fico a aguardar...
Friday, September 24, 2004
Wednesday, September 22, 2004
Almas ideias sobre o momento do SPORTING
A actual situação do SPORTING é complicada. Percebo a vontade dos dirigentes e equipa técnica de fazer os possíveis para acalmar os ânimos dos sócios e de todos aqueles que se interessam pelo clube. Mas o que se está a passar sugere que se tomem medidas a bem do clube. É neste contexto que deixo aqui algumas reflexões acerca do momento que a equipa de futebol vive.
Começo com a constatação de que o que não está bem no SPORTING não é apenas o facto de não ter ganho os últimos dois jogos do campeonato. As coisas assim colocadas, sugerem que se considere um verdadeiro disparate proceder a mudanças no clube só porque não se ganharam dois jogos. O problema é outro: é que o facto de não termos ganho os últimos dois jogos é, acima de tudo, revelador de que há qualquer coisa no SPORTING, actualmente, que não está bem. E isso é que nos deve interessar discutir. Serve isto para avisar, quem quer que seja, que lançar dúvidas ou sugestões acerca da condução do clube não implica necessariamente que se esteja a gerir o clube da bancada ao sabor dos resultados. Estamos todos de acordo que esse tipo de gestão à Vale e Azevedo e, num certo sentido, à Florentino Perez é péssima para qualquer clube com ambições, como se está a verificar. Aquilo para que aponto é antes um reflexão acerca de um momento mau, reflexão essa que não pode ser adiada, sob pena de termos que vir a suportar danos irreparáveis, ou quase.
A direcção do SPORTING foi eleita democraticamente nas urnas, sem pressões de capangas de centro de musculação como nalguns clubes que temporariamente por aí andam felizes da vida. A actual direcção da SAD, depois da enigmática demissão de José E. Bettencourt, também está no desempenho de funções com plena legitimidade. Quero, acima de tudo, que essa mesma legitimidade continue a ser respeitada, como é característica do clube. Contudo, convém não esquecer que os estatutos do clube prevêem possibilidades e mecanismos de interpelação e contestação do rumo seguido pelos dirigentes, que são absolutamente legítimos e não têm nada que ver com o populismo de serem os que berram mais alto no estádio a dizer o que se deve fazer com a equipa técnica. Era o que mais faltava, os sócios de um clube terem que estar calados ou cegamente devotos perante a actuação de uma direcção.
Devo referir que a actual direcção tem tomado medidas bastante positivas para o rumo do clube. Neste momento difícil é justo que se diga que a construção do novo estádio, a construção da Academia SPORTING de Alcochete, a redução de algum do passivo, a negociação dos necessários financiamentos à banca, bem como as tentativas de equilíbrio financeiro devem ser referidos como aspectos positivos. Porém, esta direcção também tem cometido erros, e é sobre esses que importa aqui falar um pouco, pois são eles, segundo creio, os responsáveis pela situação actual de algum desacerto. A política de aquisições de jogadores, sul-americana demais para o meu gosto; a contratação da equipa técnica liderada por F. Santos e, ao que parece, da liderada por J. Peseiro, a política de relações com outros clubes, bem como a metodologia de comunicação com o exterior podem, a meu ver, ser indicados como aspectos negativos da gestão do clube. Aqui radica um dos pontos que eu considero vital – qualquer um considerará – no que deve ser a política de aquisição de activos do clube: a contratação de equipas técnicas e de jogadores. E aí entendo que tem que se assumir com frontalidade o facto de se ter que considerar como um grande falhanço a contratação sucessiva de duas equipas técnicas incapazes de servir os objectivos do clube. O mesmo se pode dizer dos jogadores. Alguns dirão que falhar contratações acontece a todos, pois não se trata de matemática. É certo. O que não se pode é falhar em catadupa. Para mim passa os limites do aceitável o número de erros na constituição do plantel nas duas últimas épocas.
Que fazer? Demissão imediata de direcção, equipa técnica e despedimento de alguns jogadores? Nada disso: tal não é possível e em vez de aligeirar o problema só o agravaria mais ainda. Entendo, a este respeito, que devem ser seguidos os procedimentos normais em instituições de bem, geridas por pessoas de bem. A direcção deve convocar com alguma brevidade uma assembleia geral onde proporia a votação de uma moção / voto de confiança que, a ser aprovado, legitimaria os dirigentes, a ser recusado conduziria a um situação de eleições antecipadas. É claro que todos os mandatos devem ser levados até ao fim, dirão alguns. Mas também é óbvio que há alturas em que as instituições, devido ao que nelas se passa, mudam substancialmente e é para isso mesmo que a assembleia geral é soberana no que respeita aos destinos dessa instituição. Dirão os dirigentes que o voto democrático lhes confiou um mandato que ainda não terminou e que, em virtude disso se acham legitimados a dirigir os destinos do clube até ao fim desse mesmo mandato. É a opinião deles. A minha é a de que as assembleias gerais devem servir para mais do que bater palmas àqueles que se inscrevem para durante os dois ou três minutos concedidos mandarem umas bocas ao clube galináceo. Para nos divertirmos com esse clube temos meios mais eficazes como assistir às conferências de imprensa do A. Magalhães ou às inaugurações de «casas» que o rei da borracha tenta arranjar todas as semanas. Dão sempre excelentes momentos televisivos. Verdadeiramente fantástico para nós era ter Vilarinho a marcar penáltis todos os dias, lá nas festas do PSD. Mas o homem retirou-se, paciência. Voltando ao que interessa, creio que a assembleia geral é uma forma de devolver a palavra aos sócios. E também uma maneira de fortalecer a posição dos actuais dirigentes caso a sua prestação seja apoiada. Muita coisa mudou desde as eleições; importa perceber a vontade daqueles que são o bem mais precioso do SPORTING, os seus sócios. E digo isto numa perspectiva de dar seguimento aos trâmites legais do clube, já que é assim que querem. Eu – o gajo que assina com o pseudónimo Violinomaster – se fosse responsável pela falha na contratação de duas equipas técnicas seguidas, demitia-me. Porque entendo que há erros que não podem passar em claro, como se de factos absolutamente normais se tratasse. Se ainda assim achasse que poderia continuar a gerir os destinos do clube, só tinha que me voltar a candidatar e esperar pela soberana decisão dos sócios. Os dirigentes que lá estão agora acham que têm condições para continuar na liderança do clube? É a opinião deles. Vamos então ver qual a opinião dos sócios.
Quanto à continuidade da equipa técnica, no imediato? Seria normal que J. Peseiro já tivesse posto o lugar à disposição, para que a direcção pudesse decidir o seu destino. J. Peseiro acha que tem condições para continuar. É a legítima opinião dele. Caberá à direcção decidir o que fazer. De qualquer dos modos, em caso de mudança da direcção acho que é absolutamente legítimo que seja «reequacionada » a situação do treinador. Por isso é que acho vital que se faça esse «ponto da situação» em assembleia geral. Será absolutamente insustentável que uma direcção desapoiada pelos sócios consiga manter uma equipa técnica inoperante. Para que as coisas não cheguem a esse ponto é altura de parar para pensar. Sem histerias, sem agitações à saída dos jogos e sem cânticos insultuosos para com representantes do clube: é de uma forma serena que o SPORTING deve encontrar o seu caminho.
Desejo é que não se esqueçam que há decisões que tomadas no momento certo são óptimas, tomadas um pouco depois são desastrosas.
A actual situação do SPORTING é complicada. Percebo a vontade dos dirigentes e equipa técnica de fazer os possíveis para acalmar os ânimos dos sócios e de todos aqueles que se interessam pelo clube. Mas o que se está a passar sugere que se tomem medidas a bem do clube. É neste contexto que deixo aqui algumas reflexões acerca do momento que a equipa de futebol vive.
Começo com a constatação de que o que não está bem no SPORTING não é apenas o facto de não ter ganho os últimos dois jogos do campeonato. As coisas assim colocadas, sugerem que se considere um verdadeiro disparate proceder a mudanças no clube só porque não se ganharam dois jogos. O problema é outro: é que o facto de não termos ganho os últimos dois jogos é, acima de tudo, revelador de que há qualquer coisa no SPORTING, actualmente, que não está bem. E isso é que nos deve interessar discutir. Serve isto para avisar, quem quer que seja, que lançar dúvidas ou sugestões acerca da condução do clube não implica necessariamente que se esteja a gerir o clube da bancada ao sabor dos resultados. Estamos todos de acordo que esse tipo de gestão à Vale e Azevedo e, num certo sentido, à Florentino Perez é péssima para qualquer clube com ambições, como se está a verificar. Aquilo para que aponto é antes um reflexão acerca de um momento mau, reflexão essa que não pode ser adiada, sob pena de termos que vir a suportar danos irreparáveis, ou quase.
A direcção do SPORTING foi eleita democraticamente nas urnas, sem pressões de capangas de centro de musculação como nalguns clubes que temporariamente por aí andam felizes da vida. A actual direcção da SAD, depois da enigmática demissão de José E. Bettencourt, também está no desempenho de funções com plena legitimidade. Quero, acima de tudo, que essa mesma legitimidade continue a ser respeitada, como é característica do clube. Contudo, convém não esquecer que os estatutos do clube prevêem possibilidades e mecanismos de interpelação e contestação do rumo seguido pelos dirigentes, que são absolutamente legítimos e não têm nada que ver com o populismo de serem os que berram mais alto no estádio a dizer o que se deve fazer com a equipa técnica. Era o que mais faltava, os sócios de um clube terem que estar calados ou cegamente devotos perante a actuação de uma direcção.
Devo referir que a actual direcção tem tomado medidas bastante positivas para o rumo do clube. Neste momento difícil é justo que se diga que a construção do novo estádio, a construção da Academia SPORTING de Alcochete, a redução de algum do passivo, a negociação dos necessários financiamentos à banca, bem como as tentativas de equilíbrio financeiro devem ser referidos como aspectos positivos. Porém, esta direcção também tem cometido erros, e é sobre esses que importa aqui falar um pouco, pois são eles, segundo creio, os responsáveis pela situação actual de algum desacerto. A política de aquisições de jogadores, sul-americana demais para o meu gosto; a contratação da equipa técnica liderada por F. Santos e, ao que parece, da liderada por J. Peseiro, a política de relações com outros clubes, bem como a metodologia de comunicação com o exterior podem, a meu ver, ser indicados como aspectos negativos da gestão do clube. Aqui radica um dos pontos que eu considero vital – qualquer um considerará – no que deve ser a política de aquisição de activos do clube: a contratação de equipas técnicas e de jogadores. E aí entendo que tem que se assumir com frontalidade o facto de se ter que considerar como um grande falhanço a contratação sucessiva de duas equipas técnicas incapazes de servir os objectivos do clube. O mesmo se pode dizer dos jogadores. Alguns dirão que falhar contratações acontece a todos, pois não se trata de matemática. É certo. O que não se pode é falhar em catadupa. Para mim passa os limites do aceitável o número de erros na constituição do plantel nas duas últimas épocas.
Que fazer? Demissão imediata de direcção, equipa técnica e despedimento de alguns jogadores? Nada disso: tal não é possível e em vez de aligeirar o problema só o agravaria mais ainda. Entendo, a este respeito, que devem ser seguidos os procedimentos normais em instituições de bem, geridas por pessoas de bem. A direcção deve convocar com alguma brevidade uma assembleia geral onde proporia a votação de uma moção / voto de confiança que, a ser aprovado, legitimaria os dirigentes, a ser recusado conduziria a um situação de eleições antecipadas. É claro que todos os mandatos devem ser levados até ao fim, dirão alguns. Mas também é óbvio que há alturas em que as instituições, devido ao que nelas se passa, mudam substancialmente e é para isso mesmo que a assembleia geral é soberana no que respeita aos destinos dessa instituição. Dirão os dirigentes que o voto democrático lhes confiou um mandato que ainda não terminou e que, em virtude disso se acham legitimados a dirigir os destinos do clube até ao fim desse mesmo mandato. É a opinião deles. A minha é a de que as assembleias gerais devem servir para mais do que bater palmas àqueles que se inscrevem para durante os dois ou três minutos concedidos mandarem umas bocas ao clube galináceo. Para nos divertirmos com esse clube temos meios mais eficazes como assistir às conferências de imprensa do A. Magalhães ou às inaugurações de «casas» que o rei da borracha tenta arranjar todas as semanas. Dão sempre excelentes momentos televisivos. Verdadeiramente fantástico para nós era ter Vilarinho a marcar penáltis todos os dias, lá nas festas do PSD. Mas o homem retirou-se, paciência. Voltando ao que interessa, creio que a assembleia geral é uma forma de devolver a palavra aos sócios. E também uma maneira de fortalecer a posição dos actuais dirigentes caso a sua prestação seja apoiada. Muita coisa mudou desde as eleições; importa perceber a vontade daqueles que são o bem mais precioso do SPORTING, os seus sócios. E digo isto numa perspectiva de dar seguimento aos trâmites legais do clube, já que é assim que querem. Eu – o gajo que assina com o pseudónimo Violinomaster – se fosse responsável pela falha na contratação de duas equipas técnicas seguidas, demitia-me. Porque entendo que há erros que não podem passar em claro, como se de factos absolutamente normais se tratasse. Se ainda assim achasse que poderia continuar a gerir os destinos do clube, só tinha que me voltar a candidatar e esperar pela soberana decisão dos sócios. Os dirigentes que lá estão agora acham que têm condições para continuar na liderança do clube? É a opinião deles. Vamos então ver qual a opinião dos sócios.
Quanto à continuidade da equipa técnica, no imediato? Seria normal que J. Peseiro já tivesse posto o lugar à disposição, para que a direcção pudesse decidir o seu destino. J. Peseiro acha que tem condições para continuar. É a legítima opinião dele. Caberá à direcção decidir o que fazer. De qualquer dos modos, em caso de mudança da direcção acho que é absolutamente legítimo que seja «reequacionada » a situação do treinador. Por isso é que acho vital que se faça esse «ponto da situação» em assembleia geral. Será absolutamente insustentável que uma direcção desapoiada pelos sócios consiga manter uma equipa técnica inoperante. Para que as coisas não cheguem a esse ponto é altura de parar para pensar. Sem histerias, sem agitações à saída dos jogos e sem cânticos insultuosos para com representantes do clube: é de uma forma serena que o SPORTING deve encontrar o seu caminho.
Desejo é que não se esqueçam que há decisões que tomadas no momento certo são óptimas, tomadas um pouco depois são desastrosas.
Tuesday, September 21, 2004
Monday, September 20, 2004
E agora... ganhar
Perante o que se passou esta jornada, a equipa do SPORTING só pode pensar num resultado: a vitória. É claro que não vai ser fácil, o Marítimo fará tudo para não perder. Mas, se a equipa do SPORTING está realmente interessada em prosseguir rumo à vitória no campeonato, tem que ganhar este jogo. Acabaram os períodos de adaptação e outras tretas do género: a época começou e é desde o início que se deve começar a não vacilar. Porque os momentos decisivos não são apenas no fim. Quantas das vezes o início do campeonato não determina a classificação final?
Força SPORTING!
Perante o que se passou esta jornada, a equipa do SPORTING só pode pensar num resultado: a vitória. É claro que não vai ser fácil, o Marítimo fará tudo para não perder. Mas, se a equipa do SPORTING está realmente interessada em prosseguir rumo à vitória no campeonato, tem que ganhar este jogo. Acabaram os períodos de adaptação e outras tretas do género: a época começou e é desde o início que se deve começar a não vacilar. Porque os momentos decisivos não são apenas no fim. Quantas das vezes o início do campeonato não determina a classificação final?
Força SPORTING!
Saturday, September 18, 2004
O amigo de Braga
Foi tranquilizadora a arbitragem do Porto - Estoril. E isto porque ficámos todos a saber que afinal está tudo bem na arbitragem portuguesa e a única coisa mal no meio disto é o que Dias da Cunha anda para aí a dizer.
O árbitro teve uma prestação péssima, tal como um dos seus fiscais-de-linha, prejudicando sempre a mesma equipa, mas não há razão para alarme porque ao amigo de Braga vai ser atribuída uma classificação muito baixa pelo observador do jogo. Houve 4 erros grosseiros durante o jogo, todos eles prejudicando o Estoril, a saber:
- Foi assinalada uma grande penalidade inexistente a favor do Porto;
- O segundo golo do Porto é marcado no seguimento de uma falta inexistente;
- O árbitro deu 5 minutos de desconto num jogo em que 3 já seria muito;
- E no final do jogo não foi assinalada uma falta a favor do Estoril (e respectivo cartão) quando um jogador do Estoril se dirigia para a baliza de Baía.
Portanto, pessoal, não se preocupem. O relatório do observador vai ser severo e o árbitro deverá ter para aí um 3 na escala de 0 a 10. Assim se moraliza e edifica o futebol português. Os protestos da namorada do Pinto da Costa e do capanga que estava ao lado dela - insistentemente difundidos pela TVI - são apenas foguetório. Os lampiões que dirigem o Estoril vão solicitar cópia do relatório do observador do jogo e todos vamos poder ver o sr. Duarte a ser severamente castigado. Assim sim: o futebol português está bom e recomenda-se.
Foi tranquilizadora a arbitragem do Porto - Estoril. E isto porque ficámos todos a saber que afinal está tudo bem na arbitragem portuguesa e a única coisa mal no meio disto é o que Dias da Cunha anda para aí a dizer.
O árbitro teve uma prestação péssima, tal como um dos seus fiscais-de-linha, prejudicando sempre a mesma equipa, mas não há razão para alarme porque ao amigo de Braga vai ser atribuída uma classificação muito baixa pelo observador do jogo. Houve 4 erros grosseiros durante o jogo, todos eles prejudicando o Estoril, a saber:
- Foi assinalada uma grande penalidade inexistente a favor do Porto;
- O segundo golo do Porto é marcado no seguimento de uma falta inexistente;
- O árbitro deu 5 minutos de desconto num jogo em que 3 já seria muito;
- E no final do jogo não foi assinalada uma falta a favor do Estoril (e respectivo cartão) quando um jogador do Estoril se dirigia para a baliza de Baía.
Portanto, pessoal, não se preocupem. O relatório do observador vai ser severo e o árbitro deverá ter para aí um 3 na escala de 0 a 10. Assim se moraliza e edifica o futebol português. Os protestos da namorada do Pinto da Costa e do capanga que estava ao lado dela - insistentemente difundidos pela TVI - são apenas foguetório. Os lampiões que dirigem o Estoril vão solicitar cópia do relatório do observador do jogo e todos vamos poder ver o sr. Duarte a ser severamente castigado. Assim sim: o futebol português está bom e recomenda-se.
Friday, September 17, 2004
Podia ter sido bem melhor
Não gostei da exibição do SPORTING. Futebol complicado, jogo afunilado pelo meio, gerando confusão, jogadores em nítida falta de forma e equipa, em geral, sem ritmo para jogos um pouco mais difíceis. Valeu-nos o facto de o Rapid de Viena ser uma equipa fraca, muito fraca mesmo: duvido que tenhamos, nos próximos tempos, uma equipa tão macia pela frente.
O SPORTING deveria ter feito mais; assusta pensar que qualquer equipa da Superliga defende melhor e contra-ataca melhor do que o Rapid de Viena.
As mudanças feitas por Peseiro na equipa não chegam: Hugo Viana; Pinilla; Pedro Barbosa e Rogério não têm, de momento capacidade física para aguentar um jogo produtivo. Não consigo perceber porque é que a equipa parece já entrar derrotada em campo; o que é que está a pesar assim tanto?
Aguardam-se substanciais melhorias, e depressa.
Não gostei da exibição do SPORTING. Futebol complicado, jogo afunilado pelo meio, gerando confusão, jogadores em nítida falta de forma e equipa, em geral, sem ritmo para jogos um pouco mais difíceis. Valeu-nos o facto de o Rapid de Viena ser uma equipa fraca, muito fraca mesmo: duvido que tenhamos, nos próximos tempos, uma equipa tão macia pela frente.
O SPORTING deveria ter feito mais; assusta pensar que qualquer equipa da Superliga defende melhor e contra-ataca melhor do que o Rapid de Viena.
As mudanças feitas por Peseiro na equipa não chegam: Hugo Viana; Pinilla; Pedro Barbosa e Rogério não têm, de momento capacidade física para aguentar um jogo produtivo. Não consigo perceber porque é que a equipa parece já entrar derrotada em campo; o que é que está a pesar assim tanto?
Aguardam-se substanciais melhorias, e depressa.
Thursday, September 16, 2004
Mais uma estrela na constelação
Hoje de manhã acordei com uma data de gajas aos gritos à porta de minha casa e a quererem pedir autógrafos.
É que parece que este blog foi referido no jornal o Jogo (edição de papel - a que só lêem mesmo os tripeiros)
Passo a trancrever o que lá está escrito
"Futebol domina Blogosfera
O Fenómeno atingiu uma dimensão considerável. Os blogs sobre o desporto-rei multiplicam-se e o interesse dos adeptos parece crescer.O blog de Pacheco Pereira, Abrupto,é, o mais visitado dum universo de páginas pessoais publicadas no vasto universo da web. Mas, reflectindo o interesse dos portugueses no futebol - que tanto parece exasperar o mesmo Pacheco Pereira-, a difusão e consulta de blogs desportivos cresce a grande ritmo, impulsionando nesta fase pelo início da temporada desportiva.Entre os que têm uma média de visitas mais elevadas, encontram-se o "Megafone" (3º), o "Terceiro Anel" (5º) e o "Bola na Área" (24º). Numa linguagem mais directa, os comentários e críticas abundam nesta nova forma de comunicação que não deixará de reflectir a opinião de massas associativas e,porque não?, a sua...cultura táctica.Alguns desses blogs contam mesmo com a participação de jornalistas desportivos mas a esmagadora maioria alinha uma posição clubística.Os três "grandes" estão, compreensivelmente, mais bem representados, com dezenas de blogs representados.
Exemplos:
" Bitaites portistas" , " Coisas Variadas" e "Sou Portista com Orgulho" ( afectos ao FCPORTO);
"5 Violinos" , " Sporting...Sempre!" , " Sangue Leonino" ( Sporting);
"O Ninho das Águias" , " Mar Vermelho" e " Calcio Rosso" (Benfica).
O Fenómeno é extensível à generalidade dos clubes da Superliga. Alguns estão mesmo entre os mais consultados ( Briosa Soccer, Blog do Belenenses , Portal Beira-Mar e Rio Ave Blog, por exemplo) e a diversidade coloca-os em competição com os próprios sítios oficiais dos clubes na web, beneficiando da ausência de constrangimentos críticos.Análises aos jogos, às opções de mercado, às escolhas do treinador ou à política desportiva...de tudo se encontra. Este fenómeno já não é recente mas está a afirmar-se progressivamente como veículo relevante de opinião, proporcionando uma interactividade quase ilimitada.Vale a pena espreitar."
Pronto, está feito. Sou uma estrela, já posso ir jogar para o Real Madrid.
Hoje de manhã acordei com uma data de gajas aos gritos à porta de minha casa e a quererem pedir autógrafos.
É que parece que este blog foi referido no jornal o Jogo (edição de papel - a que só lêem mesmo os tripeiros)
Passo a trancrever o que lá está escrito
"Futebol domina Blogosfera
O Fenómeno atingiu uma dimensão considerável. Os blogs sobre o desporto-rei multiplicam-se e o interesse dos adeptos parece crescer.O blog de Pacheco Pereira, Abrupto,é, o mais visitado dum universo de páginas pessoais publicadas no vasto universo da web. Mas, reflectindo o interesse dos portugueses no futebol - que tanto parece exasperar o mesmo Pacheco Pereira-, a difusão e consulta de blogs desportivos cresce a grande ritmo, impulsionando nesta fase pelo início da temporada desportiva.Entre os que têm uma média de visitas mais elevadas, encontram-se o "Megafone" (3º), o "Terceiro Anel" (5º) e o "Bola na Área" (24º). Numa linguagem mais directa, os comentários e críticas abundam nesta nova forma de comunicação que não deixará de reflectir a opinião de massas associativas e,porque não?, a sua...cultura táctica.Alguns desses blogs contam mesmo com a participação de jornalistas desportivos mas a esmagadora maioria alinha uma posição clubística.Os três "grandes" estão, compreensivelmente, mais bem representados, com dezenas de blogs representados.
Exemplos:
" Bitaites portistas" , " Coisas Variadas" e "Sou Portista com Orgulho" ( afectos ao FCPORTO);
"5 Violinos" , " Sporting...Sempre!" , " Sangue Leonino" ( Sporting);
"O Ninho das Águias" , " Mar Vermelho" e " Calcio Rosso" (Benfica).
O Fenómeno é extensível à generalidade dos clubes da Superliga. Alguns estão mesmo entre os mais consultados ( Briosa Soccer, Blog do Belenenses , Portal Beira-Mar e Rio Ave Blog, por exemplo) e a diversidade coloca-os em competição com os próprios sítios oficiais dos clubes na web, beneficiando da ausência de constrangimentos críticos.Análises aos jogos, às opções de mercado, às escolhas do treinador ou à política desportiva...de tudo se encontra. Este fenómeno já não é recente mas está a afirmar-se progressivamente como veículo relevante de opinião, proporcionando uma interactividade quase ilimitada.Vale a pena espreitar."
Pronto, está feito. Sou uma estrela, já posso ir jogar para o Real Madrid.
Curso de Má Gestão Futebolística
Abertas as inscrições
Local do curso: Madrid, Espanha, Estádio Santiago Barnabéu.
Destinatários: Todos aqueles que se acham capazes de assumir um «tacho» qualquer numa equipa de futebol de modo a fazerem a maior borrada possível.
Objectivos: Explorar as várias vertentes da destruição de uma equipa de futebol.
Estrutura curricular:
(nome da cadeira e respectivo docente)
Técnicas de Marketing para Clubes Pretensiosos - Jorge Valdano
Atelier de Impreparação Física - Preparador físico do Real Madrid (esta cadeira implica uma visita de estudo a um país do oriente numa altura despropositada)
Atelier de Treino Galáctico - José A. Camacho
Técnicas de Marketing para Jogadores Pretensiosos - David Beckham
Maquinação de Balneário I - Roberto Carlos
Maquinação de Balneário II - Gutti
Técnicas de Jornalismo para Meios de Comunicação que Sobrevalorizam Equipas Artificialmente - leccionada por vários jornalistas espanhóis que acham que o Real Madrid é o único clube à face da terra; está previsto o convite a alguém dos jornais portugueses A Bola ou Record.
Destruição de Carreiras de Jogadores (antes de conseguirem fugir a tempo) - José Veiga
Seminário Final de Destruição Populista de Clubes - Florentino Perez (o actual primeiro ministro português, com currículo nesta área, foi convidado mas uma das suas várias acessoras recusou, alegando indisponibilidade de agenda)
Desde já se convocam todos os inscritos a participarem na conferência de abertura do curso, proferida por Luís Filipe Vieira e subordinada ao tema «Como conseguir comprar e vender, ao mesmo tempo, um jogador de futebol - Mantorrras, o Alverca e o Benfica»
Nota do chefe deste blog:
Disponibilizo esta informação no meu blog por verificar que ele também é lido, entre outros, por aqueles lorpas - sobretudo afectos ao clube galináceo - que debitam em tudo o que é jornal e televisão elogios à gestão do Real Madrid (pudera, não vão ser eles a pagar a factura)
Abertas as inscrições
Local do curso: Madrid, Espanha, Estádio Santiago Barnabéu.
Destinatários: Todos aqueles que se acham capazes de assumir um «tacho» qualquer numa equipa de futebol de modo a fazerem a maior borrada possível.
Objectivos: Explorar as várias vertentes da destruição de uma equipa de futebol.
Estrutura curricular:
(nome da cadeira e respectivo docente)
Técnicas de Marketing para Clubes Pretensiosos - Jorge Valdano
Atelier de Impreparação Física - Preparador físico do Real Madrid (esta cadeira implica uma visita de estudo a um país do oriente numa altura despropositada)
Atelier de Treino Galáctico - José A. Camacho
Técnicas de Marketing para Jogadores Pretensiosos - David Beckham
Maquinação de Balneário I - Roberto Carlos
Maquinação de Balneário II - Gutti
Técnicas de Jornalismo para Meios de Comunicação que Sobrevalorizam Equipas Artificialmente - leccionada por vários jornalistas espanhóis que acham que o Real Madrid é o único clube à face da terra; está previsto o convite a alguém dos jornais portugueses A Bola ou Record.
Destruição de Carreiras de Jogadores (antes de conseguirem fugir a tempo) - José Veiga
Seminário Final de Destruição Populista de Clubes - Florentino Perez (o actual primeiro ministro português, com currículo nesta área, foi convidado mas uma das suas várias acessoras recusou, alegando indisponibilidade de agenda)
Desde já se convocam todos os inscritos a participarem na conferência de abertura do curso, proferida por Luís Filipe Vieira e subordinada ao tema «Como conseguir comprar e vender, ao mesmo tempo, um jogador de futebol - Mantorrras, o Alverca e o Benfica»
Nota do chefe deste blog:
Disponibilizo esta informação no meu blog por verificar que ele também é lido, entre outros, por aqueles lorpas - sobretudo afectos ao clube galináceo - que debitam em tudo o que é jornal e televisão elogios à gestão do Real Madrid (pudera, não vão ser eles a pagar a factura)
Wednesday, September 15, 2004
Começo a entender
Quem comprou a Gamebox desta época recebeu, entre outras coisas, um papel dobrado aos quadradinhos com uma fotografia do Rochemback e um poema (eu acho que se trata mais de um puema mas isso fica para outra altura).
Nessa pérola da puezia reza assim o primeiro verso da terceira estrofe: «Quero uma época que me faça sofrer».
Muito obrigado sr. pueta. Não precisava era de estar a falar no assunto. Podia falar de coisas mais interessantes. Porque para época a sofrer já tivemos a do eng. O que nós queremos é uma época que NÃO nos faça sofrer. Se não for pedir muito...
Quem comprou a Gamebox desta época recebeu, entre outras coisas, um papel dobrado aos quadradinhos com uma fotografia do Rochemback e um poema (eu acho que se trata mais de um puema mas isso fica para outra altura).
Nessa pérola da puezia reza assim o primeiro verso da terceira estrofe: «Quero uma época que me faça sofrer».
Muito obrigado sr. pueta. Não precisava era de estar a falar no assunto. Podia falar de coisas mais interessantes. Porque para época a sofrer já tivemos a do eng. O que nós queremos é uma época que NÃO nos faça sofrer. Se não for pedir muito...
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