Friday, February 11, 2005

No Domingo

Venha o Rio Ave. Estaremos lá para apoiar. Dê por onde der.
Força SPORTING!

Thursday, February 10, 2005

Situação do SPORTING

As coisas não estão bem. Quer com a equipa de futebol, quer com a equipa que dirige o clube. As vitórias que vão surgindo têm o efeito de desviar um pouco a atenção. Só que varrer para debaixo do sofá esconde mas não elimina. E, desde que a época começou, o SPORTING, sobretudo os seus dirigentes, têm andado a «varrer para debaixo do sofá» para ver se a coisa se vai aguentando.

No dia 22 de Setembro de 2004 escrevi aqui um post em que achava que o despedimento da equipa técnica e a convocação de eleições no clube, com as consequentes mudanças na SAD, seriam duas medidas positivas. Os meses passaram e acho que não me enganei. Correndo o risco de ser injusto com generalizações, esta equipa técnica mostra-se incapaz de tornar a equipa lutadora, eficiente e determinada como devem ser as que querem ganhar, e os dirigentes entraram numa espiral de disparates que vão colocando em causa, inclusivé, o bom nome do clube.
Quanto à equipa técnica, o resultado está à vista: a equipa não rende o que devia e não estou a ser demasiado exigente. Este campeonato está tão alinhado por baixo que, o SPORTING, com um bocadinho mais de qualidade - perfeitamente ao alcande com as condições actuais - estaria neste momento a liderar com 10 pontos de avanço. Mas em vez disso temos uma equipa que, sempre que tem a possibilidade de assumir a liderança, foge dela «como o diabo da cruz». Já sei que há cabeças que entendem que isto é não apoiar a equipa mas eu não acho nada disso. Entendo que apontar o que está mal é uma importante forma de apoio, sobretudo quando as coisas estão mesmo mal.
Quanto à direcção, aí parece que há factos novos... ou talvez não.
Comecemos pelo supremo disparate que foi a assinatura daquele «acordo» com o Benfica. Antes de analisar os consequências, atentemos no objectivos: para que serve este acordo? Para nada. Não passa de um conjunto de vagas intenções que qualquer pessoa de bom-senso debitaria em qualquer circunstância, o que faz dele um acordo inócuo porque, à partida, se sabe que não vai ter eficácia nenhuma. Porque não é com reuniões de dois dirigentes, e mais um que não foi porque estava doente, no foyer de um hotel que se resolvem os problemas do futebol português. E já nem refiro o facto de um dos patrocinadores da dita reunião - LFV - ser um dos principais responsáveis pela eleição dos actuais dirigentes do futebol profissional; na altura ele até achava que isso era mais importante do que contratar jogadores. Será que Dias da Cunha ainda se lembra disto? Dirão que Dias da Cunha foi porque quis e que LFV não o obrigou a nada. Certíssimo. Mas o que me interessa é saber o que passou pela cabeça de Dias da Cunha fazendo-o alinhar em semelhante palhaçada - o termo mais adequado que eu encontro para referir a tal reunião.
E quanto às consequências da reunião? Aí é que está a questão. Uma espécie de pacto de não-agressão verbal em que os dirigentes se coíbem de comentar as arbitragens dos jogos entre esses clubes. E o SPORTING foi logo o primeiro a ser prejudicado com os seus dirigentes a ficarem ostensivamente calados perante a péssima arbitragem de António Costa que, praticamente, nos custou a Taça de Portugal. É tão rídiculo que nem merece mais comentários.
Mas há mais: o direito de opção por Nuno Assis. Não sei se devíamos ter accionado a cláusula de modo a ficarmos com o jogador. Mas sei que foi uma atitude verdadeiramente disparatada, por parte do SPORTING, abdicar muito antes do prazo facilitando a inscrição do jogador por parte do SL e Galinhas. Nem quero dizer aqui algumas das palavras que vêm no diccionário para caracterizar isto, por respeito ao clube.
Mas ainda há mais. Nós julgávamos que os dirigentes do SPORTING constituíam uma equipa, com áreas de actividades distribuídas pelas pessoas. Nada disso. Dirigentes do clube, com responsabilidades em matéria de futebol, só tiveram direito a saber do tal acordo pela televisão e pelos jornais, tal como todos nós. Que interessante concepção de equipa... E, já agora, porquê este secretismo todo?
E depois ainda há o que não sabemos ou só vamos sabendo aos poucos. E talvez venhamos a saber em breve, espero.
Uma coisa se extrai: as coisas não estão a funcionar normalmente. Ou, pelo menos, não foi esta a decisão dos sócios nas urnas de voto, durante as últimas eleições. E eu volto ao início: uma direcção que hipoteca os interesses do clube, após um jogo em que este foi prejudicado, em nome de um acordo com um clube onde é proeminente dirigente um indivíduo como José Veiga - será que já se esqueceram do Jardel? - é uma direcção que não merece confiança para prosseguir ao comando dos destinos do clube.
Como sócio do SPORTING - com o máximo de votos - e accionista da SAD, manifesto deste modo um voto de desconfiaça perante esta direcção. Sei que isto não serve para nada. E até sei a cartilha a que Dias da Cunha vai recorrer para calar as críticas. Mas os interesses do SPORTING, em consciência, obrigam-me a isso.
E finalizo com uma palavra de solidadriedade para Ribeiro Telles e também para José Eduardo Bettencourt. Porque tenho alguma memória e sei que o que se está a passar também tem que ver com a sua saída.

VIVA O SPORTING, SEMPRE!

Wednesday, February 09, 2005

Brincadeira de carnaval

O SPORTING foi à Madeira brincar ao carnaval. Parece que acharam que tinham direito de o fazer. Claro que os sócios é que não acharam grande piada. Enfim...



Friday, February 04, 2005

Na Madeira

Vamos jogar contra o Marítimo com alguma pressão em cima. E não podemos falhar. Somos a equipa que joga melhor futebol, como tal, com força e muita concentratação conseguiremos os nossos objectivos.
Força SPORTING!

Thursday, February 03, 2005

A questão (do) central

José Peseiro tem um problema. Aliás, como qualquer treinador, tem vários. Mas há um que se destaca porque é o que o assusta e o que mais o preocupa: que fazer com Beto? Como qualquer adepto de futebol, por mais básico que seja, já percebeu, Enakarhire é titularíssimo e a seguir a ele está Polga, com Beto a grande distância. Peseiro sabe que a lógica natural das coisas consiste em dar a titularidade a Enakarhire e a Polga. Mas Peseiro também sabe que Beto já foi capitão de equipa, é muito defendido por alguns sectores de adeptos e gosta de se mostrar opinativo sobre o que se passa com a equipa - veja-se a sua atitude quando soube que Mourinho podia vir treinar o SPORTING. Resulta daqui que Peseiro sabe que Beto não tem lugar na equipa e que soluções tipo lateral direito e trinco mais não são do que remedeios para o por a jogar, o que até já nos custou alguns dissabores. Por agora está safo porque o Beto lá vai tendo umas lesões. Quando ele estiver apto é que vai ser: porque a verdadeira questão, trágica para a equipa, é perceber-se que há jogadores que jogam porque o treinador não é capaz de os colocar no banco. Isso vai dar problemas porque aí fica em causa um dos mais elementares princípios de justiça do futebol. Da minha parte, não se trata de nada contra o Beto em particular, nem de nada a favor dos que jogam. Trata-se apenas de, como adepto, sentir que quem manda na equipa é o treinador, sem medo. É isso que eu desejo.

Tuesday, February 01, 2005

Menos dois pontos

É dificíl dizer alguma coisa sobre o jogo de ontem. As explicações escasseiam a todos aqueles que não se contentam com teorias de massacres e coisas do género. Perdem-se oportunidades claras de assumir a liderança com uma «normalidade» incomodativa para quem exige maior rigor. Que me interessa «massacrar» se não ganho? No jogo contra o Setúbal, para lá de considerações tácticas, o que mais me surpreendeu foi uma evidente falta de concentração por parte de toda a equipa, à excepção de Enakarhire: falhanços de baliza aberta; passes de 3 metros errados; jogadores a abrirem os braços quando têm a bola nos pés, solicitando ajuda; um guarda-redes distraído num lance que lhe custou um golo. Situações típicas de uma equipa que não está no pleno da concentração e empenho. Pareceu-me que a equipa achou que mais tarde ou mais cedo a bola entrava; e quando deram por ela, já tinham sofrido um golo. Atitude completamente diferente daquela que tinham no jogo da Taça. O que custou dois pontos. Espero que a lição tenha servido para o jogo com o Marítimo.

Monday, January 31, 2005

SPORTING - Vitória de Setúbal

Jogo decisivo logo à noite. A equipa tem a possibilidade de saltar para o primeiro lugar isoladamente. Vamos acreditar e apoiar. Oportunidades destas não se podem desperdiçar.
Força SPORTING!

Friday, January 28, 2005

Ri-te, ri-te

Lucílio Baptista também foi prestar declarações no âmbito do Apito Dourado. «Prestar declarações» é a expressão que ele usa porque, ao que consta, ele foi à PJ para ser constituído arguido no processo. Há uma dúvida que nos incomoda: será que ao ser interrogado passou o tempo todo a rir tal como quando arbitra jogos de futebol?
Outra vez o jogo da Taça

o maradona (com minúscula) explica muito bem o que se passou no(s) jogo(s) de 4ª feira. Pela brilhante análise, merece uma visita.

Thursday, January 27, 2005

O futebol (também) é isto

Nem sempre ganha a melhor equipa. Sorte e arbitragem são elementos de relevo num jogo de futebol, como ontem se viu. Resta a certeza de que somos melhores e que, algures a meio da caminhada, se fará um pouco de justiça. Venha o próximo.
Sobre o canalha

Energúmenos mal educados vão sê-lo a vida inteira e não são as palavras de gente íntegra que os demovem do seu estendal de baixaria. Há instituições para resolver contendas, desportivas ou civis, mas também não me parece que isso sirva para muito porque ele não entende essa linguagem. O canalhita é tão estúpido que pensa que se pode dirigir a José Peseiro como se digige a um dos comparsas do grupinho de teatro a que pertence e que ensaia ali para os lados do Colombo. Desde que é «jogador profissional»??? que se comporta como um escroque, aquilo está-lhe no sangue. Todos sabemos como tratar com este tipo de gentalha. E acho que não vou ter que esperar muito tempo para ver.

Tuesday, January 25, 2005

Nova prova de fogo

O jogo de Barcelos já lá vai; ganho e bem ganho. Agora vem aí novo desafio: a deslocação fora para o jogo da Taça. As lesões são muitas mas, com determinação e força de vontade, é possível vencer mais esta etapa.
Força SPORTING!
Mudam-se os tempos...

Sá Pinto é um dos favoritos aqui do «5 Violinos». Acho que toda a gente consegue ver porque é que um sportinguista tem tanta admiração por este jogador; não é preciso recapitular. Dois grandes golos e uma excelente exibição trouxeram-no de novo para a ribalta. Mas o que eu mais destaquei desta cena toda foi ouvir um indivíduo, cujo nome nem vou citar porque não vale mesmo a pena, dizer que estávamos na presença de «um grande homem, com grande lealdade perante os adversários», quando aqui há uns anos atrás, a propósito de um determinado acto cometido por Sá Pinto, ter vindo para a TV dizer coisas do tipo: «tem que ser severamente punido»; «isto é inaceitável para o futebol» e outras do género de que já nem me lembro. Bem sei que ele dedicou um golo ao Mantorras, mas isso não é motivo para tal mudança de opinião, ou se calhar é

Friday, January 21, 2005

Caro sr. José Peseiro...

Peço-lhe um grande favor: não invente no jogo que vai a Barcelos disputar contra o Gil Vicente. Bem sei que as lesões não têm ajudado, houve até um jogador que foi a uma brincadeirinha de uma selecção lesionar-se ficando impossibilitado de jogar. Também sei que a SAD julga (erradamente) que a aquisição do Mota é suficiente para enfrentar a 2ª volta da Superliga. Mas ainda assim, não tente descobrir a pólvora. Finalizo desejando-lhe sorte (porque também é preciso).
Força SPORTING!

Thursday, January 20, 2005

Já cá faltava

Quando vi pela primeira vez as imagens daquela ciança, vítima do maremoto, que apareceu com a camisola da selecção portuguesa disse logo que íamos ter festival de verborreia acerca do assunto. Imaginei logo os escribas e opinadores cá da paróquia ao lado de alguns jogadores e dirigentes a debitarem de forma emocionada patetices sobre o infortúnio (e a sorte) do miúdo.
Enjoa, e bastante, este comportamento subdesenvolvido de misturar futebolices com tudo e com nada, pervertendo toda a ordem de relevância que as coisas têm. Do lote de lamechices bacocas que se foram ouvindo, o apogeu foi atingido por esta criatura que eu já conhecia de o ter visto na televisão a destilar ódio contra a Juventude Leonina a propósito de um infeliz acidente que houve em Alvalade e do qual, a claque, não teve culpa nenhuma. Ele lá saberá porquê. Nunca mais o li ou ouvi - porque tenho leituras mais interessantes com que ocupar o meu tempo - até ter chegado ao tal artigo. E geralmente, perante peças do género, costumo ter vontade de rir. Mas desta vez senti mesmo nojo. Nojo pela atitude de quem se põe a fazer jogos florais de 4ª classe, invocando o clube próprio e a selecção e outras irrelevâncias do género, sem o mínimo de respeito pela situação da criança: para amealhar uns euritos com umas croniquetas semanais tudo serve de inspiração. A balbúrdia mental de quem acha que tudo pode ser motivo de prosa. Um nojo!
Aqui há uns tempos atrás li - no PÚBLICO, salvo erro - um interessante artigo do compositor Pinho Vargas em que este se insurgia contra esse fenómeno da esticização da dor tão em voga no nossos meios de comunicação. Dizia ele que, como compositor, se sentia incomodado com o uso da música para determinados fins, como se esta não fosse uma nobre arte e servisse apenas os interesses de embelezamento de quem quer que seja. Todos nós conhecemos a fórmula: umas imagens em slow-motion de crianças famintas em África, agarrados do Intendente ou sobreviventes de um acidente rodoviário com uma pianada lamechas por cima e aí temos o clipzinho do sentimento. A estiticização da dor no seu auge. E um verdadeiro nojo. E o artigo desta criatura sobre a criancinha e o Eusébio e a selecção e o raio que o parta que lhe veio à cabeça é mesmo do pior. Talvez por ignorância, não sei.
Quando o filósofo alemão T. Adorno disse: "Depois de Aushwitz a poesia é impossível" ele não estava propriamente a dizer que depois dessa data se deixava de escrever poesia. Ele quis dizer, entre outras coisas, que depois de Aushwitz, esta marturbação folclórica comunicacional em torno da dor deveria ser impossível. Mas eles não entendem porque não sabem quem é o Adorno. Mas talvez saibam quem é o Romário. E sugiro-lhes que sigam o conselho que este deu a Pelé: ponham um sapato na boca porque só dizem...
Coreia, qual Coreia?

Não é apenas uma expressão banal: sempre que se diz que o futebol português é dirigido por uma cambada de ignorantes, isso é mesmo verdade. Daqueles que nem sequer sabem que existem uns livrinhos baratos, que costumam ter o nome «Atlas» e servem para mais do que enfeitar estantes. Não façam as professoras primárias dar voltas no túmulo, coitadas das senhoras. Saibam, ao menos, disfarçar a caca de galinha que têm dentro do cérebro.

Tuesday, January 18, 2005

Pergunta (assim a dar para o comprido como aquela da constituição)

O que é que a meio da Superliga, quando a sua equipa tem os mesmos pontos do 1º classificado, em vésperas de uma disputa importante para a Taça de Portugal, com um jogo decisivo para a Taça UEFA no horizonte e num período em que, devido às exigências físicas, há mais riscos de lesão, interessa a um jogador de futebol profissional?
Resposta: disputar o Torneio Internacional do Vale do Tejo (sel BB), claro!

Monday, January 17, 2005

Estão à espera de quê?

O que é que querem mais? Que o Porto perca 5 jogos seguidos? Que o galinhas deixe de ser ajudado e perca jogos em catadupa?
A exibição frente ao Nacional foi do mais triste que se viu nos últimos tempos: uma equipa apática e inoperante. Incapaz de aguentar o primeiro lugar na classificação. E ficam uma data de questões sem resposta: porque é que Danny saiu? será que Enakarhire terá que marcar 5 golos num jogo para assegurar a titularidade? quais são os laterais com que pretendemos lutar pelo título? Enfim, uma grande quantidade de questões a que ninguém responde.
Num campeonato que se afigura como um dos mais fáceis de ganhar de que há memória. Basta de incompetência. Temos direito a mais e a melhor.

Viva o SPORTING!!! (que tão maltratado anda)

Friday, January 14, 2005

A merecer uma espreitadela

O Furball do Tetas & Bolas desencantou um lamp que disse umas boas. Nada de novo, mas vale pela compilação. E sobre estas trapalhadas do escritor dos largos dias o escritor do equador não diz nada?
Em frente

Custa mais ficar lá do que lá chegar. Mas com força e convicção é possível, claro que é possível. Tal como nos últimos dois campeonatos que ganhámos.