Se o problema é esse arranja-se já aí uma malta para a futebolada
Só com amigos, claro. Eu sugiro a seguinte equipa:
Freitas do Amaral: guarda-redes; o novo grande amigo da ayatolada; como está gordo ocupa muito espaço e diminui as probabilidades de a bola entrar
Jerónimo de Sousa: lateral esquerdo; parece que é canhoto e gosta sempre de armar em amiguinho dos que estão contra os americanos
Um padreco desses que se colocam de lado dos manifestantes anti-caricaturas: defesa-direito, porque jogam à defesa que é para mais tarde puderem dizer o mesmo se se meterem com os santos deles
José Sócrates: defesa-central; porque condena os caricaturistas mas fá-lo sempre à defesa para não se comprometer com ninguém
Vitalino Canas: defesa-central; porque com um nome destes os adversários ficam logo assustados e nem precisam de ouvir as bacuradas que anda por aí a dizer
Ana Gomes: a trinco, posição óptima para quem anda sempre para frente e para trás e não diz nada que se aproveite
Um jornalista da TSF: médio-centro; porque gostam de estar no centro dos acontecimentos sempre que toca a defender os «coitadinhos dos muçulmanos vítimas dos ataques dos ocidentais»
Francisco Louçã: médio-esquerdo; porque quando ainda não sabe o que se passa já tomou posição, pela esquerda, claro
Mário Soares: médio direito; porque não quer que a ala direita «seja uma avenida para os iraquianos passarem sempre que lhes apetecer»
Daniel Oliveira: a nº 10; ninguém sabe muito bem de onde vem mas está em todo o lado e parece ser o estratega tuga da vitimização dos muçulmanos
Fernando Seara: avançado, porque está sempre a dizer que já jogou futebol a sério, e aproveita todas as oportunidades para aparecer na televisão
E pronto. Assim os iraquianos já têm com quem fazer um jogo amigável antes de jogarem contra Portugal. Que não seja por falta de preparação.
Tuesday, February 14, 2006
Eu sei que estou a ser chato mas prometo que nos próximos tempos não volto a falar do assunto
Só mais um searismo, desculpem lá a insistência.
Só mais um searismo, desculpem lá a insistência.
Monday, February 13, 2006
Olha, olha, o Seara agora assina com pseudónimo
Não é para admirar: qualquer gajo que dê conta de ter metade do ridículo do Seara trataria logo de arranjar um pseudónimo para se esconder.
Ou se calhar o pseudónimo é apenas para poder dizer aos tipos da Bola que não escreve em mais lado nenhum: talves eles acreditem.
Em relação ao conteúdo... não li o artigo. É que o parágrafo-teaser que está a bold é nada mais nada menos do que a descoberta daquilo que deve ser a 4ª lei de Newton sobre o movimento na zona do Algueirão - Mem-Martins: «Por vezes, a clareza é a arma mais eficaz para combater a inércia». Uff! Com tal descoberta fiquei arrasado e não consegui ler tudo. Acho que fala sobre o Adriaanse e malmequeres. Mas a minha falta de clareza não consegue combater a minha inércia e eu estou aqui tão inerte que nem consigo teclar. Volto um dias destes (quando a inércia passar).
Não é para admirar: qualquer gajo que dê conta de ter metade do ridículo do Seara trataria logo de arranjar um pseudónimo para se esconder.
Ou se calhar o pseudónimo é apenas para poder dizer aos tipos da Bola que não escreve em mais lado nenhum: talves eles acreditem.
Em relação ao conteúdo... não li o artigo. É que o parágrafo-teaser que está a bold é nada mais nada menos do que a descoberta daquilo que deve ser a 4ª lei de Newton sobre o movimento na zona do Algueirão - Mem-Martins: «Por vezes, a clareza é a arma mais eficaz para combater a inércia». Uff! Com tal descoberta fiquei arrasado e não consegui ler tudo. Acho que fala sobre o Adriaanse e malmequeres. Mas a minha falta de clareza não consegue combater a minha inércia e eu estou aqui tão inerte que nem consigo teclar. Volto um dias destes (quando a inércia passar).
As mãos
Na arbitragem portuguesa há modas. Comportamentos que os árbitros assumem à revelia das regras, motivados, a maior parte das vezes, pelos opinadores que actuam nos meios de comunicação. E a nova moda na liga portuguesa é a marcação de grandes penalidades sempre que haja um contacto qualquer entre mão, ou braço, e bola. Claro que um off-shore é sempre um off-shore e o da Luz é um deles: é para isso mesmo que servem os off-shores. Valia a pena, então, ir ao que interessa: a regra. E o que diz o paper que está no site da FIFA é o seguinte: «A direct free kick is awarded to the opposing team if a player handles the ball deliberately (except for the goalkeeper within his own penalty area)». Fica claro? Pelo que ontem ouvi num canal de televisão parece que não. Para mais esclarecimentos resta sempre a possibilidade de recorrer ao secretário do sr. Blatter cujo endereço a FIFA disponibiliza: Dr. Urs Linsi, 11 Hitzigweg, P.O. Box 85, 8030 Zurich, Switzerland.
Até que a moda passe... sugiro o uso de camisas-de-força. Contratar jogadores manetas também é sugestivo; o problema é que depois não podem marcar os lançamentos laterais.
Na arbitragem portuguesa há modas. Comportamentos que os árbitros assumem à revelia das regras, motivados, a maior parte das vezes, pelos opinadores que actuam nos meios de comunicação. E a nova moda na liga portuguesa é a marcação de grandes penalidades sempre que haja um contacto qualquer entre mão, ou braço, e bola. Claro que um off-shore é sempre um off-shore e o da Luz é um deles: é para isso mesmo que servem os off-shores. Valia a pena, então, ir ao que interessa: a regra. E o que diz o paper que está no site da FIFA é o seguinte: «A direct free kick is awarded to the opposing team if a player handles the ball deliberately (except for the goalkeeper within his own penalty area)». Fica claro? Pelo que ontem ouvi num canal de televisão parece que não. Para mais esclarecimentos resta sempre a possibilidade de recorrer ao secretário do sr. Blatter cujo endereço a FIFA disponibiliza: Dr. Urs Linsi, 11 Hitzigweg, P.O. Box 85, 8030 Zurich, Switzerland.
Até que a moda passe... sugiro o uso de camisas-de-força. Contratar jogadores manetas também é sugestivo; o problema é que depois não podem marcar os lançamentos laterais.
Friday, February 10, 2006
Wednesday, February 08, 2006
Ilacções
Mourinho, aqui há uns tempos atrás, foi bastante crítico em relação a alguns jogadores menos utilizados a quem tinha dado a oportunidade num daqueles jogos «teoricamente» mais fáceis. Dizia ele que em situações destas o que o tal jogador suplente tem a fazer é mostrar ao treinador que merece um lugar em vez de vir com aquela conversa - tão tipicamente jornalística - da falta de «entrosamento» e entendimento com os colegas. Concordo com essa ideia: sempre me custou entender aqueles jogadores que, mal mal vão para o banco de suplentes, tratam de ir a correr dar entrevistas acerca da insatisfação da sua condição de suplentes, mas que quando têm oportunidades não fazem nada.
Esta equipa que jogou contra o Paredes foi uma espécie de revolução: Nélson; Miguel Garcia, Polga, Hugo e Tello; Luís Loureiro, João Alves e Nani; Romagnoli; Deivid e Koke não são, claramente, o 11 titular do SPORTING. E o que tinham que ter feito era dar uma lição de futebol para mostrarem a Paulo Bento que pode contar com eles. Se não o fizeram - e eu não vi o jogo porque sou daqueles portugueses que nem sempre têm disponível uma tarde de 4ª feira para ir ao futebol - então estão a dar motivos ao treinador para os manter no banco.
Numa equipa que vence o treinador reflecte acerca de aspectos como este. Com prudência e sem alarmismos ou castigos. Espero sinceramente que Paulo Bento o faça. Qualquer jogador do SPORTING tem que jogar contra o Paredes com a mesma motivação com que joga contra a Juventus. É difícil? Pois é. Mas a equipa do SPORTING não é para qualquer um. É apenas para os que conseguem ser os melhores. Porque são esses os que vencem.
Mourinho, aqui há uns tempos atrás, foi bastante crítico em relação a alguns jogadores menos utilizados a quem tinha dado a oportunidade num daqueles jogos «teoricamente» mais fáceis. Dizia ele que em situações destas o que o tal jogador suplente tem a fazer é mostrar ao treinador que merece um lugar em vez de vir com aquela conversa - tão tipicamente jornalística - da falta de «entrosamento» e entendimento com os colegas. Concordo com essa ideia: sempre me custou entender aqueles jogadores que, mal mal vão para o banco de suplentes, tratam de ir a correr dar entrevistas acerca da insatisfação da sua condição de suplentes, mas que quando têm oportunidades não fazem nada.
Esta equipa que jogou contra o Paredes foi uma espécie de revolução: Nélson; Miguel Garcia, Polga, Hugo e Tello; Luís Loureiro, João Alves e Nani; Romagnoli; Deivid e Koke não são, claramente, o 11 titular do SPORTING. E o que tinham que ter feito era dar uma lição de futebol para mostrarem a Paulo Bento que pode contar com eles. Se não o fizeram - e eu não vi o jogo porque sou daqueles portugueses que nem sempre têm disponível uma tarde de 4ª feira para ir ao futebol - então estão a dar motivos ao treinador para os manter no banco.
Numa equipa que vence o treinador reflecte acerca de aspectos como este. Com prudência e sem alarmismos ou castigos. Espero sinceramente que Paulo Bento o faça. Qualquer jogador do SPORTING tem que jogar contra o Paredes com a mesma motivação com que joga contra a Juventus. É difícil? Pois é. Mas a equipa do SPORTING não é para qualquer um. É apenas para os que conseguem ser os melhores. Porque são esses os que vencem.
Tuesday, February 07, 2006
Aldrabice
Se o presidente do Nacional fosse um tipo inteligente, neste momento estaria a pensar qualquer coisa do tipo: "Armei-me em parvo e as coisas não correram como eu queria; da próxima vez vou mas é estar caladinho porque lá no SPORTING os tipos são implacáveis para quem se mete com eles. E um dia destes a minha estratégica amizade com o Pinto da Costa vai para o galheiro e voltarei a precisar de ter relações cordiais com todos os outros clubes."
Só que o presidente do Nacional de inteligente não tem nada. Não passa de um daqueles esquemáticos que naquela ilha vivem à conta do orçamento do continente que tanto criticam. E resolve insistir na sua estratégia saloia de se fazer de vítima quando toda a gente viu que foi ele que lançou fogo ao palheiro. Que ele não tem noção do rídiculo já todos tivemos oportunidade de confirmar pelas gravatas e camisas que usa. Agora, não se esqueça que isto não é a ilha da Madeira onde toda a gente acredita no que o chefe diz, apenas porque foi o chefe a dizer.
É claro que lá na Liga há uma data de Torquemadas desejosos de ver entrar, seja o que for, contra alguém do SPORTING. Mal apareça uma queixinha irrisória esfregarão logo as mãos de contentes com a possibilidade de exercer castigos à nossa equipa.
Mas a grande maioria das pessoas não é parva. E se o presidente do Nacional não acabar imediatamente com este estendal vai ter que engolir ainda mais. Depois não se venha queixar.
Se o presidente do Nacional fosse um tipo inteligente, neste momento estaria a pensar qualquer coisa do tipo: "Armei-me em parvo e as coisas não correram como eu queria; da próxima vez vou mas é estar caladinho porque lá no SPORTING os tipos são implacáveis para quem se mete com eles. E um dia destes a minha estratégica amizade com o Pinto da Costa vai para o galheiro e voltarei a precisar de ter relações cordiais com todos os outros clubes."
Só que o presidente do Nacional de inteligente não tem nada. Não passa de um daqueles esquemáticos que naquela ilha vivem à conta do orçamento do continente que tanto criticam. E resolve insistir na sua estratégia saloia de se fazer de vítima quando toda a gente viu que foi ele que lançou fogo ao palheiro. Que ele não tem noção do rídiculo já todos tivemos oportunidade de confirmar pelas gravatas e camisas que usa. Agora, não se esqueça que isto não é a ilha da Madeira onde toda a gente acredita no que o chefe diz, apenas porque foi o chefe a dizer.
É claro que lá na Liga há uma data de Torquemadas desejosos de ver entrar, seja o que for, contra alguém do SPORTING. Mal apareça uma queixinha irrisória esfregarão logo as mãos de contentes com a possibilidade de exercer castigos à nossa equipa.
Mas a grande maioria das pessoas não é parva. E se o presidente do Nacional não acabar imediatamente com este estendal vai ter que engolir ainda mais. Depois não se venha queixar.
Monday, February 06, 2006
Para que servem os braços num jogo de futebol?
Na semana passada lancei aqui uma dúvida sobre Luisão: fiquei sem saber porque é que ele tinha levantado o braço depois de ter levado um nó do Liedson.
No jogo de Leiria Luisão voltou a levar um nó. Mas em vez de acenar com o braço usou-o para tentar agarrar o jogador do Leiria. Nem isso conseguiu.
Mas o braço de Luisão não deixa de ser multifacetado. Já serviu para dar cotoveladas e para parar a bola dentro da grande-área. Talvez o basquetebol seja a sua vocação e ele ainda não tenha entendido.
Na semana passada lancei aqui uma dúvida sobre Luisão: fiquei sem saber porque é que ele tinha levantado o braço depois de ter levado um nó do Liedson.
No jogo de Leiria Luisão voltou a levar um nó. Mas em vez de acenar com o braço usou-o para tentar agarrar o jogador do Leiria. Nem isso conseguiu.
Mas o braço de Luisão não deixa de ser multifacetado. Já serviu para dar cotoveladas e para parar a bola dentro da grande-área. Talvez o basquetebol seja a sua vocação e ele ainda não tenha entendido.
Sunday, February 05, 2006
Peço desculpa...
... mas não vou fazer como muitos bloguistas do SPORTING que resolveram vir agradecer ao presidente do Nacional.
Porque acho que os jogadores do SPORTING têm que jogar independentemente das parvoíces que um idiota qualquer venha dizer. E porque acho que a criaturinha nem sequer é digna de referência - admito que fiquei surpreendido com a quantidade de posts que os meus "colegas" fizeram na semana passada acerca da diarreia mental de que a figurinha padeceu.
... mas não vou fazer como muitos bloguistas do SPORTING que resolveram vir agradecer ao presidente do Nacional.
Porque acho que os jogadores do SPORTING têm que jogar independentemente das parvoíces que um idiota qualquer venha dizer. E porque acho que a criaturinha nem sequer é digna de referência - admito que fiquei surpreendido com a quantidade de posts que os meus "colegas" fizeram na semana passada acerca da diarreia mental de que a figurinha padeceu.
Wednesday, February 01, 2006
Sempre o mesmo problema
Este rapaz tem um sério problema para quem é jogador de futebol: não o deixam jogar. A cena até já deu motivo de publicidade. Eu acho que só lhe restam duas hipóteses, tal como os putos que não são aceites para a equipa da turma: ou compra uma bola (o dono da bola joga sempre); ou vai à baliza (o que acontece aos que não jogam nada e só entram para fazer número).
Quanto à renúcia à selecção, acho que fez bem. Aliás, eu fiz o mesmo; também renunciei e nunca lá pus os pés.
Este rapaz tem um sério problema para quem é jogador de futebol: não o deixam jogar. A cena até já deu motivo de publicidade. Eu acho que só lhe restam duas hipóteses, tal como os putos que não são aceites para a equipa da turma: ou compra uma bola (o dono da bola joga sempre); ou vai à baliza (o que acontece aos que não jogam nada e só entram para fazer número).
Quanto à renúcia à selecção, acho que fez bem. Aliás, eu fiz o mesmo; também renunciei e nunca lá pus os pés.
A lentidão da justiça
Até tem alguma piada: quando sair a público o despacho de acusação do processo «apito dourado», os que eventualmente possam ir a julgamento, já não são os que controlam a totalidade da arbitragem do futebol português.
Sendo assim, quanto tempo vai demorar a investigar a propriedade das acções do Estoril-Praia; a tranferência (com gorjeta) de Moretto; o «desaparecimento» de Marcel da Académica; a necessidade dos adversários do galináceo terem que jogar com as mãos atadas atrás das costas; as viagens de árbitros e dirigentes a Marraquexe e por aí fora... Mais dois anos?
Até tem alguma piada: quando sair a público o despacho de acusação do processo «apito dourado», os que eventualmente possam ir a julgamento, já não são os que controlam a totalidade da arbitragem do futebol português.
Sendo assim, quanto tempo vai demorar a investigar a propriedade das acções do Estoril-Praia; a tranferência (com gorjeta) de Moretto; o «desaparecimento» de Marcel da Académica; a necessidade dos adversários do galináceo terem que jogar com as mãos atadas atrás das costas; as viagens de árbitros e dirigentes a Marraquexe e por aí fora... Mais dois anos?
Tuesday, January 31, 2006
Monday, January 30, 2006
Justiça e qualidade
Jogámos bem, muito melhor do que o adversário. Jogadores em grande nível e com muita determinação. E assim conseguimos uma vitória de grande categoria. Este jogo também serviu para mostrar o que vale a equipa do galinheiro quando não tem a ajuda dos amigos do apito.
Mas agora é preciso estar alerta: com a vitória neste jogo a equipa do SPORTING ficou marcada. Os companheiros de repasto do Veiga vão aproveitar a próxima oportunidade que tiverem para nos castigarem pelo resultado obtido. Espero que a actual direcção do SPORTING, ao menos, sirva para avisar que não andamos a dormir e que sabemos muito bem que a aldrabice está planeada, tal como na época passada.
E resta-nos esperar que os galináceos nem com a ajuda dos amigos da jantarada lá consigam chegar
Jogámos bem, muito melhor do que o adversário. Jogadores em grande nível e com muita determinação. E assim conseguimos uma vitória de grande categoria. Este jogo também serviu para mostrar o que vale a equipa do galinheiro quando não tem a ajuda dos amigos do apito.
Mas agora é preciso estar alerta: com a vitória neste jogo a equipa do SPORTING ficou marcada. Os companheiros de repasto do Veiga vão aproveitar a próxima oportunidade que tiverem para nos castigarem pelo resultado obtido. Espero que a actual direcção do SPORTING, ao menos, sirva para avisar que não andamos a dormir e que sabemos muito bem que a aldrabice está planeada, tal como na época passada.
E resta-nos esperar que os galináceos nem com a ajuda dos amigos da jantarada lá consigam chegar
Sunday, January 29, 2006
Friday, January 27, 2006
Ninguém lhe mete uma laranja na boca?
Aquele comentador desportivo de cabelo louro que costuma estar no banco do clube galináceo veio mais uma vez falar do que se passou num jogo do SPORTING. Não lhe vou responder na mesma moeda porque não quero sujar o blog.
Mas fico sem perceber porque é que ele se acha no direito de ser o único a falar das arbitragens e dos jogos de todos os clubes. Lá por ser comentador e passar a vida a falar do que diz respeito aos outros não quer dizer que não haja mais ninguém a poder falar do que se vai passando no futebol. Ainda por cima as suas declarações têm todo o ar de virem preparadas de casa: Veiga agora também escreve em castelhano o que os outros funcionários do clube onde trabalha têm que dizer nas conferências de imprensa.
Tenho impressão que este é mais um dos que devia aceitar o repto de Mourinho: um teste de QI para esclarecer o que se passa no interior da sua cabecinha oxigenada porque o que vai papagueando a toda a hora lança muitas dúvidas. Ainda não percebeu que a equipa que treina tem ganho sobretudo devido a ajudas de árbitros e de outras instâncias do futebol como, por exemplo, os vários conselhos que castigam com jogos as outras equipas e com multas irrisórias a sua.
Este artista vai ter que entrar nos eixos. Esperem que não vai demorar muito.
Caro Rafa Benitez, faça o obséquio de lhe explicar o que ele não consegue entender.
Aquele comentador desportivo de cabelo louro que costuma estar no banco do clube galináceo veio mais uma vez falar do que se passou num jogo do SPORTING. Não lhe vou responder na mesma moeda porque não quero sujar o blog.
Mas fico sem perceber porque é que ele se acha no direito de ser o único a falar das arbitragens e dos jogos de todos os clubes. Lá por ser comentador e passar a vida a falar do que diz respeito aos outros não quer dizer que não haja mais ninguém a poder falar do que se vai passando no futebol. Ainda por cima as suas declarações têm todo o ar de virem preparadas de casa: Veiga agora também escreve em castelhano o que os outros funcionários do clube onde trabalha têm que dizer nas conferências de imprensa.
Tenho impressão que este é mais um dos que devia aceitar o repto de Mourinho: um teste de QI para esclarecer o que se passa no interior da sua cabecinha oxigenada porque o que vai papagueando a toda a hora lança muitas dúvidas. Ainda não percebeu que a equipa que treina tem ganho sobretudo devido a ajudas de árbitros e de outras instâncias do futebol como, por exemplo, os vários conselhos que castigam com jogos as outras equipas e com multas irrisórias a sua.
Este artista vai ter que entrar nos eixos. Esperem que não vai demorar muito.
Caro Rafa Benitez, faça o obséquio de lhe explicar o que ele não consegue entender.
Monday, January 23, 2006
Vamos por partes
A arbitragem
Miserável. Não causa escândalo porque neste futebol de jantares e viagens a Marraquexe já nada causa admiração: parece que o absurdo é a normalidade. E sabemos muito bem como é que acabaram situações em que o absurdo passou a ser a normalidade. Desde o início que se viu que havia uma estratégia concertada: o árbitro apitava mal, os bandeirinhas só viam o que lhes interesava e até o 4º Árbitro resolveu provocar o banco do SPORTING para ver se dava para expulsar dali um ou dois. Se olharmos para o comportamento dos árbitros em jogos do SPORTING e depois repararmos como se comportam com outras equipas fica tudo claro: o SPORTING é alvo a abater porque este ano tem que ser outra vez para o Galinhas. Simplesmente porque o Galinhas já tratou de comprar. A falta de vergonha é tal que os dirigentes da capoeira já nem se dão ao trabalho de esconder. Vale tudo porque quem os deveria por na ordem (Liga, Federação e Governo) assobia para o lado: no fim ainda ficam contentes por o seu clubezeco ter ganho. No campo rouba-se, na televisão lava-se: os tipos do OMO deviam olhar para o que vão dizendo os manhosos das televisões e jornais sobre os jogos. Aquilo é que é mesmo «lavar mais branco».
Não sei bem como, mas isto vai acabar mal. Depois os laurentinos, as laurentinas e todas as outras albertinas talvez acordem.
A equipa do SPORTING
Muito fraco. Não é a jogar assim que se conquistam títulos. E é bom que todos percebam isto: dirigentes, equipa técnica, jogadores, sócios e adeptos. Nem palavras tenho para descrever a insatisfação que sinto pelo que estão a fazer ao nosso clube.
A arbitragem
Miserável. Não causa escândalo porque neste futebol de jantares e viagens a Marraquexe já nada causa admiração: parece que o absurdo é a normalidade. E sabemos muito bem como é que acabaram situações em que o absurdo passou a ser a normalidade. Desde o início que se viu que havia uma estratégia concertada: o árbitro apitava mal, os bandeirinhas só viam o que lhes interesava e até o 4º Árbitro resolveu provocar o banco do SPORTING para ver se dava para expulsar dali um ou dois. Se olharmos para o comportamento dos árbitros em jogos do SPORTING e depois repararmos como se comportam com outras equipas fica tudo claro: o SPORTING é alvo a abater porque este ano tem que ser outra vez para o Galinhas. Simplesmente porque o Galinhas já tratou de comprar. A falta de vergonha é tal que os dirigentes da capoeira já nem se dão ao trabalho de esconder. Vale tudo porque quem os deveria por na ordem (Liga, Federação e Governo) assobia para o lado: no fim ainda ficam contentes por o seu clubezeco ter ganho. No campo rouba-se, na televisão lava-se: os tipos do OMO deviam olhar para o que vão dizendo os manhosos das televisões e jornais sobre os jogos. Aquilo é que é mesmo «lavar mais branco».
Não sei bem como, mas isto vai acabar mal. Depois os laurentinos, as laurentinas e todas as outras albertinas talvez acordem.
A equipa do SPORTING
Muito fraco. Não é a jogar assim que se conquistam títulos. E é bom que todos percebam isto: dirigentes, equipa técnica, jogadores, sócios e adeptos. Nem palavras tenho para descrever a insatisfação que sinto pelo que estão a fazer ao nosso clube.
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