Monday, May 16, 2005

Haja esperança

Porto e Boavista ganham na última jornada.

Friday, May 13, 2005

Jogo da Superliga?

A época não é feita de um jogo apenas. Mas este vai ser muito importante para a decisão do título, não tenhamos dúvidas. A hora de início começa a aproximar-se e ansiedade dos sportinguistas vai crescendo cada vez mais.
Esperamos que a nossa equipa mostre um futebol de bom nível. Esperamos que sejam determinados e ambiciosos. E que entrem em campo com uma disponibiliade total. Nós estamos convosco.
Força SPORTING!

Wednesday, May 11, 2005

Desejo de vencer

Do que eu mais gostei no jogo contra o Guimarães foi da demonstração de vontade de vencer que o SPORTING evidenciou. Claro que se percebia muito bem que a equipa estava cansada; não era para menos depois dos intensos 120 minutos de 5ªfeira. Claro que se percebia que há elementos muito importantes que fazem falta; as lesões são em número considerável. Mas também ficou claro para toda a gente que, apesar de todas as dificuldades, o SPORTING foi a equipa que mostrou que queria mesmo vencer o jogo. A este propósito cumpre-me dizer o seguinte: eu percebo, até um certo ponto, que determinadas equipas usem convenientemente a estratégia de «queimar tempo» com simulações. Mas tudo tem um limite. E a equipa do Guimarães ultrapassou, e de que maneira, esse limite. Os espectadores pagam - e bem - para ver futebol e não para verem medíocres números de teatro mal ensaiado. Porque foi mesmo isso que vimos na 2ª feira: o Guimarães tem que ensaiar muito; as suas simulações não convencem nem o mais crédulo dos espectadores. Ao menos, disfarcem a sério que é para não dar tanto nas vistas.
Sobre a arbitragem de Benquerença, não gostei nada. Não vou falar do cartão amarelo ao Liedson porque, sobre isso, o que há a dizer é que o Liedson devia ter tido mais atenção ao que estava a fazer. Agora, o resto da arbitragem foi tendencialmente prejudicial para o SPORTING. Duplicidade na marcação de faltas a meio campo; critérios largos nos cartões amarelos ao Guimarães (só se mostrava o primeiro amarelo e, a partir daí, era vê-los a dar trancada na maior das tranquilidades sem verem o segundo)e, o mais grave de tudo, o comportamento dos fiscais-de-linha em matéria de foras-de-jogo. O que estava à minha frente (ataque do Guimarães na 2ª parte) passou de todos os limites: os jogadores do Guimarães «plantados» em fora-de-jogo, pelo menos 4 vezes, e ele nada. Aliás, no futebol português estamos sempre a ver coisas novas e este fiscal-de-linha tratou de arranjar mais uma para o livro. Nas situações de fora-de-jogo dos jogadores do Guimarães ele, não só não os assinalava como ainda fazia gestos com o braço esquerdo mandando-os avançar, assim ao estilo «arrumador de automóvel». O que a regra diz é que, se estiver em fora-de-jogo, se deve levantar a bandeira, se não, o fiscal-de-linha deve simplesmente continuar a acompanhar a jogada. Só que a vontade era tanta. Ainda a este respeito, quem viu o jogo pela TV notou que as repetições das situações de fora-de-jogo, por vezes insistentes, desta vez foram praticamente inexistentes, enfim...
Estamos no primeiro lugar com fortes possibilidades de aí ficar até ao fim da Superliga. Vai ser precisa uma dose reforçada de vontade e concentração. Desejamos que o consigam. Se assim for, vão ver que vai valer a pena.

Monday, May 09, 2005

Já faltou mais

O Sporting - Guimarães fecha hoje a 32ª jornada da Superliga. Uma jornada onde o que nos deve interessar deve ser apenas o pensamento nos três pontos de que precisamos. Se ganharmos damos um passo importantíssimo na corrida pelo nosso objectivo de ganhar o campeonato. Espero que isto seja motivo suficiente para o SPORTING fazer uma demonstração de determinação e vontade.
Força SPORTING!

Friday, May 06, 2005

Só eu sei...

porque é que já tenho bilhete para a final da UEFA.
Conseguimos

A luta foi muito difícil e duradoura. Mas valeu a pena: conseguimos cumprir o objectivo de disputar a final da Taça UEFA no nosso estádio. Os jogadores e a equipa técnica estão de parabéns: acreditaram até ao fim. Mais uma vez tivemos que lutar contra tudo e contra todos. E assim demonstrámos que temos muita força e que vai ser muito difícil demoverem-nos do nosso caminho. Esta presença na final é inteiramente justa: a equipa que quis ir «para frente» e jogou melhor futebol foi o SPORTING. Os nossos jogadores estavam cansados mas mostraram que a verdadeira força está na cabeça - do Miguel Garcia e não só. Uma breve palavrinha para o cavalheiro que andou lá no campo com um apito na mão: ligue imediatamente ao Guilherme do conselho de arbitragem. Ele vai gostar de o conhecer e, quem sabe, recrutá-lo para apitar jogos aqui em Portugal.
SPORTING

Euforia. Emoção. Espectáculo. Justiça. O SPORTING está na final da Taça UEFA.

Thursday, May 05, 2005

Taça UEFA

A primeira metade já está. Falta a segunda. Não vai ser tão fácil como se diz por aí: o AZ é uma equipa perigosa. Portanto, temos que dar o máximo para podermos chegar à final no nosso estádio. Não basta sermos teoricamente superiores, é preciso demonstrar isso em campo.
Força SPORTING!

Wednesday, May 04, 2005

Crime de Lesa Pátria

Pelo que se vai vendo por aí, a seguir ao encarnado da instituição, a cor maioritária nas redacções portuguesas é o azul (do Chelsea). A histeria está mesmo instalada e quem não alinhar pela equipa treinada por Mourinho leva logo com o terrível diagnóstico de ser dos que têm problemas de portugalidade. Os jornas já decidiram, está decidido: Mourinho agora é mesmo «bom». Pois bem, eu até gramo o Chelsea, mas quando era puto o Liverpool era das minhas equipas favoritas. E «you'll never walk alone», cantado por Anfield Road cheio, é do mais bonito que há em futebol. Aliás, em Inglaterra tenho muita dificuldade em escolher porque gosto de muitas equipas. E pronto, este post não passa de uma ligeira confissão de quem tem as suas preferências futebolísticas inglesas um pouco confusas; o que não é necessariamente mau, creio. Quanto à validade do golo... não tenho opinião.

Monday, May 02, 2005

Excelente jogo

A Vitória do SPORTING em Braga é indiscutível: ganhou a equipa que jogou melhor, que dominou e que fez os possíveis para ganhar o jogo, arriscando bastante. Correu bem a troca de alguns jogdores; uma forma interessante de gerir o plantel numa altura em que o carga de esforço a que a equipa está a ser submentida é enorme.
E depois a exibição de Pinilla: grande noite. Mostrou que tem que se contar com ele.
Numa jornada em que os adversários directos do SPORTING foram, mais uma vez, vergonhosamente ajudados pelas arbitragens, ficou claro que o SPORTING vai ter que se esforçar muito mais do que os outros. A «onda vermelha» é, neste momento, uma campanha a funcionar no pleno e, quem lutar contra ela, vai ter que estar muito bem preparado e disposto a sofrer as consequências. Veja-se o que a grande maioria dos comentadores «profissionais» fazem a quem ousar levantar um dedo contra esta vergonha em curso: levam logo por tabela. Um bom exemplo disto é um programa que passa na TVI sobre as várias jornadas da Superliga. Nesse «espaço informativo» - que as pessoas que pretendam acompanhar a Superliga têm que ver porque a TVI é a detentora dos direitos dos vários jogos - o que ali se passa não é mais do que um ajuste de contas, com directas e indirectas, a todos aqueles que ousam colocar em causa esta campanha do Benfica campeão. Os pseudo-analistas que lá estão gastam a maioria do tempo disponível a comentar, a contradizer e até mesmo a fazer chacota de tudo e de todos os que não alinham na onda. Ou seja, estão ali para defender o Benfica e as injustiças de que o Benfica tem beneficiado. Ouve-se e não se acredita: supostos jornalistas a branquearem todas as asneiras e ilegalidades a que o Benfica tem recorrido nos últimos tempos. A vergonha no seu esplendor. Tal como a definiu Fernando Correia quando fazia o relato do Benfica - Belenenses, ao afirmar qualquer coisa do tipo: «gente eufórica com o golo do Benfica na bancada de imprensa... não se conseguem controlar e comportam-se como o mais fanático dos adeptos... como jornalista sinto-me envergonhado do que estou a ver»
A marcha está em curso; vamos ver até onde é que a falta de vergonha vai chegar.

Friday, April 29, 2005

Quase

O jogo não foi do melhor que já se viu; nada que se compare com o do Newcastle. A equipa está a mostrar cada vez mais o que são as quebras do fim da época. As mudanças no «onze» inicial, se servem para refrescar, também implicam uma certa quebra na ligação entre os vários jogadores.
Mas tudo ainda é possível. O golo de Pinilla vai fazer com que os holandeses tenham que abrir mais o seu jogo. O que para nós é bom porque ganhamos o espaço que é essencial para o nosso futebol. E, muito sinceramente, tirando dois ou três jogadores, o AZ Alkmaar que vimos ontem é uma equipa com enormes dificuldades técnicas. A não ser que estejam a fazer bluff, guardando os trunfos para a segunda mão, esta equipa holandesa é claramente inferior ao SPORTING. E o sinal já foi dado; agora falta irmos à Holanda e mostrarmos, em campo, porque é que merecemos jogar a final que se vai disputar no nosso estádio: faltam 90 minutos. Tratemos de ir buscar força onde pudermos para atingirmos o desejado objectivo.

Thursday, April 28, 2005

Ranking das participações nas competições da UEFA

1º Real Madrid (48 participações)

2º Barcelona (47 participações)

3º SPORTING (45 participações)

A Lista é enorme. Até o Leixões aparece lá mais para o fim.
Noite europeia

Jogamos hoje contra o Az Alkmaar. Temos que vencer, de preferência, com alguma vantagem. O Az Alkmaar é uma equipa mais perigosa do que aquilo que parece. E é determinante que possamos ir à Holanda com alguma vantagem de golos. Por isso, só nos resta vencer e convencer; que é o que temos que tentar a todo o custo para mostrarmos que somos merecedores da presença na final no Alvalade XXI.
Força SPORTING!

Wednesday, April 27, 2005

De vez em quando até acerta

Luisão, jogador do slb, ao jornalista no fim da rábula contra o Estoril, disputada no Algarve: "A vantagem do Benfica hoje foi ter jogado com 12 jogadores".

Certíssimo, Luisão. Só não era preciso dizeres. Porque nós, que vimos o jogo, já o tínhamos percebido.

Tuesday, April 26, 2005

Tudo em aberto

Difícil. Não adianta contornar a questão: como se vai vendo nestes últimos jogos, a coisa parece estar destinada. Mas é possível que aconteça uma surpresa e o SPORTING se agigante perante o que se está a ver à volta.
Temos a possibilidade de vencer o campeonato. Com determinação e muita vontade de superar as armadilhas que nos estão a montar, é possível chegar ao fim em primeiro lugar e trazer alguma justiça à tabela classificativa.
Força SPORTING!
Roubo

O que já era de esperar veio mesmo a acontecer: uma grande aldrabice com o único propósito de dar a vitória ao clube galináceo. Vitória esta que, jogando de igual para igual, dificilmente conseguiriam, uma vez que praticam um futebol do mais miserável que há na Superliga.
O esquema começou a ser montado com algumas semanas de antecedência. Era de ouro esta oportunidade de jogar com um adversário que poderia facilmente ser controlado porque é dirigido pelos mesmos que dirigem o galinhas. Nada foi deixado ao acaso: mudança ilegal do local de jogo; telefonemas nas vésperas a jogadores adversários; apoucamento e provocação da equipa técnica do Estoril e jornaleiros manipulados para argumentarem bacuradas no sentido de passar a ideia de que era «tudo perfeitamente normal», como diria o outro que já por lá treinou. A Liga tratou de dar o seu contributo, enterrando a cabeça na areia - não como fazem as cegonhas mas sim como fazem os cobardes - e tratou de nomear um árbitro mesmo à medida da «grande festança». Um daqueles árbitros que até descalço apitava pois a vontade era tanta... (arranjaram-lhe umas chinelas para o incómodo não ser muito grande). E lá começou a festa. 15 minutos de jogo e já todos tínhamos percebido como é ia ser até ao fim: ao mínimo toque de um jogador com outro lá estava o árbitro a apitar falta contra o Estoril. É assim muito mais fácil empurrar uma equipa para trás e dá muito menos nas vistas do que penalidades inventadas e golos anulados. E o Hélio mostrou como já aprendeu bem a cartilha. Foi também muito óbvio que iria ser extremamente difícil a tarefa do Estoril, pois estava a jogar contra catorze; 10 contra catorze, logo desde muito cedo.
Só que os representantes da «instituição» esqueceram-se de um pormenor importante: a equipa do Estoril é dirigida por bandalhos mas é constituída por jogadores dignos e treinada por uma equipa técnica honesta. Aí, a pandilha da «instituição» tratou de arrumar a questão dentro das possibilidades: expulsão de um treinador-adjunto e insultos e provocações ao intervalo e no fim do jogo. E pronto. Como disse o treinador do tal clube: «o importante era ganhar e conseguimos ganhar». Pois conseguiram. Só que também importa saber como é que o conseguiram fazer. E a esse respeito a única coisa que há a dizer é que este jogo se tratou de um caso de polícia. Do qual não se pode falar como simples espectáculo desportivo porque cedo se percebeu que as regras estavam viciadas. Por muito menos já houve gente a responder em tribunal e a ser condenada.
Enquanto tivermos um governo estrategicamente distraído a tutelar uma federação inoperante que deveria supervisionar uma Liga que é uma verdadeira balbúrdia administrativa, a instituição continuará a usufruir de todas as benesses que lhe poderem dar. É em períodos de confusão - como o que actualmente se vive na Liga em virtude do «apito dourado» - que estes chicos-espertos aproveitam para arrebatar o que for possível. A confusão como possibilidade de seguir em frente sempre foi motivo para estes carapaus-de-corrida. Tal e qual como aqueles que, por alturas de 1974, passaram de alunos do 2º ano da faculdade a finalistas com apenas uma cadeira por fazer: há quem saiba muito bem tirar dividendos da confusão.
Termino com uma palavra de apreço pelos jogadores do Estoril e pela sua equipa técnica que, perante as pessoas sérias deste país, ganharam muito mais do que 3 pontos. Aliás, mostraram possuir aquilo que dinheiro nenhum pode comporar: classe.

Friday, April 22, 2005

Mais um jogo muito importante

O SPORTING joga contra a Académica. Muita atenção: Nelo Vingada vai fazer o jogo da época, e desta vez com o grande desejo de poder ajudar o seu Benfica. Espero que a equipa do SPORTING saiba, em campo, dar a resposta adequada. Determinação e vontade vão dar muito jeito. Já faltou mais.
Força SPORTING!
Mais palavras para quê?

É uma (in)justiça portuguesa. O que uns artistas da misturadela jurídica fizeram ao Sá Pinto, ao Rui Jorge e ao Pedro Barbosa, é apenas outra prova de que o SPORTING está marcado: é o alvo a abater do final da Superliga.
Já nem vou perder tempo a repetir todas as incongruências em que se traduz esta aldrabice processual. Destaco apenas aquela que me parece ser a mais anedótica de todas as patetices: o Rui Jorge ter agredido um «adversário não identificado». Tem mesmo piada. Viram quem agrediu, viram que agrediu, mas não viram quem foi a vítima da agressão!
A debitar disparates deste calibre, começo a perceber porque é que Lucílio Batista passa o tempo todo a rir: é de si próprio que ele se ri.
A Negociata

Já tinha sido o Estoril. Com consequências desagradáveis para a equipa que vê o seu treinador ser colocado em causa por um ex-administrador que de ex não tem nada. Manda lá dentro muito mais do que os que lá estão oficialmente.
Agora vem também o presidente do Penafiel dizer que aceita mudar o local do jogo se a sua equipa «já não precisar dos pontos». Sintomático. Se dúvidas houvesse acerca das desvantagens desportivas decorrentes do facto de não se jogar em casa, Oliveira, no seu melhor estilo, tratou de as esclarecer: só aceita a mudança se «já não precisar dos pontos». Porque sabe que a alteração do campo de jogo coloca a sua equipa em desvantagem face ao visitante.
Claro que não precisávamos desta confirmação do presidente do Penafiel. Já todos tínhamos percebido que o slb anda a tentar comprar - com a promessa de maiores receitas - os clubes onde ainda tem que se deslocar, dando largas à batotice de se colocar numa posição desportiva diferente da dos seus concorrentes.
Devia ser para colocar estes batoteiros de meia tigela - que nem português sabem falar - na ordem que a Liga deveria existir. E não era preciso muito; bastava cumprir os regulamentos em vigor que não permitem que se altere o local de jogo apenas com a alegação de que os adeptos não cabem dentro do estádio.
Enfim, a vergonha no seu esplendor. E com palermas a baterem palmas.

Wednesday, April 20, 2005

Resposta ao post anterior

Ok, falhei. Mas por pouco. Eu julgava que os castigos ao Sá Pinto e ao Rui Jorge iam cair em cima do jogo com o slb. Andei lá perto: Sá Pinto não joga contra a Académica e o Braga e Rui Jorge não joga contra a Académica.
Depois há o outro lado da história: o que é que Sá Pinto; Rui Jorge e Pedro Barbosa fizeram para apanhar este castigo? Onde é que estão as imagens do túnel? Quais os critérios para estes castigos? Quem foram as testemunhas?
E poderia continuar aqui a colocar questões mas não o faço porque não vale a pena: é que para estas perguntas a única resposta é a seguinte: a arbitrariedade dos conselhos da Liga e da Federação.
Tudo teria sido bem mais simples se tivesse aparecido um Alex qualquer a dizer que não tinha sido nada. Como isso não aconteceu vamos disputar estes jogos com vontade de ganhar e com a convicção que estes ataques rasteiros a 5 jornadas no fim só serviram para nos dar força e manter o grupo unido. Espero que os tribunais tratem do resto e que não fiquem só pelo Porto; façam uma descida até Lisboa para ver se temos uma operação com um apito de outra cor.