Primeiro lugar
Ora aí está: como a simplicidade do futebol é o que o torna tão bonito. A melhor equipa da Superliga ganha à equipa mais ajudada dessa mesma Superliga e atinge o primeiro lugar da classificação. Isto é tão bonito como o é igual a éme cê ao quadrado.
Jogámos melhor. Fomos uma equipa mais consistente. Respondemos bem às provocações de jornas, árbitros e adversários. E ganhámos um jogo onde a única coisa que destoa é o resultado: para corresponder ao jogo teria que ser mais desnivelado.
Agora só dependemos de nós. E este campeonato vai ser ganho pela equipa que tiver mais juízo.
A Simone Sabrosa ainda tentou um mergulhinho aqui e acolá. Mas não estava lá esse verdadeiro campeão do salto para a piscina: Azar Karadas. E a estratégia passou a ser a de dar porrada sempre que se perde a bola. E aí já há mais dois génios para a constelação: Fyssas e João Pereira. Cada vez que perdem a bola - quase sempre - vão dar o coice da vingança - fica-lhes bem a canalhice.
No SPORTING Liedson em grande e Carlos Martins a fazer-se à selecção. Temos muito mais vontade e muito mais futebol. Só nos resta prosseguir este caminho e evitar «invenções» daquelas que Peseiro, de vez em quando, gosta de ensaiar. Determinação será a palavra chave deste campeonato. Não inventem, por favor. Viva o SPORTING!
Monday, January 10, 2005
Friday, January 07, 2005
Wednesday, January 05, 2005
Eu é que já acredito em tudo
A propósito de umas declarações de José Peseiro, o treinador do Guimarães resolveu responder naquele estilo meio enigmático, meio ofensivo, típico de muitos treinadores da bola aqui em Portugal, dizendo que «desde que viu um porco a andar de bicicleta já acredita em tudo». Eu folgo em saber que o treinador do Guimarães aproveitou a época natalícia para ir ao circo, onde deve ter visto o tal suíno a fazer o número da bicicleta.
Agora eu não preciso de me deslocar ao circo para ver fenómenos desse tipo. E desde que vi um porco a treinar uma equipa de futebol também já acredito em tudo.
A propósito de umas declarações de José Peseiro, o treinador do Guimarães resolveu responder naquele estilo meio enigmático, meio ofensivo, típico de muitos treinadores da bola aqui em Portugal, dizendo que «desde que viu um porco a andar de bicicleta já acredita em tudo». Eu folgo em saber que o treinador do Guimarães aproveitou a época natalícia para ir ao circo, onde deve ter visto o tal suíno a fazer o número da bicicleta.
Agora eu não preciso de me deslocar ao circo para ver fenómenos desse tipo. E desde que vi um porco a treinar uma equipa de futebol também já acredito em tudo.
Tuesday, January 04, 2005
As férias da pequenada
Aos solavancos, parece que o futebol cá da terra vai voltar à actividade. As expectativas do reencontro são enormes: vão-se discutir as prendas que o Pai Natal trouxe; o estado de saúde das respectivas avózinhas; as folias da passagem de ano; o estado dos bicos de papagaio das mãezinhas, enfim, uma enormidade de assuntos, todos eles extremamente pertinentes, e que mostraram como era fundamental que a rapaziada que joga à bola por estas paragens tivesse que viajar para as suas terrinhas e passar o natal com as respectivas famílias. As coisas bonitas que o natal propicia.
E ficou tudo muito contente: tenho a certeza que a generalidade dos dirigentes, árbitros, delegados, bandeirinhas, treinadores e restante pessoal da bola acharam fantástica a ideia de parar o campeonato a meio.
Talvez quem não tenha gostado muito tenham sido os dirigentes responsáveis que se viram a braços com a situação de ter que pagar salário e subsídio de natal num mês em que não tiveram mais do que um jogo em casa. Mas isso parece lateral.
Ora eu, simples adepto, daqueles que contribuem para que o futebol exista enquanto tal, uma vez que não faço parte do esquema das borlas, acho muito mal esta paragem. E por vários motivos: primeiro porque este interregno vai acarretar consequências ao nível da preparação física dos jogadores, prejudicando o espectáculo; depois porque é muito mau em termos financeiros para os clubes; em terceiro porque revela uma falta de profissionalismo enorme da parte dos dirigentes que deviam fazer tudo para promover o futebol. Alguém consegue entender como é que num período como o natal, propício ao espectáculo e ao respectivo consumo, a malta do futebol mete a viola no saco e vai a banhos? Isto é tão disparatado como se os trapezistas e os palhaços do circo - os verdadeiros e dignos - resolvessem não actuar na semana de natal para o passar com as famílias. Ninguém entenderia porque o circo é um espectáculo de natal. No futebol português, as brilhantes cabeças que o dirigem, resolvem que não é nada assim e que a rapaziada tem que passar o natal na terrinha. Não tendo nada contra o espírito de harmonia familiar, entendo que há certas profissões que estão condicionadas por razões óbvias e que não se podem dar a esses caprichos. Um jogador de futebol necessitar de parar quinze dias precisamente a meio de uma competição profissional extremamente dispendiosa, vale o mesmo que um guada nocturno dizer que só faz rondas de dia porque precisa de dormir à noite.
Claro que a culpa não é dos jogadores mas sim de quem, com esta atitude, revela o que no fundo lhes vai na cabeça: que esta história do futebol não passa de uma actividade paralela nas suas vidas: alguns dirigentes portuguese mostram, de uma forma indirecta, que isto não é mais do que um passatempo. Porque no seu entendimento, os ingleses que inclusivamente jogam no dia de natal como no ano passado, não percebem nada disto. Madaíl, Loureiro - ou lá quem manda na Liga agora - é que sabem como gerir uma competição profisional. Já estamos a imaginar uma excursão de dirigentes ingleses a deslocarem-se a Portugal para aprenderem como gerir bem uma competição deste tipo.
E pronto: tivemos espírito natalício. Venham as férias do carnaval para sambar in loco e as da páscoa para comungar na lá na igreja da terrinha. E o campeonato que acabe lá para Julho e a malta que paga para o ver que se lixe.
Aos solavancos, parece que o futebol cá da terra vai voltar à actividade. As expectativas do reencontro são enormes: vão-se discutir as prendas que o Pai Natal trouxe; o estado de saúde das respectivas avózinhas; as folias da passagem de ano; o estado dos bicos de papagaio das mãezinhas, enfim, uma enormidade de assuntos, todos eles extremamente pertinentes, e que mostraram como era fundamental que a rapaziada que joga à bola por estas paragens tivesse que viajar para as suas terrinhas e passar o natal com as respectivas famílias. As coisas bonitas que o natal propicia.
E ficou tudo muito contente: tenho a certeza que a generalidade dos dirigentes, árbitros, delegados, bandeirinhas, treinadores e restante pessoal da bola acharam fantástica a ideia de parar o campeonato a meio.
Talvez quem não tenha gostado muito tenham sido os dirigentes responsáveis que se viram a braços com a situação de ter que pagar salário e subsídio de natal num mês em que não tiveram mais do que um jogo em casa. Mas isso parece lateral.
Ora eu, simples adepto, daqueles que contribuem para que o futebol exista enquanto tal, uma vez que não faço parte do esquema das borlas, acho muito mal esta paragem. E por vários motivos: primeiro porque este interregno vai acarretar consequências ao nível da preparação física dos jogadores, prejudicando o espectáculo; depois porque é muito mau em termos financeiros para os clubes; em terceiro porque revela uma falta de profissionalismo enorme da parte dos dirigentes que deviam fazer tudo para promover o futebol. Alguém consegue entender como é que num período como o natal, propício ao espectáculo e ao respectivo consumo, a malta do futebol mete a viola no saco e vai a banhos? Isto é tão disparatado como se os trapezistas e os palhaços do circo - os verdadeiros e dignos - resolvessem não actuar na semana de natal para o passar com as famílias. Ninguém entenderia porque o circo é um espectáculo de natal. No futebol português, as brilhantes cabeças que o dirigem, resolvem que não é nada assim e que a rapaziada tem que passar o natal na terrinha. Não tendo nada contra o espírito de harmonia familiar, entendo que há certas profissões que estão condicionadas por razões óbvias e que não se podem dar a esses caprichos. Um jogador de futebol necessitar de parar quinze dias precisamente a meio de uma competição profissional extremamente dispendiosa, vale o mesmo que um guada nocturno dizer que só faz rondas de dia porque precisa de dormir à noite.
Claro que a culpa não é dos jogadores mas sim de quem, com esta atitude, revela o que no fundo lhes vai na cabeça: que esta história do futebol não passa de uma actividade paralela nas suas vidas: alguns dirigentes portuguese mostram, de uma forma indirecta, que isto não é mais do que um passatempo. Porque no seu entendimento, os ingleses que inclusivamente jogam no dia de natal como no ano passado, não percebem nada disto. Madaíl, Loureiro - ou lá quem manda na Liga agora - é que sabem como gerir uma competição profisional. Já estamos a imaginar uma excursão de dirigentes ingleses a deslocarem-se a Portugal para aprenderem como gerir bem uma competição deste tipo.
E pronto: tivemos espírito natalício. Venham as férias do carnaval para sambar in loco e as da páscoa para comungar na lá na igreja da terrinha. E o campeonato que acabe lá para Julho e a malta que paga para o ver que se lixe.
Tuesday, December 21, 2004
Treinador de quê?
Desde que começou a levantar a grimpa no mundo do futebol, ou seja, desde que começou a treinar o Moreirense passando depois para o Guimarães, Manuel Machado - é este o nome do homem - tem-se mostrado particularmente produtivo em matéria de declarações. Até aí tudo bem. É normal no futebol português aqueles que pouco têm para dizer serem os que mais falam. O que surpreende neste artista é que ele farta-se de falar sobre tudo menos sobre a sua equipa. Utilizando as suas expressões, ele é a Liga, as arbitragens, paus de marmeleiro, a Federação, Dias da Cunha, os factos estranhos extra jogo, os comentadores da televisão, a chuva, as fitas do adversário, os fiscais de linha, o anti-jogo da equipa adversária, os jornalistas que não gostam dele, outra vez o árbitro mais os fiscais de linha e o 4º árbitro e os observadores e mais uma data de coisas que o perseguem constantemente. A criatura não se cansa: tem sempre os seus minutos de glória naquilo que os jornas chamam fláche interviú. Deixo apenas uma questão que os adeptos do Guimarães, presumo, gostavam de ver esclarecida: quando é que ele resolve falar da sua equipa e do seu trabalho como treinador?
Desde que começou a levantar a grimpa no mundo do futebol, ou seja, desde que começou a treinar o Moreirense passando depois para o Guimarães, Manuel Machado - é este o nome do homem - tem-se mostrado particularmente produtivo em matéria de declarações. Até aí tudo bem. É normal no futebol português aqueles que pouco têm para dizer serem os que mais falam. O que surpreende neste artista é que ele farta-se de falar sobre tudo menos sobre a sua equipa. Utilizando as suas expressões, ele é a Liga, as arbitragens, paus de marmeleiro, a Federação, Dias da Cunha, os factos estranhos extra jogo, os comentadores da televisão, a chuva, as fitas do adversário, os fiscais de linha, o anti-jogo da equipa adversária, os jornalistas que não gostam dele, outra vez o árbitro mais os fiscais de linha e o 4º árbitro e os observadores e mais uma data de coisas que o perseguem constantemente. A criatura não se cansa: tem sempre os seus minutos de glória naquilo que os jornas chamam fláche interviú. Deixo apenas uma questão que os adeptos do Guimarães, presumo, gostavam de ver esclarecida: quando é que ele resolve falar da sua equipa e do seu trabalho como treinador?
We are the quarry
Começámos mal o campeonato, em grande parte por culpa nossa. Nessa altura as arbitragens pouco «mexiam» nos resultados. Bastou a equipa começar a jogar um bocado melhor e trataram logo de nos cair em cima. Somos o alvo da época. Nos últimos jogos tem sido evidente a forma bastante declarada como somos empurrados lá para baixo. Está escrito num sítio qualquer: não podemos ser campeões este ano.
O jogo de Guimarães foi apenas mais um exemplo. Vamos ter que ser mesmo muito fortes para superar esta tralha dourada. É que a justiça é lenta; é o que se diz por aí.
Começámos mal o campeonato, em grande parte por culpa nossa. Nessa altura as arbitragens pouco «mexiam» nos resultados. Bastou a equipa começar a jogar um bocado melhor e trataram logo de nos cair em cima. Somos o alvo da época. Nos últimos jogos tem sido evidente a forma bastante declarada como somos empurrados lá para baixo. Está escrito num sítio qualquer: não podemos ser campeões este ano.
O jogo de Guimarães foi apenas mais um exemplo. Vamos ter que ser mesmo muito fortes para superar esta tralha dourada. É que a justiça é lenta; é o que se diz por aí.
Saturday, December 18, 2004
Notícia
São quatro da tarde. Já li jornais em edição de papel e já dei uma vista de olhos por vários jornais on-line. E estou a estranhar o facto de ainda não ter visto anunciada nenhuma sessão de homenagem a Pinto da Coista para hoje. Desde que estalou o Apito Dourado 2.0 este é o gajo mais homenageado do mundo. Não consta que tenha posto fim à guerra no Iraque, à fome em África ou à crise política na Ucrânia, mas sessão de beija-mão é até não poder mais. Temos homem.
São quatro da tarde. Já li jornais em edição de papel e já dei uma vista de olhos por vários jornais on-line. E estou a estranhar o facto de ainda não ter visto anunciada nenhuma sessão de homenagem a Pinto da Coista para hoje. Desde que estalou o Apito Dourado 2.0 este é o gajo mais homenageado do mundo. Não consta que tenha posto fim à guerra no Iraque, à fome em África ou à crise política na Ucrânia, mas sessão de beija-mão é até não poder mais. Temos homem.
Carnaval é sempre que um lamp quer
O galinhas não dá tréguas na sua cruzada rumo ao título de clube mais ridículo do mundo. Desta vez resolveram trocar as épocas do ano da mesma maneira que Trapattoni troca o Roger com outro jogador qualquer. Dito e feito: a lampionagem vai ter mesmo carnaval uma semana antes do Natal. E aí temos um fantástico número de palhaçada de má qualidade com uma data de idiotas na bancada vestidos de Pai Natal. Tudo com o objectivo de figurar no Guiness Book of Records. Se o propósito era apenas aparecer no Guiness bem que podiam arranjar outra tarefa, igualmente estúpida, mas que não implicasse ter que vestir como um pateta: maior nº de adeptos a comer minhocas durante um lançamento lateral ou maior nº de adeptas a meter o dedo no nariz durante um mergulho do Karadas, por exemplo. Mas no clube galináceo pior é sempre possível. E aí temos Simulação Sabrosa vestido de Pai Natal - que bem que lhe fica a indumentária - a fazer propaganda ao record mundial. Sim, porque o objectivo é aparecer no livro, nem que seja a troco de ter que fazer figura de parvo. Publicitam a palhaçada mas nem sequer referiram que, pelo meio, vai haver uma sessão de mergulho para a piscina com os grandes artistas Karadas e Simão. Isso não interessa: o negócio deles é mesmo a palermice organizada.
Este clube dá, de facto, motivos de alegria a muitos portugueses: riso é com eles.
O galinhas não dá tréguas na sua cruzada rumo ao título de clube mais ridículo do mundo. Desta vez resolveram trocar as épocas do ano da mesma maneira que Trapattoni troca o Roger com outro jogador qualquer. Dito e feito: a lampionagem vai ter mesmo carnaval uma semana antes do Natal. E aí temos um fantástico número de palhaçada de má qualidade com uma data de idiotas na bancada vestidos de Pai Natal. Tudo com o objectivo de figurar no Guiness Book of Records. Se o propósito era apenas aparecer no Guiness bem que podiam arranjar outra tarefa, igualmente estúpida, mas que não implicasse ter que vestir como um pateta: maior nº de adeptos a comer minhocas durante um lançamento lateral ou maior nº de adeptas a meter o dedo no nariz durante um mergulho do Karadas, por exemplo. Mas no clube galináceo pior é sempre possível. E aí temos Simulação Sabrosa vestido de Pai Natal - que bem que lhe fica a indumentária - a fazer propaganda ao record mundial. Sim, porque o objectivo é aparecer no livro, nem que seja a troco de ter que fazer figura de parvo. Publicitam a palhaçada mas nem sequer referiram que, pelo meio, vai haver uma sessão de mergulho para a piscina com os grandes artistas Karadas e Simão. Isso não interessa: o negócio deles é mesmo a palermice organizada.
Este clube dá, de facto, motivos de alegria a muitos portugueses: riso é com eles.
Friday, December 17, 2004
Thursday, December 16, 2004
Newcastle - SPORTING
Vamos a Inglaterra disputar um jogo que ainda pode significar alguma coisa em termos de classificação. Espero que o SPORTING demonstre vontade de vencer e eficácia. A Taça UEFA é uma prova na qual devemos progredir o mais possível. E uma vitória em Newcastle seria excelente. Força SPORTING.
Vamos a Inglaterra disputar um jogo que ainda pode significar alguma coisa em termos de classificação. Espero que o SPORTING demonstre vontade de vencer e eficácia. A Taça UEFA é uma prova na qual devemos progredir o mais possível. E uma vitória em Newcastle seria excelente. Força SPORTING.
Monday, December 13, 2004
Thursday, December 09, 2004
Tuesday, December 07, 2004
Tuesday, November 30, 2004
SPORTING - Sochaux
Vamos tratar de resolver já o apuramento para eliminatória seguinte da Taça UEFA. Temos fortes possibilidades; calma e determinação serão vitais.
O jogo com a Académica é de extrema importância. Não podemos falhar agora. Olhando para o que jogam os adversários podemos considerar que, mesmo com os pontos mal desperdiçados, ainda temos possibilidades de chegar ao primeiro lugar.
Paragem de alguns dias aqui no estaminé. Volto na próxima semana. Com mais duas vitórias, espero.
Força SPORTING!
Vamos tratar de resolver já o apuramento para eliminatória seguinte da Taça UEFA. Temos fortes possibilidades; calma e determinação serão vitais.
O jogo com a Académica é de extrema importância. Não podemos falhar agora. Olhando para o que jogam os adversários podemos considerar que, mesmo com os pontos mal desperdiçados, ainda temos possibilidades de chegar ao primeiro lugar.
Paragem de alguns dias aqui no estaminé. Volto na próxima semana. Com mais duas vitórias, espero.
Força SPORTING!
Monday, November 29, 2004
Mais uma
Excelente vitória sobre o Moreirense. O SPORTING entrou em grande força e, tirando aquele início de 2ª parte a fazer lembrar velhos tempos, mostrou vontade e competência para vencer o jogo. Saúda-se o regresso de alguns jogadores - como Pedro Barbosa e Sá Pinto - que tiveram exibições, atendendo às circunstâncias, positivas. A equipa está a mostrar um futebol cada vez mais consistente e mostra-se, agora, capaz de se bater com as melhores equipas da Superliga. Tudo isto acentuado por golos de «encher o olho». Vamos então continuar e esperar com paciência para ver no que isto vai dar.
Excelente vitória sobre o Moreirense. O SPORTING entrou em grande força e, tirando aquele início de 2ª parte a fazer lembrar velhos tempos, mostrou vontade e competência para vencer o jogo. Saúda-se o regresso de alguns jogadores - como Pedro Barbosa e Sá Pinto - que tiveram exibições, atendendo às circunstâncias, positivas. A equipa está a mostrar um futebol cada vez mais consistente e mostra-se, agora, capaz de se bater com as melhores equipas da Superliga. Tudo isto acentuado por golos de «encher o olho». Vamos então continuar e esperar com paciência para ver no que isto vai dar.
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