Quase nem dei por isso
Este blog faz hoje dois anos.
Thursday, July 14, 2005
Monday, July 11, 2005
E o VIP voltou a mandar bacurada
O presidente do clube galináceo é um VIP - Very Important Pneu - e é nessa medida que lhe concedo umas linhas. Não é que a criatura tenha revelado finalmente quem é o tal craque que «já está contratado mas que o nome não interessa a ninguém». Desta vez ele resolveu prendar um sócio do SPORTING - Dias Ferreira - invocando até a sua condição de membro do Conselho Leonino do nosso clube. É claro que qualquer tentativa de insulto que venha dali se transforma imediatamente em elogio. A questão é que mete nojo estar a ver um programa de informação qualquer e sermos interpelados por tal figurinha a balbuciar o nome do nosso clube... O que uma pessoa tem que levar só por tentar ver uns 20 minutinhos de notícias na televisão!
O presidente do clube galináceo é um VIP - Very Important Pneu - e é nessa medida que lhe concedo umas linhas. Não é que a criatura tenha revelado finalmente quem é o tal craque que «já está contratado mas que o nome não interessa a ninguém». Desta vez ele resolveu prendar um sócio do SPORTING - Dias Ferreira - invocando até a sua condição de membro do Conselho Leonino do nosso clube. É claro que qualquer tentativa de insulto que venha dali se transforma imediatamente em elogio. A questão é que mete nojo estar a ver um programa de informação qualquer e sermos interpelados por tal figurinha a balbuciar o nome do nosso clube... O que uma pessoa tem que levar só por tentar ver uns 20 minutinhos de notícias na televisão!
Friday, July 08, 2005
Assim é que a gente se entende
O galinhas resolveu tirar a limpo a história dos seis milhões. Vai daí e contratou uma empresa para apurar os resultados com exactidão, muita exactidão. Eles julgavam que eram 12 milhões, só em Portugal, e queriam ter um dado rigoroso (salvo seja) para o poderem provar. Não faço link lá para o site não vá essa merda passar o vírus da gripe das galinhas. O estudo já saltou cá para fora há uns tempos mas, como devem calcular, tão profundo documento implicou um estudo apurado e é por esse motivo que eu falo do assunto com algum atraso.
Ainda assim gostava de partilhar convosco alguns dados pertinentes, sem os quais eu ainda estou para saber como foi possível falar-se de futebol em Portugal.
Comecemos pelo oriente. Apurou-se que no Vietname, no Laos e no Cambodja há 116 mil adeptos do galinhas. Quem sou eu para discutir? O que eu lamento é que esta informação tenha demorado tanto. Se tivesse vindo antes tinha-se evitado uma cena de porrada de deitar fumo como aquela que eu outro dia vi entre dois lampiões por causa de uma diferença de 2 mil adeptos no Vietname, no Laos e no Cambodja: o mais baixinho, que ficou sem um olho, dizia que eram 115 mil; o mais alto, que ficou sem uma orelha, dizia que eram 117 mil. E até nem falharam por muito.
Gostava também de apontar uma lacuna no precioso estudo: afirmam que nas Caraíbas são 5699, mas não dizem se contaram com os que lá estavam de férias. É grave. Quanto aos 81.559 da Austria tenho sérias dúvidas: tudo parece apontar para que sejam apenas 79.877. Depois veio outra desilusão: na China parece que são apenas 76.168 os que gritam pelo Paulo Almeida. Todos pensávamos que na China, sempre que se fala de pessoas, se aponta logo para os milhões. Vem agora esta malta falar em milhares... isso é um desrespeito pela instituição! Há também o continente africano: 3.803.123 em Moçambique mais 2.784.202 em Angola. Suponho que estes 2 de Angola são os pais do Mantorras e que os 123 de Moçambique são os sobrinhos do Eusébio; aguarda-se confirmação. Mas a grande desilusão é mesmo o número de adeptos em Portugal. Então não é que são apenas 4.752.354. Não pode ser! Eu deitava logo esse relatório para o lixo e cuspia na cara de quem o fez: este número é um ultrage aos bons chefes de família deste país. Passa um lampião a vida inteira a ouvir falar em 6 milhões - com a secreta convicção de serem 12 - e vêm agora estes «especialistas de meia-tigela» dizer que são apenas 4.752.354. O Barbas - que da outra vez se deitou no meio da 2ª circular em protesto contra as arbitragens - devia convocar imediatamente uma manifestação semelhante. Tipo: deitar frangos assados da ponte sobre o tejo tentando acertar em todos os barcos azuis ou verdes que passam, ou descer a Rua do Alecrim de gatas cantando uma versão rock do «ser benfiquista» feita pelos uhf. Isso é que era de homem!
Eu não podia deixar de partilhar convosco uma informação tão precisa e determinante, mas já chega de números. Ficamos assim todos muito mais tranquilos.
O galinhas resolveu tirar a limpo a história dos seis milhões. Vai daí e contratou uma empresa para apurar os resultados com exactidão, muita exactidão. Eles julgavam que eram 12 milhões, só em Portugal, e queriam ter um dado rigoroso (salvo seja) para o poderem provar. Não faço link lá para o site não vá essa merda passar o vírus da gripe das galinhas. O estudo já saltou cá para fora há uns tempos mas, como devem calcular, tão profundo documento implicou um estudo apurado e é por esse motivo que eu falo do assunto com algum atraso.
Ainda assim gostava de partilhar convosco alguns dados pertinentes, sem os quais eu ainda estou para saber como foi possível falar-se de futebol em Portugal.
Comecemos pelo oriente. Apurou-se que no Vietname, no Laos e no Cambodja há 116 mil adeptos do galinhas. Quem sou eu para discutir? O que eu lamento é que esta informação tenha demorado tanto. Se tivesse vindo antes tinha-se evitado uma cena de porrada de deitar fumo como aquela que eu outro dia vi entre dois lampiões por causa de uma diferença de 2 mil adeptos no Vietname, no Laos e no Cambodja: o mais baixinho, que ficou sem um olho, dizia que eram 115 mil; o mais alto, que ficou sem uma orelha, dizia que eram 117 mil. E até nem falharam por muito.
Gostava também de apontar uma lacuna no precioso estudo: afirmam que nas Caraíbas são 5699, mas não dizem se contaram com os que lá estavam de férias. É grave. Quanto aos 81.559 da Austria tenho sérias dúvidas: tudo parece apontar para que sejam apenas 79.877. Depois veio outra desilusão: na China parece que são apenas 76.168 os que gritam pelo Paulo Almeida. Todos pensávamos que na China, sempre que se fala de pessoas, se aponta logo para os milhões. Vem agora esta malta falar em milhares... isso é um desrespeito pela instituição! Há também o continente africano: 3.803.123 em Moçambique mais 2.784.202 em Angola. Suponho que estes 2 de Angola são os pais do Mantorras e que os 123 de Moçambique são os sobrinhos do Eusébio; aguarda-se confirmação. Mas a grande desilusão é mesmo o número de adeptos em Portugal. Então não é que são apenas 4.752.354. Não pode ser! Eu deitava logo esse relatório para o lixo e cuspia na cara de quem o fez: este número é um ultrage aos bons chefes de família deste país. Passa um lampião a vida inteira a ouvir falar em 6 milhões - com a secreta convicção de serem 12 - e vêm agora estes «especialistas de meia-tigela» dizer que são apenas 4.752.354. O Barbas - que da outra vez se deitou no meio da 2ª circular em protesto contra as arbitragens - devia convocar imediatamente uma manifestação semelhante. Tipo: deitar frangos assados da ponte sobre o tejo tentando acertar em todos os barcos azuis ou verdes que passam, ou descer a Rua do Alecrim de gatas cantando uma versão rock do «ser benfiquista» feita pelos uhf. Isso é que era de homem!
Eu não podia deixar de partilhar convosco uma informação tão precisa e determinante, mas já chega de números. Ficamos assim todos muito mais tranquilos.
Thursday, July 07, 2005
Quem vier a seguir que pague a factura
Eu já tinha percebido que a organização do Euro 2004 em Portugal não tinha servido de lição. A prova é que quem tem responsabilidades e contas a prestar prefere falar de «bandeirinhas na janela»; «mobilização nacional» e outras balelas inócuas em vez de questionar o disparate que foi a construção de tantos estádios novos - alguns dos quais vão servindo apenas para o clube galináceo jogar quando tem medo de ir a casa do adversário.
O que eu julgava é que perante a situação económica do país este tipo de megalomanias pseudo-desportivas iam ficar em stand-by (a melhoria do desporto em Portugal não passa pela construção de estádios ou infra-estruturas do género). Mas não. Já temos no horizonte mais uma ideia disparatada: a candidatura à organização de uns jogos olímpicos. E tudo se torna mais preocupante quando o actual primeiro-ministro, aqui há dois ou três anos, andou a dar entrevistas mostrando-se entusiasmado com a ideia.
Só a candidatura envolve meios financeiros incomportáveis para um país como o nosso - será que eles já ouviram falar do défice que Portugal tem; do crescimento do PIB; do preço do petróleo e da nossa dependência energética crónica, entre outras «insignificâncias» do género? Será que quem manda estes bitaites par o ar sabe o que custa verdadeiramente uma organização deste tipo?
No meio disto tudo a única coisa que me custa é perceber que a gestão do desporto em Portugal está entregue a pessoas que pensam desta maneira. Isso é que é preocupante. Que interessa que atletas portugueses de modalidades olímpicas não participem em provas internacionais porque ninguém é capaz de lhes custear as despesas de deslocação? Que interessa que atletas de modalidades olímpicas tenham que reservar as suas férias laborais para a participação em provas? Nada.
Mas não fiquem tristes: temos candidatura megalómana no horizonte. Também temos uma federação e uma liga (de andebol) que não se entendem e estão a colocar em causa a prática da modalidade. Também temos uma Liga de Futebol Profissional que não cumpre a lei do país uma vez que é ela que domina o orgão que coordena a arbitragem, e não devia. Temos muitas anomalias na organização desportiva, que o facto de sermos, dos 25 da Europa, aquele em menos pessoas praticam desporto regularmente bem atesta. Mas alguns querem-se candidatar a uma organização faraónica, e isso é que interessa para podermos continuar a parecer ricos, mesmo que não passemos de uns pobretanas de mão esticada a toda a hora.
Quem vão ser os dirigentes desportivos que se vão, desde o início, mostrar «muito entusiasmados» com a ideia? Não é difícil adivinhar.
Eu já tinha percebido que a organização do Euro 2004 em Portugal não tinha servido de lição. A prova é que quem tem responsabilidades e contas a prestar prefere falar de «bandeirinhas na janela»; «mobilização nacional» e outras balelas inócuas em vez de questionar o disparate que foi a construção de tantos estádios novos - alguns dos quais vão servindo apenas para o clube galináceo jogar quando tem medo de ir a casa do adversário.
O que eu julgava é que perante a situação económica do país este tipo de megalomanias pseudo-desportivas iam ficar em stand-by (a melhoria do desporto em Portugal não passa pela construção de estádios ou infra-estruturas do género). Mas não. Já temos no horizonte mais uma ideia disparatada: a candidatura à organização de uns jogos olímpicos. E tudo se torna mais preocupante quando o actual primeiro-ministro, aqui há dois ou três anos, andou a dar entrevistas mostrando-se entusiasmado com a ideia.
Só a candidatura envolve meios financeiros incomportáveis para um país como o nosso - será que eles já ouviram falar do défice que Portugal tem; do crescimento do PIB; do preço do petróleo e da nossa dependência energética crónica, entre outras «insignificâncias» do género? Será que quem manda estes bitaites par o ar sabe o que custa verdadeiramente uma organização deste tipo?
No meio disto tudo a única coisa que me custa é perceber que a gestão do desporto em Portugal está entregue a pessoas que pensam desta maneira. Isso é que é preocupante. Que interessa que atletas portugueses de modalidades olímpicas não participem em provas internacionais porque ninguém é capaz de lhes custear as despesas de deslocação? Que interessa que atletas de modalidades olímpicas tenham que reservar as suas férias laborais para a participação em provas? Nada.
Mas não fiquem tristes: temos candidatura megalómana no horizonte. Também temos uma federação e uma liga (de andebol) que não se entendem e estão a colocar em causa a prática da modalidade. Também temos uma Liga de Futebol Profissional que não cumpre a lei do país uma vez que é ela que domina o orgão que coordena a arbitragem, e não devia. Temos muitas anomalias na organização desportiva, que o facto de sermos, dos 25 da Europa, aquele em menos pessoas praticam desporto regularmente bem atesta. Mas alguns querem-se candidatar a uma organização faraónica, e isso é que interessa para podermos continuar a parecer ricos, mesmo que não passemos de uns pobretanas de mão esticada a toda a hora.
Quem vão ser os dirigentes desportivos que se vão, desde o início, mostrar «muito entusiasmados» com a ideia? Não é difícil adivinhar.
Sempre na frente
Naide Gomes: uma atleta da qual nos podemos orgulhar. Bateu o record nacional do salto em comprimento.
Naide Gomes: uma atleta da qual nos podemos orgulhar. Bateu o record nacional do salto em comprimento.
Monday, July 04, 2005
Parabéns
O Fute-Blog Total fez dois anos: é uma das referências aqui da casa; fundamental para a compreensão das coisas importantes do futebol português como a «filosofia táctica» de Luís Campos ou a «postura ofensiva» de Gabriel Alves.
Pelo que percebi através das imagens, a festa em Montalegre foi de grande nível (motivos de força maior impediram-me de lá ir).
O 5 Violinos endereça desejos de muitos e bons anos em prol do Pós-Modernismo no futebol.
O Fute-Blog Total fez dois anos: é uma das referências aqui da casa; fundamental para a compreensão das coisas importantes do futebol português como a «filosofia táctica» de Luís Campos ou a «postura ofensiva» de Gabriel Alves.
Pelo que percebi através das imagens, a festa em Montalegre foi de grande nível (motivos de força maior impediram-me de lá ir).
O 5 Violinos endereça desejos de muitos e bons anos em prol do Pós-Modernismo no futebol.
O sr. Serpa, agente de jogadores (se é FIFA ou não, lá isso não sei)
Para mim, um empresário de jogadores de futebol é alguém que trata de dar curso às transacções dos mesmos. O fenómeno, em Portugal, funciona por modas: há uns anos o empresário da berra era Manuel Barbosa, hoje ninguém sabe onde ele anda (e ainda bem para ele). Depois veio o psicólogo Paulo Barbosa, que dizia que não era empresário de jogadores mas apenas conselheiro pessoal; excelentes negócios ele fez com o clube galináceo. Surge então José Veiga, a imprensa desportiva em delírio, ele era o maior, óptimos serviços prestados à nação e vai-se a ver o grande «serviço» que ele fez foi destruir a carreira do melhor avançado que o futebol português dos últimos anos viu - Mário Jardel. Veiga cai em desgraça - porque será que estes empresários portugueses não se aguentam mais do que 3 épocas? - e entra Jorge Mendes na constelação; parece que ainda é o que está na berra, vamos ver até quando.
Durante estas férias futebolísticas o empresário que mais se destacou foi o sr. Serpa que, ao que parece - eu só leio desportivos na net e aí não olho para o cabeçalho onde vêm os nomes das chefias - é director da Bola, um dos jornais do clube galináceo. O sr. Serpa e o seu jornal - já sabem, só o leio na net (para não sujar os dedos) - resolveram que as «suas» tranferências da época iam ser o Liedson e McCarthy. E não deram descanso; há dois meses que não se calam com a conversa das «propostas irrecusáveis»; da «falta de condições psicológicas»; das «saudades da família»; do «contrato que está a acabar» e todas as outras «artimanhas de desvinculação» que fazem parte da cartilha do empresário de sucesso. O alvo está definido desde o início: como não há dinheiro para reforçar o clube galináceo, o melhor é enfraquecer os adversários - como Veiga tinha feito com Jardel - e nada melhor do que atacar os melhores goleadores do SPORTING e do Porto. Tão distraído com este processo Liedson-McCarthy tem andado o sr. Serpa, que nem teve tempo para reparar nos jogadores do seu clube que a toda a hora dizem que querem ir embora. Ricardo Rocha aparece todos os dias a dizer que pode ir não sei para onde. Miguel vai ao ponto de faltar à apresentação da equipa e de se recusar a jogar pelo clube com o qual tem contrato. Mas nada disso interessa para o jornal do sr. Serpa: fossemos acreditar no que escrevem - já sabem, só leio na net, e é quando leio - e o SPORTING deveria começar a época com o Tiago, o Nelson, o Tello e o Pinilla porque, ao resto do plantel, o sr. Serpa e o seu jornal trataram de arranjar transferência. No dia do regresso de Liedson a Lisboa, momento que o jornal do sr. Serpa acreditava não ser possível, a capa era ocupada com a existência, ou não, de cláusula de opção que permita mais um ano de contrato: nem tudo estava perdido, segundo eles. Enquanto o SPORTING não renovar com o jogador a chinfrineira não vai parar.
No futebol português vê-se de tudo (aquilo que não se devia ver). E agora temos os jornais empresários. O que vale é que ninguém os leva a sério.
Para mim, um empresário de jogadores de futebol é alguém que trata de dar curso às transacções dos mesmos. O fenómeno, em Portugal, funciona por modas: há uns anos o empresário da berra era Manuel Barbosa, hoje ninguém sabe onde ele anda (e ainda bem para ele). Depois veio o psicólogo Paulo Barbosa, que dizia que não era empresário de jogadores mas apenas conselheiro pessoal; excelentes negócios ele fez com o clube galináceo. Surge então José Veiga, a imprensa desportiva em delírio, ele era o maior, óptimos serviços prestados à nação e vai-se a ver o grande «serviço» que ele fez foi destruir a carreira do melhor avançado que o futebol português dos últimos anos viu - Mário Jardel. Veiga cai em desgraça - porque será que estes empresários portugueses não se aguentam mais do que 3 épocas? - e entra Jorge Mendes na constelação; parece que ainda é o que está na berra, vamos ver até quando.
Durante estas férias futebolísticas o empresário que mais se destacou foi o sr. Serpa que, ao que parece - eu só leio desportivos na net e aí não olho para o cabeçalho onde vêm os nomes das chefias - é director da Bola, um dos jornais do clube galináceo. O sr. Serpa e o seu jornal - já sabem, só o leio na net (para não sujar os dedos) - resolveram que as «suas» tranferências da época iam ser o Liedson e McCarthy. E não deram descanso; há dois meses que não se calam com a conversa das «propostas irrecusáveis»; da «falta de condições psicológicas»; das «saudades da família»; do «contrato que está a acabar» e todas as outras «artimanhas de desvinculação» que fazem parte da cartilha do empresário de sucesso. O alvo está definido desde o início: como não há dinheiro para reforçar o clube galináceo, o melhor é enfraquecer os adversários - como Veiga tinha feito com Jardel - e nada melhor do que atacar os melhores goleadores do SPORTING e do Porto. Tão distraído com este processo Liedson-McCarthy tem andado o sr. Serpa, que nem teve tempo para reparar nos jogadores do seu clube que a toda a hora dizem que querem ir embora. Ricardo Rocha aparece todos os dias a dizer que pode ir não sei para onde. Miguel vai ao ponto de faltar à apresentação da equipa e de se recusar a jogar pelo clube com o qual tem contrato. Mas nada disso interessa para o jornal do sr. Serpa: fossemos acreditar no que escrevem - já sabem, só leio na net, e é quando leio - e o SPORTING deveria começar a época com o Tiago, o Nelson, o Tello e o Pinilla porque, ao resto do plantel, o sr. Serpa e o seu jornal trataram de arranjar transferência. No dia do regresso de Liedson a Lisboa, momento que o jornal do sr. Serpa acreditava não ser possível, a capa era ocupada com a existência, ou não, de cláusula de opção que permita mais um ano de contrato: nem tudo estava perdido, segundo eles. Enquanto o SPORTING não renovar com o jogador a chinfrineira não vai parar.
No futebol português vê-se de tudo (aquilo que não se devia ver). E agora temos os jornais empresários. O que vale é que ninguém os leva a sério.
Friday, July 01, 2005
Masoquismo
Que ele não consiga entender nós até percebemos: inteligência é coisa que não abunda por aqueles lados. Mas será que não há nenhum intelectual tipo Pinhão-Seara-Máximo, daqueles que pensam as coisas da bola cientificamente como este brilhante trio, que lhe explique - talvez com recurso ao desenho - que combater-se a si próprio é uma manifestação de masoquismo? Vem isto a propósito das declarações do Grande Líder Pneumático: "Digo desde já que, nas próximas eleições, estarei na primeira linha de combate aos oportunistas e aos vaidosos. Se forem aqueles que gostam muito de falar nos jornais também lá estarei."
Vai ser lindo: Vieira a combater-se a si próprio. Deve ser devido a esta ambígua situação de dupla personalidade que o tipo fala dele próprio na 3ª pessoa: anda a preparar-se.
Que ele não consiga entender nós até percebemos: inteligência é coisa que não abunda por aqueles lados. Mas será que não há nenhum intelectual tipo Pinhão-Seara-Máximo, daqueles que pensam as coisas da bola cientificamente como este brilhante trio, que lhe explique - talvez com recurso ao desenho - que combater-se a si próprio é uma manifestação de masoquismo? Vem isto a propósito das declarações do Grande Líder Pneumático: "Digo desde já que, nas próximas eleições, estarei na primeira linha de combate aos oportunistas e aos vaidosos. Se forem aqueles que gostam muito de falar nos jornais também lá estarei."
Vai ser lindo: Vieira a combater-se a si próprio. Deve ser devido a esta ambígua situação de dupla personalidade que o tipo fala dele próprio na 3ª pessoa: anda a preparar-se.
Parabéns pelos 99 anos
Não é este blog que faz 99 anos, é o nosso SPORTING. E por isso está de parabéns. Teria sido fácil fazer como Porto e Galinhas: aproveitar uma confusão de nomes e vir dizer que tínhamos mais 10 anos. Mas nós somos sérios e temos orgulho dos nossos 99, verdadeiros. Faça-se a festa!
Não é este blog que faz 99 anos, é o nosso SPORTING. E por isso está de parabéns. Teria sido fácil fazer como Porto e Galinhas: aproveitar uma confusão de nomes e vir dizer que tínhamos mais 10 anos. Mas nós somos sérios e temos orgulho dos nossos 99, verdadeiros. Faça-se a festa!
Thursday, June 30, 2005
Para que serve o site de um clube?
Acham normal que não seja anunciada no site oficial a Assembleia Geral estatutária onde se aprovam as contas do clube, entre outras coisas?
Ou será que o site serve só para dizer que já passou, correu muito bem e foi tudo aprovado por larga maioria?
Acham normal que não seja anunciada no site oficial a Assembleia Geral estatutária onde se aprovam as contas do clube, entre outras coisas?
Ou será que o site serve só para dizer que já passou, correu muito bem e foi tudo aprovado por larga maioria?
Wednesday, June 29, 2005
Mentiroso
Rui Jorge foi considerado inocente das acusações que lhe eram imputadas pelos alfredos do Bessa: ficou provado que não houve agressão nenhuma por parte do jogador do SPORTING. Com os alfredos não me preocupo muito; percebo que a arruaça de túnel é o seu ofício e que é para isso que ali estão. Já no que diz respeito ao relatório do árbitro Lucílio Baptista a coisa é diferente: é que a criatura diz ter visto o Rui Jorge a agredir um jogador não identificado. Já não bastava o facto de ser uma trapalhada ver um jogador a agredir e não ver quem é agredido, há ainda a aldrabice de escrever no relatório uma coisa que não se passou - essa tal agressão. O que nos interessa saber é o que vai acontecer a um indivíduo que mente assim num relatório?
Rui Jorge foi considerado inocente das acusações que lhe eram imputadas pelos alfredos do Bessa: ficou provado que não houve agressão nenhuma por parte do jogador do SPORTING. Com os alfredos não me preocupo muito; percebo que a arruaça de túnel é o seu ofício e que é para isso que ali estão. Já no que diz respeito ao relatório do árbitro Lucílio Baptista a coisa é diferente: é que a criatura diz ter visto o Rui Jorge a agredir um jogador não identificado. Já não bastava o facto de ser uma trapalhada ver um jogador a agredir e não ver quem é agredido, há ainda a aldrabice de escrever no relatório uma coisa que não se passou - essa tal agressão. O que nos interessa saber é o que vai acontecer a um indivíduo que mente assim num relatório?
Monday, June 27, 2005
O futuro tem que ser nosso
Esta época fomos campeões nacionais de juniores e juvenis. Parabéns à rapaziada. Mais uma prova de que no SPORTING se trabalha bem ao nível da formação. Resta esperar que no meio desta malta haja 3 ou 4 craques mais 5 ou 6 jogadores de bom nível. Mostramos que também aqui somos muito melhores do que os outros.
Esta época fomos campeões nacionais de juniores e juvenis. Parabéns à rapaziada. Mais uma prova de que no SPORTING se trabalha bem ao nível da formação. Resta esperar que no meio desta malta haja 3 ou 4 craques mais 5 ou 6 jogadores de bom nível. Mostramos que também aqui somos muito melhores do que os outros.
Friday, June 24, 2005
Ter que viajar para longe, essa grande chatice
Ao Liverpool, o tal clube que está na Liga dos Campeões devido a uma mudança de regras fora do tempo, calhou-lhe no sorteio uma equipa chamada: «Total Network Solutions FC». Não é brincadeira, é mesmo esse o nome da equipa. Pensavam que neste tipo de lances do acaso não havia lugar para ironia sacana? Então tomem lá.
E a coisa não se fica por aqui. O presidente do Liverpool já disse que "It couldn't be better in that respect - we didn't want to be travelling to the far reaches of Europe or the borders of Asia, so we've ended up quite lucky with this one." É que a equipa com o afortunado nome é do País de Gales, fica perto, portanto.
«Total Network Solutions FC»!!! Parece rábula dos Monty Python... Eu gramo mesmo o humor inglês.
Ao Liverpool, o tal clube que está na Liga dos Campeões devido a uma mudança de regras fora do tempo, calhou-lhe no sorteio uma equipa chamada: «Total Network Solutions FC». Não é brincadeira, é mesmo esse o nome da equipa. Pensavam que neste tipo de lances do acaso não havia lugar para ironia sacana? Então tomem lá.
E a coisa não se fica por aqui. O presidente do Liverpool já disse que "It couldn't be better in that respect - we didn't want to be travelling to the far reaches of Europe or the borders of Asia, so we've ended up quite lucky with this one." É que a equipa com o afortunado nome é do País de Gales, fica perto, portanto.
«Total Network Solutions FC»!!! Parece rábula dos Monty Python... Eu gramo mesmo o humor inglês.
Thursday, June 23, 2005
Totobola
Já saiu a classificação dos árbitros esta época. Calma, não é bem assim: só saiu a classificação dos primeiros e dos últimos. Diz o actual presidente do CA da FPF que «Não vamos divulgar a lista enquanto os árbitros não forem informados.» Trapalhada bem à maneira desta malta da arbitragem portuguesa: se é assim não divulgavam nenhuma posição da classificação; dizer uns e não dizer outros, sustentanto a decisão nesse argumento, é que não passa de mais uma posição pouco clara.
Passemos então à parte mais divertida: a classificação dos 5 primeiros só pode dar mesmo para rir. Não é que os outros sejam melhores; é um facto que eles - por força das circunstâncias - são todos maus. Mas mesmo assim não deixa de ser caricato imaginar todas as trapalhadas e negociatas que teve que haver para que pudessem chegar a este resultado:
1º Pedro Proença
2º Paulo Costa
3º Lucílio Baptista
4º Paulo Paraty
5º Bruno Paixão
Safa...
Já saiu a classificação dos árbitros esta época. Calma, não é bem assim: só saiu a classificação dos primeiros e dos últimos. Diz o actual presidente do CA da FPF que «Não vamos divulgar a lista enquanto os árbitros não forem informados.» Trapalhada bem à maneira desta malta da arbitragem portuguesa: se é assim não divulgavam nenhuma posição da classificação; dizer uns e não dizer outros, sustentanto a decisão nesse argumento, é que não passa de mais uma posição pouco clara.
Passemos então à parte mais divertida: a classificação dos 5 primeiros só pode dar mesmo para rir. Não é que os outros sejam melhores; é um facto que eles - por força das circunstâncias - são todos maus. Mas mesmo assim não deixa de ser caricato imaginar todas as trapalhadas e negociatas que teve que haver para que pudessem chegar a este resultado:
1º Pedro Proença
2º Paulo Costa
3º Lucílio Baptista
4º Paulo Paraty
5º Bruno Paixão
Safa...
Tuesday, June 21, 2005
Tá mal… assim fica mais difícil ajudar o S.L. e Galinhas
Anunciam-se movimentações na organização da arbitragem. As partes mais incomodadas, aquelas que só têm a perder com as mudanças, já deram início ao «berreiro dos desesperados» para ver se fica tudo na mesma. Não querem o sorteio, nem querem que os árbitros sejam avaliados a partir do registo vídeo das suas prestações.
Devo começar por referir que, antes do modo como as coisas funcionam, devemos questionar a seriedade de quem a faz funcionar. E aí eu digo, claramente, que os dirigentes envolvidos na arbitragem não são sérios. Não são sérios porque colocam os interesses pessoais e os das suas confrarias acima dos interesses da própria arbitragem. Não são sérios porque vêem as coisas a correr mal e têm a distinta lata de dizer que está tudo bem e que é assim que se deve continuar.
Agora, ao sentirem os seus interesses ameaçados, resolveram vir para a opinião pública tentar intoxicar as pessoas com falácias que eles julgam serem credíveis. Típica atitude da criancinha esperta que, depois de ser apanhada a mentir, em vez de assumir, segue em frente para legitimar a mentira.
Dizem eles que o sorteio não funcionará porque nem todos os árbitros estão preparados para certos jogos. Começa aqui a mistificação: se o árbitro não está preparado, então não deve fazer parte dos quadros. Um bom árbitro, sabendo que as coisas funcionam de modo correcto em termos da sua avaliação, terá todo o interesse em apitar um jogo grande da melhor maneira para poder mostrar que tem valor.
Depois dizem que o sorteio desresponsabiliza os dirigentes que nomeiam os árbitros. É falso. A nomeação é que os desresponsabiliza: a prova é que, até ao «apito dourado» - que é outra história – ninguém viu nenhum dirigente da arbitragem ser responsabilizado, ou até mesmo punido, por erros cometidos na gestão da arbitragem.
Dizem também que a avaliação dos árbitros a partir do registo vídeo os coloca sobre enorme pressão. Óptimo. O que nós queremos é que os árbitros se sintam pressionados a fazer um trabalho de qualidade. Que depois será avaliado de forma calma e imparcial pelo registo vídeo. Porque o que agora acontece é que o árbitro se sente pressionado… a fazer uma arbitragem que agrade ao observador de árbitros que ele sabe de antemão que o vai avaliar.
Há ainda o argumento de que as imagens envolvem uma grande componente de subjectividade uma vez que um lance, de ângulos diferentes, consoante o movimento de câmara e a proximidade, interfere com a leitura que se irá fazer. Não nego: as imagens não são sempre esclarecedoras e podem induzir em erro. Mas tenho a certeza que, ainda assim, é muito mais fiável uma análise ponderada feita por um colectivo de pessoas que entenda do assunto, do que a análise feita por um indivíduo – o observador – sentado na bancada, longe do campo, sem direito a repetições e apenas com o auxílio do telemóvel para perguntar a aimgos «da sua confiança» o que é que eles acharam. Aliás, basta vermos em que consistem estes relatórios dos observadores para verificarmos que é aí que se decide parte fundamental da questão. Na grande maioria das vezes ficamos mesmo com a sensação de que o observador não viu o mesmo jogo que todos nós vimos. Tenho para mim que há relatórios que já vão escritos antes do jogo.
Tudo isto se pode resumir numa simples questão: se os árbitros são de confiança, como eles dizem, porque é que os seus dirigentes querem continuar a ter o poder de decidir quem apita o jogo a, b ou c? Se os árbitros são de confiança, os observadores e os dirigentes também, como dizem, e se não têm nenhum interesse a não ser o de ver «as coisas a correr bem», então que aceitem as mudanças. Porque, como já viu, assim é que não se pode continuar. Como esta época que terminou, em que um clube foi escandalosamente favorecido por determinadas arbitragens, fazendo dele o vencedor. Para essa vitória foram decisivas as prestações dos árbitros «criteriosamente» escolhidos para cada um dos jogos. E aí temos o serviço: 5 jogos ganhos com golos inventados, outros 5 com expulsões de adversários incorrectas e o resto que toda a gente viu.
O problema é que estas medidas não agradaram aos dirigentes da arbitragem e a um clube porque esses dirigentes e esse clube são os únicos que têm a ganhar com isso. E têm a ganhar porque controlam assim de uma forma despudorada um dos principais elementos do futebol enquanto competição: a arbitragem. Todos eles sabendo tirar dividendos desse poder.
Os árbitros têm que perceber, de uma vez por todas, que estão lá para arbitrar bem. E se não o fizerem deve ser punidos. Toda a conversa demagógica de dirigentes da arbitragem, ex-árbitros, coroados e outros atordoados é para ir directa para o caixote do lixo. Querem apenas que tudo continue na mesma: com eles a mandar.
Qual foi o único clube da Superliga que foi à lição de sapiência, proferida pelas luminárias da arbitragem com o intuito de defender a manutenção da nomeação e da avaliação pelos observadores? Esse mesmo.
Anunciam-se movimentações na organização da arbitragem. As partes mais incomodadas, aquelas que só têm a perder com as mudanças, já deram início ao «berreiro dos desesperados» para ver se fica tudo na mesma. Não querem o sorteio, nem querem que os árbitros sejam avaliados a partir do registo vídeo das suas prestações.
Devo começar por referir que, antes do modo como as coisas funcionam, devemos questionar a seriedade de quem a faz funcionar. E aí eu digo, claramente, que os dirigentes envolvidos na arbitragem não são sérios. Não são sérios porque colocam os interesses pessoais e os das suas confrarias acima dos interesses da própria arbitragem. Não são sérios porque vêem as coisas a correr mal e têm a distinta lata de dizer que está tudo bem e que é assim que se deve continuar.
Agora, ao sentirem os seus interesses ameaçados, resolveram vir para a opinião pública tentar intoxicar as pessoas com falácias que eles julgam serem credíveis. Típica atitude da criancinha esperta que, depois de ser apanhada a mentir, em vez de assumir, segue em frente para legitimar a mentira.
Dizem eles que o sorteio não funcionará porque nem todos os árbitros estão preparados para certos jogos. Começa aqui a mistificação: se o árbitro não está preparado, então não deve fazer parte dos quadros. Um bom árbitro, sabendo que as coisas funcionam de modo correcto em termos da sua avaliação, terá todo o interesse em apitar um jogo grande da melhor maneira para poder mostrar que tem valor.
Depois dizem que o sorteio desresponsabiliza os dirigentes que nomeiam os árbitros. É falso. A nomeação é que os desresponsabiliza: a prova é que, até ao «apito dourado» - que é outra história – ninguém viu nenhum dirigente da arbitragem ser responsabilizado, ou até mesmo punido, por erros cometidos na gestão da arbitragem.
Dizem também que a avaliação dos árbitros a partir do registo vídeo os coloca sobre enorme pressão. Óptimo. O que nós queremos é que os árbitros se sintam pressionados a fazer um trabalho de qualidade. Que depois será avaliado de forma calma e imparcial pelo registo vídeo. Porque o que agora acontece é que o árbitro se sente pressionado… a fazer uma arbitragem que agrade ao observador de árbitros que ele sabe de antemão que o vai avaliar.
Há ainda o argumento de que as imagens envolvem uma grande componente de subjectividade uma vez que um lance, de ângulos diferentes, consoante o movimento de câmara e a proximidade, interfere com a leitura que se irá fazer. Não nego: as imagens não são sempre esclarecedoras e podem induzir em erro. Mas tenho a certeza que, ainda assim, é muito mais fiável uma análise ponderada feita por um colectivo de pessoas que entenda do assunto, do que a análise feita por um indivíduo – o observador – sentado na bancada, longe do campo, sem direito a repetições e apenas com o auxílio do telemóvel para perguntar a aimgos «da sua confiança» o que é que eles acharam. Aliás, basta vermos em que consistem estes relatórios dos observadores para verificarmos que é aí que se decide parte fundamental da questão. Na grande maioria das vezes ficamos mesmo com a sensação de que o observador não viu o mesmo jogo que todos nós vimos. Tenho para mim que há relatórios que já vão escritos antes do jogo.
Tudo isto se pode resumir numa simples questão: se os árbitros são de confiança, como eles dizem, porque é que os seus dirigentes querem continuar a ter o poder de decidir quem apita o jogo a, b ou c? Se os árbitros são de confiança, os observadores e os dirigentes também, como dizem, e se não têm nenhum interesse a não ser o de ver «as coisas a correr bem», então que aceitem as mudanças. Porque, como já viu, assim é que não se pode continuar. Como esta época que terminou, em que um clube foi escandalosamente favorecido por determinadas arbitragens, fazendo dele o vencedor. Para essa vitória foram decisivas as prestações dos árbitros «criteriosamente» escolhidos para cada um dos jogos. E aí temos o serviço: 5 jogos ganhos com golos inventados, outros 5 com expulsões de adversários incorrectas e o resto que toda a gente viu.
O problema é que estas medidas não agradaram aos dirigentes da arbitragem e a um clube porque esses dirigentes e esse clube são os únicos que têm a ganhar com isso. E têm a ganhar porque controlam assim de uma forma despudorada um dos principais elementos do futebol enquanto competição: a arbitragem. Todos eles sabendo tirar dividendos desse poder.
Os árbitros têm que perceber, de uma vez por todas, que estão lá para arbitrar bem. E se não o fizerem deve ser punidos. Toda a conversa demagógica de dirigentes da arbitragem, ex-árbitros, coroados e outros atordoados é para ir directa para o caixote do lixo. Querem apenas que tudo continue na mesma: com eles a mandar.
Qual foi o único clube da Superliga que foi à lição de sapiência, proferida pelas luminárias da arbitragem com o intuito de defender a manutenção da nomeação e da avaliação pelos observadores? Esse mesmo.
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