Concentração total
Desejo um bom fim-de-semana a todos e aproveito para dizer que nas próximas horas vou entrar em estágio com vista ao jogo de Guimarães. A entrega tem que ser total e a vida de adepto não é fácil.
Não vou estar só.
Friday, March 31, 2006
Divirtam-se
A capa de hoje, 31 de Março de 2006, do lampião jornal Record é digna de ser analisada com calma: é riso por conta.
Começa por nos dizer que "Luisão está cada vez maior". Até aqui nada de mais: o gigantismo é uma doença já há muito tempo conhecida. Qual é a novidade?
Depois ficamos a saber que ele é totalista da Liga dos Campeões. Pudera, com a qualidade dos centrais que lá há só mesmo um castigo ou uma lesão é que o tiram da equipa. Nada de novo, portanto.
Também ficamos a saber que não vai ser negociado antes do Mundial. E a pergunta que surge é: alguém estará interessado em negociá-lo em Março?
Depois vem o valor: no galinheiro é costume fazer-se saltar para alguns jornais essa história da "base de licitaçâo". Acontece que um jogador é suposto ser negociado por duas partes e a outra também pode dizer alguma coisa sobre as negociações. Foi isso que o Liverpool fez a respeito de Simão. Também aqui o galinheiro queria fazer crer que havia um altíssimo patamar mínimo, provavelmente para que os seis milhões acreditassem que a direcção estava muito zelosa dos interesses do clube. Bastou um director do Liverpool, uns meses depois, abrir a boca e a teoria da «jóia da coroa» que não se vende foi logo pelo cano: embora tenha passado ao lado de muitos meios de comunicação, o director do Liverpool disse que nunca existiu esse patamar mínimo dos 15 milhões de euros e que o negócio só não se concluiu porque os directores do galinheiro todos os dias arranjavam mais um obstáculo à transacção porque não o queriam vender «com medo dos sócios».
E há mais. O Record informa-nos que «Léo é jogador do mês». O que quer que esta distinção seja, acho que é justa: fazer uma assistência para golo, depois de fintar um adversário lesionado caído no chão, não está ao alcance de qualquer um. É justo o prémio.
E por fim o mais interessante: Moretto - parece que é futebolista profissional - está a treinar com os pés. Uma hora, mais precisamente. Nesta matéria tenho dúvidas: não sei se uma hora é suficiente. Talvez uma hora e meia... o que é que acharão os sábios da bola?
A capa de hoje, 31 de Março de 2006, do lampião jornal Record é digna de ser analisada com calma: é riso por conta.
Começa por nos dizer que "Luisão está cada vez maior". Até aqui nada de mais: o gigantismo é uma doença já há muito tempo conhecida. Qual é a novidade?
Depois ficamos a saber que ele é totalista da Liga dos Campeões. Pudera, com a qualidade dos centrais que lá há só mesmo um castigo ou uma lesão é que o tiram da equipa. Nada de novo, portanto.
Também ficamos a saber que não vai ser negociado antes do Mundial. E a pergunta que surge é: alguém estará interessado em negociá-lo em Março?
Depois vem o valor: no galinheiro é costume fazer-se saltar para alguns jornais essa história da "base de licitaçâo". Acontece que um jogador é suposto ser negociado por duas partes e a outra também pode dizer alguma coisa sobre as negociações. Foi isso que o Liverpool fez a respeito de Simão. Também aqui o galinheiro queria fazer crer que havia um altíssimo patamar mínimo, provavelmente para que os seis milhões acreditassem que a direcção estava muito zelosa dos interesses do clube. Bastou um director do Liverpool, uns meses depois, abrir a boca e a teoria da «jóia da coroa» que não se vende foi logo pelo cano: embora tenha passado ao lado de muitos meios de comunicação, o director do Liverpool disse que nunca existiu esse patamar mínimo dos 15 milhões de euros e que o negócio só não se concluiu porque os directores do galinheiro todos os dias arranjavam mais um obstáculo à transacção porque não o queriam vender «com medo dos sócios».
E há mais. O Record informa-nos que «Léo é jogador do mês». O que quer que esta distinção seja, acho que é justa: fazer uma assistência para golo, depois de fintar um adversário lesionado caído no chão, não está ao alcance de qualquer um. É justo o prémio.
E por fim o mais interessante: Moretto - parece que é futebolista profissional - está a treinar com os pés. Uma hora, mais precisamente. Nesta matéria tenho dúvidas: não sei se uma hora é suficiente. Talvez uma hora e meia... o que é que acharão os sábios da bola?
Thursday, March 30, 2006
Wednesday, March 29, 2006
Histeria
Por força das circunstâncias tive que ver o jogo do Barcelona sem poder desligar o som: um suplício. Gabriel Alves, uma figura com lugar de proa no anedotário nacional, estava numa de mostrar cartões. Se o auricular que o árbitro usou tivesse os comentários do Gabriel, o jogo não tinha acabado porque o Barcelona chegava ao fim sem o número mínimo de jogadores; o Gabriel punha tudo no olho da rua e mainada. Tudo isto bem apimentado por insinuações despropositadas. Não havia falta nenhuma que o árbitro apitasse em que o Gabriel não viesse com a teoria do «se fosse ao contrário não se ele tomaria a mesma decisão». Aqui há uns anos em Inglaterra, uns comentários deste tipo, valeram a um ex-jogador que esteve um jogo inteiro a comentar para a TV com essa teoria do «se fosse ao contrário não sei se seria assim» um processo em tribunal: a associação dos árbitros lá do sítio decidiu que o ex-jogador, agora comentador, devia provar os motivos de tais insinuações. Parece que tudo se resolveu com um pedido de desculpas. É claro que toda a gente tem direito à opinião. Porém o Gabriel que não se esqueça que também tem deveres, como, por exemplo, o de seguir a deontologia do jornalismo - que eu saiba ele está ali como jornalista - deontologia essa que não permite que jornalistas façam insinuações sem provas. Ou será que, com a emoção, o Gabriel se esqueceu que não estava em casa a ver o jogo com a família para poder dizer o que lhe vem à cabeça? Que o comentador da TVI passe o tempo todo a ver gajos a «recepcionar» bolas é um problema dele e de quem não lhe ensinou a conjugar o verbo receber. Quando muito, os accionistas da Media Capital e da Prisa que digam alguma coisa. Já o Gabriel da «postura táctica» trabalha para um canal público - ainda um dia destes vou tentar perceber o que isto quer dizer - financiado pelo dinheirinho dos nossos impostos. E, que eu saiba, não são só os lampiões que pagam impostos.
O ponto máximo do disparate foi atingido pelo alegado penálti cometido por Motta. Unanimidade total- chinfrineira genaralizada. Claro que o árbitro foi logo ali arrasado com a 27ª versão da teoria do «se fosse ao contrário não era assim». E o que é que de facto se passou? A bola bate no braço de Motta, este ainda o tenta chegar para trás mas não tem tempo. O árbitro manda seguir. Bem decidido. Porque as regras do International Board são claras a este respeito: «A direct free kick is awarded to the opposing team if the player handles the ball deliberately». Motta não corta a bola deliberadamente, por isso só é penálti na cabeça da lampionagem.
Mas ainda tivemos alguma sorte, o Barcelona não sofreu golos o que deu para nos livrarmos dos guinchos histéricos que o outro comentador de serviço costuma dar sempre que o seu clube marca golo. Ontem chegou a guinchar com alguns cruzamentos e remates à baliza mas não teve oportunidade de o fazer no pleno. A bem dos nossos ouvidos.
Por força das circunstâncias tive que ver o jogo do Barcelona sem poder desligar o som: um suplício. Gabriel Alves, uma figura com lugar de proa no anedotário nacional, estava numa de mostrar cartões. Se o auricular que o árbitro usou tivesse os comentários do Gabriel, o jogo não tinha acabado porque o Barcelona chegava ao fim sem o número mínimo de jogadores; o Gabriel punha tudo no olho da rua e mainada. Tudo isto bem apimentado por insinuações despropositadas. Não havia falta nenhuma que o árbitro apitasse em que o Gabriel não viesse com a teoria do «se fosse ao contrário não se ele tomaria a mesma decisão». Aqui há uns anos em Inglaterra, uns comentários deste tipo, valeram a um ex-jogador que esteve um jogo inteiro a comentar para a TV com essa teoria do «se fosse ao contrário não sei se seria assim» um processo em tribunal: a associação dos árbitros lá do sítio decidiu que o ex-jogador, agora comentador, devia provar os motivos de tais insinuações. Parece que tudo se resolveu com um pedido de desculpas. É claro que toda a gente tem direito à opinião. Porém o Gabriel que não se esqueça que também tem deveres, como, por exemplo, o de seguir a deontologia do jornalismo - que eu saiba ele está ali como jornalista - deontologia essa que não permite que jornalistas façam insinuações sem provas. Ou será que, com a emoção, o Gabriel se esqueceu que não estava em casa a ver o jogo com a família para poder dizer o que lhe vem à cabeça? Que o comentador da TVI passe o tempo todo a ver gajos a «recepcionar» bolas é um problema dele e de quem não lhe ensinou a conjugar o verbo receber. Quando muito, os accionistas da Media Capital e da Prisa que digam alguma coisa. Já o Gabriel da «postura táctica» trabalha para um canal público - ainda um dia destes vou tentar perceber o que isto quer dizer - financiado pelo dinheirinho dos nossos impostos. E, que eu saiba, não são só os lampiões que pagam impostos.
O ponto máximo do disparate foi atingido pelo alegado penálti cometido por Motta. Unanimidade total- chinfrineira genaralizada. Claro que o árbitro foi logo ali arrasado com a 27ª versão da teoria do «se fosse ao contrário não era assim». E o que é que de facto se passou? A bola bate no braço de Motta, este ainda o tenta chegar para trás mas não tem tempo. O árbitro manda seguir. Bem decidido. Porque as regras do International Board são claras a este respeito: «A direct free kick is awarded to the opposing team if the player handles the ball deliberately». Motta não corta a bola deliberadamente, por isso só é penálti na cabeça da lampionagem.
Mas ainda tivemos alguma sorte, o Barcelona não sofreu golos o que deu para nos livrarmos dos guinchos histéricos que o outro comentador de serviço costuma dar sempre que o seu clube marca golo. Ontem chegou a guinchar com alguns cruzamentos e remates à baliza mas não teve oportunidade de o fazer no pleno. A bem dos nossos ouvidos.
Tuesday, March 28, 2006
Monday, March 27, 2006
Friday, March 24, 2006
Farta-se de trabalhar, o Bandeirinha Guilherme
Ainda antes de ter escolhido estrategicamente Benquerença para nos eliminar da Taça de Portugal, o sempre alerta Luís Guilherme e a sua trupe tinham tratado de nomear para o jogo SPORTING - Penafiel Rui Costa. Este árbitro teve uma arbitragem muito negativa no jogo SPORTING - Marítimo e, consequência disso e não só, a direcção do SPORTING decidiu formalizar uma queixa contra o tal apitador. Mandava o bom-senso - que Guilherme não possui nem sabe o que é - que enquanto o processo decorresse este árbitro não devia apitar jogos do SPORTING. É óbvio que não é o indicado para apitar depois daquilo que fez e do processo que está a decorrer. Só que ao Guilherme não escapa uma: tratou logo de avançar com a provocação de enviar para Alvalade um indivíduo que vai estar cheio de vontade de se vingar de tudo o que sobre ele se disse depois do SPORTING - Marítimo. Ao melhor estilo Guilherme, no meio de tanto árbitro - todos eles sérios e muito bons como os dirigentes da arbitragem não se cansam de dizer - tinha que se nomear um que tem a correr um inquérito suscitado pelo clube que vai apitar. Ora, é mesmo isso que Luís Guilherme quer: arranjar confusão com o SPORTING, provocar os dirigentes e exibir a sua vaidade de semi-analfabeto para fazer crer os incautos de que isto está tudo bem. Está bem está. Numa coisa temos que lhes dar razão: não há nada escondido no futebol português... porque tudo é feito às claras e sem recorrer a disfarces. Como a cabecinha de Luís Guilherme tem andado muito ocupada a pensar em tanta artimanha, eu dou-lhe uma sugestão que ele devia considerar: nomear Benquerença para o SPORTING - Porto do campeonato. Era bem à Guilherme, não era?
Ainda antes de ter escolhido estrategicamente Benquerença para nos eliminar da Taça de Portugal, o sempre alerta Luís Guilherme e a sua trupe tinham tratado de nomear para o jogo SPORTING - Penafiel Rui Costa. Este árbitro teve uma arbitragem muito negativa no jogo SPORTING - Marítimo e, consequência disso e não só, a direcção do SPORTING decidiu formalizar uma queixa contra o tal apitador. Mandava o bom-senso - que Guilherme não possui nem sabe o que é - que enquanto o processo decorresse este árbitro não devia apitar jogos do SPORTING. É óbvio que não é o indicado para apitar depois daquilo que fez e do processo que está a decorrer. Só que ao Guilherme não escapa uma: tratou logo de avançar com a provocação de enviar para Alvalade um indivíduo que vai estar cheio de vontade de se vingar de tudo o que sobre ele se disse depois do SPORTING - Marítimo. Ao melhor estilo Guilherme, no meio de tanto árbitro - todos eles sérios e muito bons como os dirigentes da arbitragem não se cansam de dizer - tinha que se nomear um que tem a correr um inquérito suscitado pelo clube que vai apitar. Ora, é mesmo isso que Luís Guilherme quer: arranjar confusão com o SPORTING, provocar os dirigentes e exibir a sua vaidade de semi-analfabeto para fazer crer os incautos de que isto está tudo bem. Está bem está. Numa coisa temos que lhes dar razão: não há nada escondido no futebol português... porque tudo é feito às claras e sem recorrer a disfarces. Como a cabecinha de Luís Guilherme tem andado muito ocupada a pensar em tanta artimanha, eu dou-lhe uma sugestão que ele devia considerar: nomear Benquerença para o SPORTING - Porto do campeonato. Era bem à Guilherme, não era?
Thursday, March 23, 2006
Crime
O SPORTING foi vítima de um roubo inacreditável. Três gatunos, vestindo uma patética farda amarela, trataram de colocar a equipa do SPORTING fora da Taça de Portugal. Desde o apito inicial que se percebeu que o trio de larápios, chefiado pelo habitual Benquerença, estava ali para espoliar o SPORTING. Nada que cause grande admiração: Benquerença só não rouba o SPORTING quando não consegue. A grande penalidade cometida por Pepe não deixa nenhuma margem para dúvidas: só não a viram aqueles que não queriam que o SPORTING ganhasse o jogo. A expulsão de Caneira, no meio daquela confusão, não é mais do que um prejuízo estratégico à equipa do SPORTING. Desde as mais insignificantes faltas no meio campo até aos cantos e foras-de-jogo, passando pelos cartões, tudo foi decidido a favor da equipa do Porto. Não me venham falar em coincidências: é impossível justificar 120 minutos de roubo apenas com essa desculpa estafada do «errar é humano».
O árbitro e os seus ajudantes sabiam muito bem o que tinham a fazer: prejudicar o SPORTING. E quem o nomeou também sabia muito bem o queria; o que é que se espera de um árbitro com o qual é praticamente impossível a equipa do SPORTING ganhar? Quem dirige a arbitragem portuguesa tem a capacidade de manipular os resultados dos jogos. E só o facto de haver uma inútil Secretaria de Estado do Desporto, dirigida por um funcionário político sem o mínimo de vocação para resolver problemas no desporto português, é que justifica que tudo continue com os responsáveis a assobiar para o lado. Ministros e primeiro ministro o que querem é que ninguém os chateie, mesmo sabendo que há corrupção no desporto profissional em Portugal. Sabemos muito bem que isto não dá votos. Em Portugal, indivíduos formalmente acusados de corrupção, continuam em campo a arbitrar jogos como se nada fosse. O prórprio processo Apito Dourado, ao centrar-se no Gondomar e deixando de lado a verdadeira corrupção que se tem passado nos últimos anos, só serve para desviar as atenções.
Temos que gritar bem alto a nossa indignação. Podem roubar, mas não pensem que nós não sabemos o que nos estão a fazer.
Uma grande elogio para Paulo Bento e a equipa do SPORTING: apesar de todas as adversidades portaram-se como verdadeiros atletas, dignos de vestirem a camisola do SPORTING.
E isto só agora está a começar. O que ainda falta de campeonato vai apenas ser mais do mesmo: impedir o SPORTING de ganhar. No Domingo lá teremos em Alvalade mais um gatuno com obra feita: para tentar fazer o que nos fez no jogo contra o Marítimo.
Temos que estar alerta. E a toda a hora temos que gritar bem alto que não gostamos de ser roubados.
A arbitragem portuguesa é uma farsa onde os ladrões que lá andam já nem se preocupam em disfarçar as suas reais motivações. Está aberta a caça ao SPORTING. E mesmo assim continuamos em segundo lugar com fortes possibilidades de ganhar o campeonato. Mas vai ser difícil, muito difícil. A marcação é tão cerrada que teremos que lutar sempre nos limites porque não vamos jogar 11 contra 11.
Viva o futebol praticado com as regras do International Board! Viva o SPORTING!Gatunos para a cadeia, já!
O SPORTING foi vítima de um roubo inacreditável. Três gatunos, vestindo uma patética farda amarela, trataram de colocar a equipa do SPORTING fora da Taça de Portugal. Desde o apito inicial que se percebeu que o trio de larápios, chefiado pelo habitual Benquerença, estava ali para espoliar o SPORTING. Nada que cause grande admiração: Benquerença só não rouba o SPORTING quando não consegue. A grande penalidade cometida por Pepe não deixa nenhuma margem para dúvidas: só não a viram aqueles que não queriam que o SPORTING ganhasse o jogo. A expulsão de Caneira, no meio daquela confusão, não é mais do que um prejuízo estratégico à equipa do SPORTING. Desde as mais insignificantes faltas no meio campo até aos cantos e foras-de-jogo, passando pelos cartões, tudo foi decidido a favor da equipa do Porto. Não me venham falar em coincidências: é impossível justificar 120 minutos de roubo apenas com essa desculpa estafada do «errar é humano».
O árbitro e os seus ajudantes sabiam muito bem o que tinham a fazer: prejudicar o SPORTING. E quem o nomeou também sabia muito bem o queria; o que é que se espera de um árbitro com o qual é praticamente impossível a equipa do SPORTING ganhar? Quem dirige a arbitragem portuguesa tem a capacidade de manipular os resultados dos jogos. E só o facto de haver uma inútil Secretaria de Estado do Desporto, dirigida por um funcionário político sem o mínimo de vocação para resolver problemas no desporto português, é que justifica que tudo continue com os responsáveis a assobiar para o lado. Ministros e primeiro ministro o que querem é que ninguém os chateie, mesmo sabendo que há corrupção no desporto profissional em Portugal. Sabemos muito bem que isto não dá votos. Em Portugal, indivíduos formalmente acusados de corrupção, continuam em campo a arbitrar jogos como se nada fosse. O prórprio processo Apito Dourado, ao centrar-se no Gondomar e deixando de lado a verdadeira corrupção que se tem passado nos últimos anos, só serve para desviar as atenções.
Temos que gritar bem alto a nossa indignação. Podem roubar, mas não pensem que nós não sabemos o que nos estão a fazer.
Uma grande elogio para Paulo Bento e a equipa do SPORTING: apesar de todas as adversidades portaram-se como verdadeiros atletas, dignos de vestirem a camisola do SPORTING.
E isto só agora está a começar. O que ainda falta de campeonato vai apenas ser mais do mesmo: impedir o SPORTING de ganhar. No Domingo lá teremos em Alvalade mais um gatuno com obra feita: para tentar fazer o que nos fez no jogo contra o Marítimo.
Temos que estar alerta. E a toda a hora temos que gritar bem alto que não gostamos de ser roubados.
A arbitragem portuguesa é uma farsa onde os ladrões que lá andam já nem se preocupam em disfarçar as suas reais motivações. Está aberta a caça ao SPORTING. E mesmo assim continuamos em segundo lugar com fortes possibilidades de ganhar o campeonato. Mas vai ser difícil, muito difícil. A marcação é tão cerrada que teremos que lutar sempre nos limites porque não vamos jogar 11 contra 11.
Viva o futebol praticado com as regras do International Board! Viva o SPORTING!Gatunos para a cadeia, já!
Wednesday, March 22, 2006
Olha quem é ele
O presidente do Nacional da Madeira resolveu, mais uma vez, atacar o SPORTING. Desta vez por interposta pessoa: o sujeito fez a queixinha e alguém na Liga, certamente com bastante tempo livre, deu seguimento à conversa disparatada do indivíduo. Toda a gente já percebeu que ele apenas colheu a tempestade consequente dos ventos que semeou.
Quanto ao facto de a notícia ter surgido apenas hoje, dia do Porto - SPORTING, sabemos todos que isso foi estrategicamente pensado para tentar perturbar os jogadores que hoje vão disputar um jogo importante. Para completar o ramalhete só falta arranjar um castigo aos jogadores do SPORTING e aplicá-lo no jogo do campeonato contra o Porto. É esta a Liga que organiza as competições profissionais em Portugal... E que se porta ao nível do mais «chico-esperto» trauliteiro de tasca. Assenta-lhes bem.
Mas vamos aos aspectos positivos da questão: os jogadores do SPORTING, das outras vezes, motivaram-se com as parvoíces do indivíduo, o que até vem calhar porque temos um jogo decisivo logo à noite; por outro lado, verifica-se que desde que o sujeito resolveu armar esta implicação com o SPORTING, a sua equipa tem caído a pique na classificação, o que até tem uma certa piada.
O presidente do Nacional da Madeira resolveu, mais uma vez, atacar o SPORTING. Desta vez por interposta pessoa: o sujeito fez a queixinha e alguém na Liga, certamente com bastante tempo livre, deu seguimento à conversa disparatada do indivíduo. Toda a gente já percebeu que ele apenas colheu a tempestade consequente dos ventos que semeou.
Quanto ao facto de a notícia ter surgido apenas hoje, dia do Porto - SPORTING, sabemos todos que isso foi estrategicamente pensado para tentar perturbar os jogadores que hoje vão disputar um jogo importante. Para completar o ramalhete só falta arranjar um castigo aos jogadores do SPORTING e aplicá-lo no jogo do campeonato contra o Porto. É esta a Liga que organiza as competições profissionais em Portugal... E que se porta ao nível do mais «chico-esperto» trauliteiro de tasca. Assenta-lhes bem.
Mas vamos aos aspectos positivos da questão: os jogadores do SPORTING, das outras vezes, motivaram-se com as parvoíces do indivíduo, o que até vem calhar porque temos um jogo decisivo logo à noite; por outro lado, verifica-se que desde que o sujeito resolveu armar esta implicação com o SPORTING, a sua equipa tem caído a pique na classificação, o que até tem uma certa piada.
Monday, March 20, 2006
Friday, March 17, 2006
E pronto, aí está ela
A assembleia geral. Na qual se vai decidir muita coisa importante. O problema é que o falatório tem sido tanto que até nos temos esquecido do que é importante.
Como estou com alguma pressa não vou poder esgalhar um texto todo alinhadinho, vírgulas e pontos finais, com umas piadas sobre a tentativa de Petit em se tornar actor dos Malucos do Riso misturadas lá pelo meio.
Sendo assim, aqui vão algumas ideias que eu tenho acerca do assunto (é o que se pode arranjar):
- Não acho que o SPORTING deva ser proprietário de chópingues, ainda por cima para aplicar uma gestão tão má como aquela que tem sido aplicada no Alvaláxia: aquele centro comercial até parece que tem escrito nas paredes «vá-se embora, sr. potencial cliente; não há aqui nada que lhe sirva». Nem nas piores expectativas se podia imaginar uma coisa tão decadente ao fim de um ano e meio.
-Estou-me nas tintas para o facto de a Clínica CUF, que está no complexo, ser nossa ou dos Mellos; se a venda for boa, que se faça imediatamente.
-Nunca falei com o Soares Franco. Já estive ao pé dele e senti-me - eu e o meu 1,80 cm - baixos. Mas nada de conversa. (Este aspecto é importante, já vão ver).
- Não me importo que o Holmes Place não seja do SPORTING. Gosto de lá ir nadar, fazer uns exercícios, mas é-me indiferente o nome do proprietário do edifício. Se a venda puder ser feita com proveitos, que se faça. Espero que continue a ser um ginásio de qualidade porque eu gosto de lá ir.
-Gostava de ter um pavilhão do SPORTING para poder ir ver jogos de Andebol da nossa equipa. O andebol é, para mim, importante. Percebo que para outros sócios não seja. É assim a vida: opiniões.
- Gostava que o SPORTING tivesse equipa de rugby. Mas isso não é para aqui chamado. Adiante.
-Não percebo nada do que Dias da Cunha tem andado a dizer na sua tournée pelos meios de comunicação.
- Não gosto da maneira como João Rocha tem vindo a falar da situação do SPORTING. Porque não gosto de me lembrar do estado em que o clube se encontrava quando ele o deixou.
-Acho que o investimento fundamental do clube deve ser no futebol. Ainda assim acho inaceitável que se acabe com as modalidades amadoras, que eu acho sustentáveis( um dia destes digo mais umas coisas sobre este assunto).
-Não gosto nada de algumas pessoas que estão na hipotética lista de Soares Franco.
-Não sei bem quais são as ideias de Abrantes Mendes porque cada vez que ele aparece lembro-me que foi o presidente da mesa da assembleia geral no tempo de Jorge Gonçalves e desato a fugir.
-Não me parece que tenha aparecido nenhuma proposta alternativa à de Soares Franco que seja válida.
-Percebo, até certo ponto, algumas críticas que têm sido feitas a Soares Franco, nomeadamente todas as que vão no sentido da "devolução do clube aos sócios."
-Quero ganhar ao Leiria. Aqui estamos todos de acordo. E quero ganhar a Liga e a Taça. Voltamos a estar todos de acordo.
-Gostava mesmo de saber onde é que os críticos da venda do património pensam ir buscar os 5 milhões de euros que temos que pagar em Junho de 2006. Vendem o Moutinho para ficar com o Alvaláxia? Então que o digam alto e bom som.
-Acho que se devia interpor uma providência cautelar para que o Petit não jogue com o Barcelona. É que eu quero ver o Ronaldinho no Mundial, a jogar! Mas acho que isto não é para aqui chamado.
-Já esgotei toda a minha paciência para o alarmismo e a demagogia com que os jornas têm tratado esta assembleia geral do nosso clube.
-Ainda me custa ouvir falar no nome Peseiro e em quem, apenas por teimosia, o manteve aquele tempo todo à frente do SPORTING.
-Gostava que Dias da Cunha voltasse a referir aquela história da "renovação do Liedson como uma medida desadequada". Temos que nos rir com alguma coisa.
-Ainda não sei a quem vou entregar os meus 20 votinhos nas eleições. Mas já sei muito bem a quem não os dou de maneira nenhuma.
-Acredito no SPORTING e no seu futuro. Porque sei que há muitos sportinguistas capazes de enfrentar tal tarefa.
-Temo que muitos sócios aproveitem esta assembleia, não para a discussão lúcida do que lhes é apresentado, mas para ajustarem contas com todos os diparates que foram cometidos nos últimos tempos. Isso seria muito injusto. Quem os cometeu que pague por eles.
-Amanhã continuaremos a ser o melhor clube português e o 2º melhor do mundo, a seguir àquele que vai eleiminar o clube galináceo na Liaga dos Campeões. É o que dizem as estatísticas.
-Têm a caixa de comentários à vossa disposição. Também tenho endereço de e-mail para receber hate mail (nos últimos tempos nem tenho recebido muito o que me anda a deixar preocupado).
-Vou lutar com muita garra pela vitória em Leiria. Aqui estamos todos de acordo.
-Gostava mesmo de saber onde é que os críticos da venda do património pensam ir buscar os 5 milhões de euros que temos que pagar em Junho de 2006. Vendem o Moutinho para ficar com o Alvaláxia? Então que o digam alto e bom som. (esta é copy/paste mas como gostava mesmo que lhe fosse dada resposta, repito-a)
-Desejo um bom fim de semana a todos.
A assembleia geral. Na qual se vai decidir muita coisa importante. O problema é que o falatório tem sido tanto que até nos temos esquecido do que é importante.
Como estou com alguma pressa não vou poder esgalhar um texto todo alinhadinho, vírgulas e pontos finais, com umas piadas sobre a tentativa de Petit em se tornar actor dos Malucos do Riso misturadas lá pelo meio.
Sendo assim, aqui vão algumas ideias que eu tenho acerca do assunto (é o que se pode arranjar):
- Não acho que o SPORTING deva ser proprietário de chópingues, ainda por cima para aplicar uma gestão tão má como aquela que tem sido aplicada no Alvaláxia: aquele centro comercial até parece que tem escrito nas paredes «vá-se embora, sr. potencial cliente; não há aqui nada que lhe sirva». Nem nas piores expectativas se podia imaginar uma coisa tão decadente ao fim de um ano e meio.
-Estou-me nas tintas para o facto de a Clínica CUF, que está no complexo, ser nossa ou dos Mellos; se a venda for boa, que se faça imediatamente.
-Nunca falei com o Soares Franco. Já estive ao pé dele e senti-me - eu e o meu 1,80 cm - baixos. Mas nada de conversa. (Este aspecto é importante, já vão ver).
- Não me importo que o Holmes Place não seja do SPORTING. Gosto de lá ir nadar, fazer uns exercícios, mas é-me indiferente o nome do proprietário do edifício. Se a venda puder ser feita com proveitos, que se faça. Espero que continue a ser um ginásio de qualidade porque eu gosto de lá ir.
-Gostava de ter um pavilhão do SPORTING para poder ir ver jogos de Andebol da nossa equipa. O andebol é, para mim, importante. Percebo que para outros sócios não seja. É assim a vida: opiniões.
- Gostava que o SPORTING tivesse equipa de rugby. Mas isso não é para aqui chamado. Adiante.
-Não percebo nada do que Dias da Cunha tem andado a dizer na sua tournée pelos meios de comunicação.
- Não gosto da maneira como João Rocha tem vindo a falar da situação do SPORTING. Porque não gosto de me lembrar do estado em que o clube se encontrava quando ele o deixou.
-Acho que o investimento fundamental do clube deve ser no futebol. Ainda assim acho inaceitável que se acabe com as modalidades amadoras, que eu acho sustentáveis( um dia destes digo mais umas coisas sobre este assunto).
-Não gosto nada de algumas pessoas que estão na hipotética lista de Soares Franco.
-Não sei bem quais são as ideias de Abrantes Mendes porque cada vez que ele aparece lembro-me que foi o presidente da mesa da assembleia geral no tempo de Jorge Gonçalves e desato a fugir.
-Não me parece que tenha aparecido nenhuma proposta alternativa à de Soares Franco que seja válida.
-Percebo, até certo ponto, algumas críticas que têm sido feitas a Soares Franco, nomeadamente todas as que vão no sentido da "devolução do clube aos sócios."
-Quero ganhar ao Leiria. Aqui estamos todos de acordo. E quero ganhar a Liga e a Taça. Voltamos a estar todos de acordo.
-Gostava mesmo de saber onde é que os críticos da venda do património pensam ir buscar os 5 milhões de euros que temos que pagar em Junho de 2006. Vendem o Moutinho para ficar com o Alvaláxia? Então que o digam alto e bom som.
-Acho que se devia interpor uma providência cautelar para que o Petit não jogue com o Barcelona. É que eu quero ver o Ronaldinho no Mundial, a jogar! Mas acho que isto não é para aqui chamado.
-Já esgotei toda a minha paciência para o alarmismo e a demagogia com que os jornas têm tratado esta assembleia geral do nosso clube.
-Ainda me custa ouvir falar no nome Peseiro e em quem, apenas por teimosia, o manteve aquele tempo todo à frente do SPORTING.
-Gostava que Dias da Cunha voltasse a referir aquela história da "renovação do Liedson como uma medida desadequada". Temos que nos rir com alguma coisa.
-Ainda não sei a quem vou entregar os meus 20 votinhos nas eleições. Mas já sei muito bem a quem não os dou de maneira nenhuma.
-Acredito no SPORTING e no seu futuro. Porque sei que há muitos sportinguistas capazes de enfrentar tal tarefa.
-Temo que muitos sócios aproveitem esta assembleia, não para a discussão lúcida do que lhes é apresentado, mas para ajustarem contas com todos os diparates que foram cometidos nos últimos tempos. Isso seria muito injusto. Quem os cometeu que pague por eles.
-Amanhã continuaremos a ser o melhor clube português e o 2º melhor do mundo, a seguir àquele que vai eleiminar o clube galináceo na Liaga dos Campeões. É o que dizem as estatísticas.
-Têm a caixa de comentários à vossa disposição. Também tenho endereço de e-mail para receber hate mail (nos últimos tempos nem tenho recebido muito o que me anda a deixar preocupado).
-Vou lutar com muita garra pela vitória em Leiria. Aqui estamos todos de acordo.
-Gostava mesmo de saber onde é que os críticos da venda do património pensam ir buscar os 5 milhões de euros que temos que pagar em Junho de 2006. Vendem o Moutinho para ficar com o Alvaláxia? Então que o digam alto e bom som. (esta é copy/paste mas como gostava mesmo que lhe fosse dada resposta, repito-a)
-Desejo um bom fim de semana a todos.
Thursday, March 16, 2006
Wednesday, March 15, 2006
E o El Mano nomeado para nos apitar em Leiria foi...
Bruno Paixão. Luís Guilherme, no meio de tanta reunião com dirigentes de alguns clubes, lá arranjou um tempinho para ver se nos trama. Claro que as puritanas aqui da praça já estão a esta hora a dizer que somos nós os sportinguistas que pressionamos o árbitro antes do jogo. E é verdade. Acho que tudo deve ser feito para que Bruno Paixão se sinta pressionado... a não fazer uma daquelas arbitragens aldrabonas que ele tão bem sabe fazer. Luís Guilherme não perde uma oportunidade: ouviu falar do grau de dificuldade que o jogo de Leiria pode ter e tratou logo de nomear para o arbitrar um indivíduo que, se gostasse de futebol, abandonava imediatamente as funções de árbitro para as quais não tem o mínimo de competência. Ponham-se alerta: o que se aproxima promete.
Bruno Paixão. Luís Guilherme, no meio de tanta reunião com dirigentes de alguns clubes, lá arranjou um tempinho para ver se nos trama. Claro que as puritanas aqui da praça já estão a esta hora a dizer que somos nós os sportinguistas que pressionamos o árbitro antes do jogo. E é verdade. Acho que tudo deve ser feito para que Bruno Paixão se sinta pressionado... a não fazer uma daquelas arbitragens aldrabonas que ele tão bem sabe fazer. Luís Guilherme não perde uma oportunidade: ouviu falar do grau de dificuldade que o jogo de Leiria pode ter e tratou logo de nomear para o arbitrar um indivíduo que, se gostasse de futebol, abandonava imediatamente as funções de árbitro para as quais não tem o mínimo de competência. Ponham-se alerta: o que se aproxima promete.
O homem não aprende
Cada vez que defendia a continuidade de Peseiro surgiam mais sócios a pedir a demissão do treinador.
Cada vez que dá uma entrevista a atacar Soares Franco este ganha adeptos para a sua causa. Começo a achar que Dias da Cunha está para lá da simples teimosia. Só não digo o estado em que acho que ele se encontra porque ainda assim ele merece o respeito de ter sido presidente do clube. Agora, a paciência esgotou-se, lá isso esgotou. Que não se venha queixar daqui por uns meses: é ele que está a fazer a cama na qual se vai deitar.
Cada vez que defendia a continuidade de Peseiro surgiam mais sócios a pedir a demissão do treinador.
Cada vez que dá uma entrevista a atacar Soares Franco este ganha adeptos para a sua causa. Começo a achar que Dias da Cunha está para lá da simples teimosia. Só não digo o estado em que acho que ele se encontra porque ainda assim ele merece o respeito de ter sido presidente do clube. Agora, a paciência esgotou-se, lá isso esgotou. Que não se venha queixar daqui por uns meses: é ele que está a fazer a cama na qual se vai deitar.
Tuesday, March 14, 2006
Isto é que eu gostava que estes dois cavalheiros me esclarecessem
Eu, que neste momento me sinto muito crítico de Dias da Cunha e de Soares Franco, gostava de saber o que se passou para que estes cavalheiros tivessem andado tantos anos distraídos a ponto de só agora se terem apercebido das verdadeiras intenções um do outro. Dito de outra forma: se Soares Franco é o que agora Dias da Cunha diz dele porque é que lhe "entregou" a administração do clube de mão beijada? Claro que pode dizer que foi enganado. Só que essa não pega: qualquer sócio mais atento percebeu desde muito cedo que o comportamento de Soares Franco, a vários níveis, não era o mais apropriado para um presidente de clube. Por outro lado, Soares Franco, que agora é tão crítico de Dias da Cunha, fazia muito bem se nos explicasse porque é que apoiou tão caladinho todas as medidas que Dias da Cunha tomou e de que agora se diz tão crítico.
Eu, que neste momento me sinto muito crítico de Dias da Cunha e de Soares Franco, gostava de saber o que se passou para que estes cavalheiros tivessem andado tantos anos distraídos a ponto de só agora se terem apercebido das verdadeiras intenções um do outro. Dito de outra forma: se Soares Franco é o que agora Dias da Cunha diz dele porque é que lhe "entregou" a administração do clube de mão beijada? Claro que pode dizer que foi enganado. Só que essa não pega: qualquer sócio mais atento percebeu desde muito cedo que o comportamento de Soares Franco, a vários níveis, não era o mais apropriado para um presidente de clube. Por outro lado, Soares Franco, que agora é tão crítico de Dias da Cunha, fazia muito bem se nos explicasse porque é que apoiou tão caladinho todas as medidas que Dias da Cunha tomou e de que agora se diz tão crítico.
Subscribe to:
Posts (Atom)