Outro Questionário (a propósito não sei de quê)
Se me interessa o facto de Fernando Santos ir treinar um clube português?
-Não, desde que não seja o SPORTING.
Se eu acho que Fernando Santos percebe de futebol?
-Muito pouco.
Se o acho um bom treinador?
-Não.
Se o acho indicado para treinar no campeonato português?
-É capaz de dar um treinador de sucesso no Vietname, na Albânia e no Cazaquistão.
Do que mais me lembro da sua passagem pelo SPORTING?
-Felizmente já não me lembro de quase nada da sua passagem pelo SPORTING.
Se gostava de o ver de novo no SPORTING?
-Não.
Monday, May 22, 2006
Friday, May 19, 2006
Questionário (a propósito não sei de quê)
Se me interessa o facto de Queiróz ir treinar um clube português?
-Não, desde que não seja o SPORTING.
Se eu acho que Queiróz percebe de futebol?
-É capaz.
Se o acho um bom treinador?
-Nem por isso.
Se o acho indicado para treinar no campeonato português?
-Não.
Do que mais me lembro da sua passagem pelo SPORTING?
-Da choraminguice constante.
Se gostava de o ver de novo no SPORTING?
-Não.
Se me interessa o facto de Queiróz ir treinar um clube português?
-Não, desde que não seja o SPORTING.
Se eu acho que Queiróz percebe de futebol?
-É capaz.
Se o acho um bom treinador?
-Nem por isso.
Se o acho indicado para treinar no campeonato português?
-Não.
Do que mais me lembro da sua passagem pelo SPORTING?
-Da choraminguice constante.
Se gostava de o ver de novo no SPORTING?
-Não.
Thursday, May 18, 2006
Tuesday, May 16, 2006
O presidente da junta
Já saiu a lista dos convidados de Scolari, o presidente da junta, como ele não se cansa de referir. Se não se tratasse de um assunto sério até podia dar para rir: o atrevimento deste seleccionador consegue ir mesmo muito longe. Já tratou de demonstrar que os seus interesses estão acima dos da selecção que ele deve treinar. Faz questão em não ver jogos, mistura os seus negócios pessoais com o trabalho da equipa e ainda arranja tempo para se intrometer no trabalho das equipas técnicas das outras selecções nacionais. Afirmando sempre que é ele que manda, não fosse ele o presidente da junta. Só quem sente em causa as suas capacidades de liderança é que necessita de estar a toda a hora a vincar esse mesmo poder. É o caso deste cavalheiro: precisa de estar sempre a dizer que é ele que manda, colocando em causa a Federação, a Liga e outros órgãos do futebol, porque na prática é um tipo frouxo que só gosta de lidar com aqueles que o bajulam. É o que eu considero um incompetente.
Vejamos a lista dos convidados. Há um guarda-redes que nem sequer está no banco da sua equipa (Quim) e há outro (Bruno Vale) que vai a dois torneios, sem que se perceba qual o critério. No fim o que resta é que só um tipo completamente a leste do futebol português é que acha que estes são os três guarda-redes mais habilitados para fazerem parte da selecção.
Na defesa a história repete-se. Miguel e Ricardo Costa não são titulares das suas equipas. Não mostraram ao longo da época valor para fazerem parte da selecção, mas aí vão eles ao Mundial. Um jogador como Tonel fica de fora só por ser do SPORTING e porque Scolari não gosta nada do SPORTING, tal como não gosta mesmo nada do Porto. No meio campo a palhaçada é total: um jogador que não joga porque foi despedido do seu clube (Costinha), dois que praticamente pouco jogaram e não mostraram grande serviço quando o fizeram (Hugo Viana e Maniche) e ainda um outro (Petit) que não vale nada como jogador e só a protecção dos árbitros na Liga portuguesa permite que ele vá andando pelo campo a distribuir paulada em quem lhe aparece à frente: claro que com uma arbitragem séria este tipo nunca joga 90 minutos. Nos avançados temos mais do mesmo: Hélder Postiga e Nuno Gomes são dois jogadores sem lugar na selecção – nada mostraram ao longo da época para lá estarem. Boa Morte, sendo um jogador razoável, só vai porque Scolari ainda tem tempo para mais umas provocações ao Porto, no caso, ao não levar Quaresma.
Scolari tem um comportamento requintado. Só um tipo muito engenhoso é que consegue ser BEM pago para ser seleccionador nacional e ter a lata de não colocar na selecção os dois melhores jogadores portugueses a actuar em Portugal, Ricardo Quaresma e João Moutinho.
Não vale a pena dizer muito mais. Os interesses do presidente da junta estão acima de tudo. As desculpas surgirão com a maior das naturalidades como é característica deste tipo de espertalhões.
Sou português, quero que Portugal ganhe. Mas a razão diz-me que este seleccionador e os seus convidados mereciam perder os três primeiros jogos por 3 ou 4. Para voltarem de bolinha baixa. Já não há pachorra para aturar este indivíduo. Nunca mais chega a hora de o ver a treinar o galinheiro.
Já saiu a lista dos convidados de Scolari, o presidente da junta, como ele não se cansa de referir. Se não se tratasse de um assunto sério até podia dar para rir: o atrevimento deste seleccionador consegue ir mesmo muito longe. Já tratou de demonstrar que os seus interesses estão acima dos da selecção que ele deve treinar. Faz questão em não ver jogos, mistura os seus negócios pessoais com o trabalho da equipa e ainda arranja tempo para se intrometer no trabalho das equipas técnicas das outras selecções nacionais. Afirmando sempre que é ele que manda, não fosse ele o presidente da junta. Só quem sente em causa as suas capacidades de liderança é que necessita de estar a toda a hora a vincar esse mesmo poder. É o caso deste cavalheiro: precisa de estar sempre a dizer que é ele que manda, colocando em causa a Federação, a Liga e outros órgãos do futebol, porque na prática é um tipo frouxo que só gosta de lidar com aqueles que o bajulam. É o que eu considero um incompetente.
Vejamos a lista dos convidados. Há um guarda-redes que nem sequer está no banco da sua equipa (Quim) e há outro (Bruno Vale) que vai a dois torneios, sem que se perceba qual o critério. No fim o que resta é que só um tipo completamente a leste do futebol português é que acha que estes são os três guarda-redes mais habilitados para fazerem parte da selecção.
Na defesa a história repete-se. Miguel e Ricardo Costa não são titulares das suas equipas. Não mostraram ao longo da época valor para fazerem parte da selecção, mas aí vão eles ao Mundial. Um jogador como Tonel fica de fora só por ser do SPORTING e porque Scolari não gosta nada do SPORTING, tal como não gosta mesmo nada do Porto. No meio campo a palhaçada é total: um jogador que não joga porque foi despedido do seu clube (Costinha), dois que praticamente pouco jogaram e não mostraram grande serviço quando o fizeram (Hugo Viana e Maniche) e ainda um outro (Petit) que não vale nada como jogador e só a protecção dos árbitros na Liga portuguesa permite que ele vá andando pelo campo a distribuir paulada em quem lhe aparece à frente: claro que com uma arbitragem séria este tipo nunca joga 90 minutos. Nos avançados temos mais do mesmo: Hélder Postiga e Nuno Gomes são dois jogadores sem lugar na selecção – nada mostraram ao longo da época para lá estarem. Boa Morte, sendo um jogador razoável, só vai porque Scolari ainda tem tempo para mais umas provocações ao Porto, no caso, ao não levar Quaresma.
Scolari tem um comportamento requintado. Só um tipo muito engenhoso é que consegue ser BEM pago para ser seleccionador nacional e ter a lata de não colocar na selecção os dois melhores jogadores portugueses a actuar em Portugal, Ricardo Quaresma e João Moutinho.
Não vale a pena dizer muito mais. Os interesses do presidente da junta estão acima de tudo. As desculpas surgirão com a maior das naturalidades como é característica deste tipo de espertalhões.
Sou português, quero que Portugal ganhe. Mas a razão diz-me que este seleccionador e os seus convidados mereciam perder os três primeiros jogos por 3 ou 4. Para voltarem de bolinha baixa. Já não há pachorra para aturar este indivíduo. Nunca mais chega a hora de o ver a treinar o galinheiro.
Thursday, May 11, 2006
Wednesday, May 10, 2006
Paulo Bento
Temos treinador para as próximas duas épocas. Acho natural que se tenha renovado com o Paulo Bento. O trabalho que ele desenvolveu no SPORTING enquanto treinador dos juniores e da equipa principal foi positivo. Conhece o clube, é sério e tem vontade de vencer, o que acaba por esconder alguma falta de experiência que ainda se nota. E é um treinador disciplinador, facto absolutamente vital para uma equipa como a do SPORTING, depois de ter sido treinada por Peseiro.
Sabemos que nem tudo vai ser fácil. Desejo-lhe as maiores felicidades. Espero poder contar com ele tal como ele vai poder contar comigo e com os outros sócios. O trabalho sério e de qualidade vai valer a pena, tarde ou cedo ele vai-se revelar. Boa sorte, Paulo Bento.
Temos treinador para as próximas duas épocas. Acho natural que se tenha renovado com o Paulo Bento. O trabalho que ele desenvolveu no SPORTING enquanto treinador dos juniores e da equipa principal foi positivo. Conhece o clube, é sério e tem vontade de vencer, o que acaba por esconder alguma falta de experiência que ainda se nota. E é um treinador disciplinador, facto absolutamente vital para uma equipa como a do SPORTING, depois de ter sido treinada por Peseiro.
Sabemos que nem tudo vai ser fácil. Desejo-lhe as maiores felicidades. Espero poder contar com ele tal como ele vai poder contar comigo e com os outros sócios. O trabalho sério e de qualidade vai valer a pena, tarde ou cedo ele vai-se revelar. Boa sorte, Paulo Bento.
Monday, May 08, 2006
2º lugar - 72 pontos
Se não se ganha o balanço não pode ser positivo. Mas atendendo ao que se passou ao longo da época, temos que reconhecer que atingir o 2º lugar nem foi mau de todo. Quem diria que a equipa que Peseiro largou iria chegar ao apuramento directo para a Liga dos Campeões?
Paulo Bento foi para mim uma admirável surpresa. Teve uma prestação de categoria no cargo de treinador da equipa principal. Entendo que deve renovar e que lhe devem ser dadas condições para desenvolver um trabalho sério e de qualidade. Do que é que estão à espera?
Se não se ganha o balanço não pode ser positivo. Mas atendendo ao que se passou ao longo da época, temos que reconhecer que atingir o 2º lugar nem foi mau de todo. Quem diria que a equipa que Peseiro largou iria chegar ao apuramento directo para a Liga dos Campeões?
Paulo Bento foi para mim uma admirável surpresa. Teve uma prestação de categoria no cargo de treinador da equipa principal. Entendo que deve renovar e que lhe devem ser dadas condições para desenvolver um trabalho sério e de qualidade. Do que é que estão à espera?
Descidas
A Liga fica mais pobre sem o Belenenses e o Vitória de Guimarães. São duas equipas que têm adeptos, história e capacidade de proporcionar bons espectáculos, mesmo quando não estão no melhor dos momentos. Qualquer um é capaz de reconhecer que um Belenenses - SPORTING ou um Guimarães - Porto são desafios apelativos e capazes de suscitarem o que muitos de nós queremos: futebol de qualidade e interesse competitivo.
Desceram. Na Liga principal ficam algumas equipas cujos adeptos que vão ao estádio cabem todos dentro de um autocarro. Mas os resultados é que contam. Mesmo que tenham razões de queixa, das arbitragens e não só, uma coisa é certa: estavam a pedi-las. Quem tem como treinadores Jaime Pacheco e Vítor Pontes e quem aposta em Carlos Carvalhal e José Couceiro estava a arriscar. E, às vezes, quem arrisca petisca. Eu sei que nestes 4 treinadores há alguns que estão "muito bem posicionados para..." como agora é moda dizer-se. Não duvido: um fato e uma gravata e meia dúzia de banalidades futeboleiras são suficientes para se fazer um treinador, neste país onde o grau de exigência face à maioria das actividades é mínimo.
Mas uma coisa é certa, nenhum deles entrou por ali dentro obrigando os clubes a contratá-los. Venham com as desculpas todas, legítimas ou não, as direcções do Guimarães e do Belenenses são as principais responsáveis. E é bonito ver gente a assumir as suas resposabilidades.
Mas eu não tenho nada que ver com isso. Não façam caso.
A Liga fica mais pobre sem o Belenenses e o Vitória de Guimarães. São duas equipas que têm adeptos, história e capacidade de proporcionar bons espectáculos, mesmo quando não estão no melhor dos momentos. Qualquer um é capaz de reconhecer que um Belenenses - SPORTING ou um Guimarães - Porto são desafios apelativos e capazes de suscitarem o que muitos de nós queremos: futebol de qualidade e interesse competitivo.
Desceram. Na Liga principal ficam algumas equipas cujos adeptos que vão ao estádio cabem todos dentro de um autocarro. Mas os resultados é que contam. Mesmo que tenham razões de queixa, das arbitragens e não só, uma coisa é certa: estavam a pedi-las. Quem tem como treinadores Jaime Pacheco e Vítor Pontes e quem aposta em Carlos Carvalhal e José Couceiro estava a arriscar. E, às vezes, quem arrisca petisca. Eu sei que nestes 4 treinadores há alguns que estão "muito bem posicionados para..." como agora é moda dizer-se. Não duvido: um fato e uma gravata e meia dúzia de banalidades futeboleiras são suficientes para se fazer um treinador, neste país onde o grau de exigência face à maioria das actividades é mínimo.
Mas uma coisa é certa, nenhum deles entrou por ali dentro obrigando os clubes a contratá-los. Venham com as desculpas todas, legítimas ou não, as direcções do Guimarães e do Belenenses são as principais responsáveis. E é bonito ver gente a assumir as suas resposabilidades.
Mas eu não tenho nada que ver com isso. Não façam caso.
Os intervalos
Ao tomar conhecimento do que se foi passando nas últimas 2 jornadas - com vários jogos em simultâneo - apercebi-me que vários jornalistas, comentadores, jogadores e treinadores referiram que houve jogos com arbitragens completamente diferentes da primeira para a segunda parte. Não vale a pena estar aqui a enumerar todas as situações; até o mais distraído dos adeptos deu conta. Parece-me que os jogadores e treinadores não foram os únicos a fazer contas ao intevalo...
Ao tomar conhecimento do que se foi passando nas últimas 2 jornadas - com vários jogos em simultâneo - apercebi-me que vários jornalistas, comentadores, jogadores e treinadores referiram que houve jogos com arbitragens completamente diferentes da primeira para a segunda parte. Não vale a pena estar aqui a enumerar todas as situações; até o mais distraído dos adeptos deu conta. Parece-me que os jogadores e treinadores não foram os únicos a fazer contas ao intevalo...
Friday, May 05, 2006
Esta mania que os rafeiros têm de se atirarem aos tornozelos das pessoas
Os presidentes do Nacional e do galinheiro prosseguem na sua estratégia de acusarem os outros daquilo que eles próprios são. É por causa da mania das grandezas que os dois têm: estão tão cheios de si que resolveram colocar espelhos por todo o lado onde passam. Resultado: a sua imagem persegue-os de tal maneira que eles só se vêem a si. E assim temos o mais vulgar dos patos-bravos a chamar vulgar a um jogador que marcou vários golos à sua equipazeca. E depois vem também o mais rasteiro dos candidatos a mafioso-mor do futebol português a chamar baixo a uma pessoa.
Não há ninguém a verificar se têm as vacinas em dia para poderem andar na rua?
Os presidentes do Nacional e do galinheiro prosseguem na sua estratégia de acusarem os outros daquilo que eles próprios são. É por causa da mania das grandezas que os dois têm: estão tão cheios de si que resolveram colocar espelhos por todo o lado onde passam. Resultado: a sua imagem persegue-os de tal maneira que eles só se vêem a si. E assim temos o mais vulgar dos patos-bravos a chamar vulgar a um jogador que marcou vários golos à sua equipazeca. E depois vem também o mais rasteiro dos candidatos a mafioso-mor do futebol português a chamar baixo a uma pessoa.
Não há ninguém a verificar se têm as vacinas em dia para poderem andar na rua?
Tuesday, May 02, 2006
A andar de bicicleta nunca vi. A treinar uma equipa de futebol anda aí um
O treinador do galinheiro não é nada inteligente. E não tem memória. Se tivesse, lembrava-se de como a sua equipa roubou o Rio Ave para lá ter conseguido uma vitória. É um fraco; não é capaz de assumir as suas falhas e invoca mistificações estapafúrdias para se referir às vitórias dos outros. É um cobarde: insinua em vez de provar. Se fosse homem, com cara, dizia tudo o que sabe sobre as “alegadas” facilidades que o Rio Ave concedeu ao SPORTING, no jogo disputado em Vila do Conde e não em Loulé. Ainda lhe estão atravessadas as duas derrotas contra o SPORTING. Como tal, não perde uma oportunidade de falar do nosso clube. Nunca diz nada de jeito e até nos diverte, o que não é de estranhar vindo de quem tem a inteligência de um daqueles tamancos de madeira que se usam lá na terra dele. Para se livrar das suas responsabilidades não se coíbe de colocar em causa o profissionalismo de uma equipa em situação difícil para evitar a descida – vamos ver no fim como é que o Rio Ave ficaria classificado se pudesse contar com os três pontos que lhes foram retirados no jogo contra o galinheiro. Foi, ao longo da época, o treinador com os comentários mais ordinários que se ouviram acerca de jogos e arbitragens – as tais que ele diz que não comenta. Comentários tão baixos que já nem no futebol português são habituais.
Tenho uma grande curiosidade relativa a este assunto: o que diriam os editorialistas e outros articulistas da praça se estas declarações tivessem sido feitas por Paulo Bento ou Co Adriaanse? E como seria a capa d'A Bola?
Termino com as sábias palavras de Danielson: "O Liedson fez o que quis da defesa do Benfica no jogo da Luz e o senhor Koeman não veio dizer que os golos tinham sido ridículos ou que tinham sido facilitados." Pois é, Danielson. A diferença está na inteligência, que uns têm e outros não.
Leitão da Bairrada a caminho do PSV (só falta levar uma rodela de laranja na boca).
O treinador do galinheiro não é nada inteligente. E não tem memória. Se tivesse, lembrava-se de como a sua equipa roubou o Rio Ave para lá ter conseguido uma vitória. É um fraco; não é capaz de assumir as suas falhas e invoca mistificações estapafúrdias para se referir às vitórias dos outros. É um cobarde: insinua em vez de provar. Se fosse homem, com cara, dizia tudo o que sabe sobre as “alegadas” facilidades que o Rio Ave concedeu ao SPORTING, no jogo disputado em Vila do Conde e não em Loulé. Ainda lhe estão atravessadas as duas derrotas contra o SPORTING. Como tal, não perde uma oportunidade de falar do nosso clube. Nunca diz nada de jeito e até nos diverte, o que não é de estranhar vindo de quem tem a inteligência de um daqueles tamancos de madeira que se usam lá na terra dele. Para se livrar das suas responsabilidades não se coíbe de colocar em causa o profissionalismo de uma equipa em situação difícil para evitar a descida – vamos ver no fim como é que o Rio Ave ficaria classificado se pudesse contar com os três pontos que lhes foram retirados no jogo contra o galinheiro. Foi, ao longo da época, o treinador com os comentários mais ordinários que se ouviram acerca de jogos e arbitragens – as tais que ele diz que não comenta. Comentários tão baixos que já nem no futebol português são habituais.
Tenho uma grande curiosidade relativa a este assunto: o que diriam os editorialistas e outros articulistas da praça se estas declarações tivessem sido feitas por Paulo Bento ou Co Adriaanse? E como seria a capa d'A Bola?
Termino com as sábias palavras de Danielson: "O Liedson fez o que quis da defesa do Benfica no jogo da Luz e o senhor Koeman não veio dizer que os golos tinham sido ridículos ou que tinham sido facilitados." Pois é, Danielson. A diferença está na inteligência, que uns têm e outros não.
Leitão da Bairrada a caminho do PSV (só falta levar uma rodela de laranja na boca).
Friday, April 28, 2006
Thursday, April 27, 2006
Está a começar e já enjoa
Como contribuinte fiscal - com tudo em dia - também devo poder dar a minha opinião acerca desta novela mexicana com personagens brasileiros, ingleses e portugueses. Ou não é verdade que, embora por via indirecta, há dinheiro do orçamento de estado a pagar a equipa técnica nacional?
Se o presidente da FPF fosse capaz de tomar atitudes como a grande maioria das pessoas fazem, mandava este sr. Scolari calar-se com os seus negócios pessoais enquanto estiver a ser pago para treinar a selecção portuguesa. Quando o seu contrato acabar então que fale da sua vidinha com quem lhe apetecer e quando lhe apetecer, mas longe daqui, s.f.f.
Como contribuinte fiscal - com tudo em dia - também devo poder dar a minha opinião acerca desta novela mexicana com personagens brasileiros, ingleses e portugueses. Ou não é verdade que, embora por via indirecta, há dinheiro do orçamento de estado a pagar a equipa técnica nacional?
Se o presidente da FPF fosse capaz de tomar atitudes como a grande maioria das pessoas fazem, mandava este sr. Scolari calar-se com os seus negócios pessoais enquanto estiver a ser pago para treinar a selecção portuguesa. Quando o seu contrato acabar então que fale da sua vidinha com quem lhe apetecer e quando lhe apetecer, mas longe daqui, s.f.f.
Monday, April 24, 2006
SPORTING - Vencedor da Taça de Portugal / Futsal
Quase não é notícia nos jornais desportivos, nem nos gerais, mas aconteceu. Deve ser por falta de espaço. Não acredito que seja apenas para passar ao lado de mais uma derrota do derrotado. Parabéns aos vencedores.
Quase não é notícia nos jornais desportivos, nem nos gerais, mas aconteceu. Deve ser por falta de espaço. Não acredito que seja apenas para passar ao lado de mais uma derrota do derrotado. Parabéns aos vencedores.
A saga continua
Mais um capítulo da majestosa campanha destinada a colocar o clube do galinheiro na Liga dos Campeões.
Vale tudo. Desta vez, mais dois gatunos disfarçados de árbitros de futebol apareceram em Alvalade com o objectivo de prejudicar o SPORTING. Isto não significa que tenham ajudado a Naval; em matéria de despromoção o Paços de Ferreira é quem está nas graças dos homenzinhos do apito.
Desta vez tivemos um energúmeno, de nome Resende, que é dos que nem categoria tem para disfarçar a aldrabice que o motiva. Ajudado por um rídiculo bandeirinha que armou para lá uma coreografia a imitar aqueles tipos que dançam ao lado dos cantores pimba. Pegou moda nos árbitros essa treta dos reality shows. Estes ladrões têm que pagar por aquilo que fizeram. Se não, abram imediatamente as portas de todas as cadeias porque é uma injustiça para os que lá estão dentro. Se isto não fosse a sério, dava para rir, lá isso dava.
Mais um capítulo da majestosa campanha destinada a colocar o clube do galinheiro na Liga dos Campeões.
Vale tudo. Desta vez, mais dois gatunos disfarçados de árbitros de futebol apareceram em Alvalade com o objectivo de prejudicar o SPORTING. Isto não significa que tenham ajudado a Naval; em matéria de despromoção o Paços de Ferreira é quem está nas graças dos homenzinhos do apito.
Desta vez tivemos um energúmeno, de nome Resende, que é dos que nem categoria tem para disfarçar a aldrabice que o motiva. Ajudado por um rídiculo bandeirinha que armou para lá uma coreografia a imitar aqueles tipos que dançam ao lado dos cantores pimba. Pegou moda nos árbitros essa treta dos reality shows. Estes ladrões têm que pagar por aquilo que fizeram. Se não, abram imediatamente as portas de todas as cadeias porque é uma injustiça para os que lá estão dentro. Se isto não fosse a sério, dava para rir, lá isso dava.
SPORTING CLUBE DE PORTUGAL - Eleições
Aguardei alguns dias até que os anunciados candidatos formalizassem as suas candidaturas. Deste modo pretendo referir-me aqui às ideias e objectivos anunciados pelos candidatos em vez de comentar intenções dispersamente atiradas para os meios de comunicação. Tomo como fonte as informações referidas pelas respectivas candidaturas.
Guilherme Lemos
Não conheço muito bem este candidato; sei que já foi dirigente do Estrela da Amadora e pouco mais. Nem sequer tinha ideia dele como pessoa tão interessada pelos destinos do SPORTING. E nisso não há mal nenhum. O que para mim é problema é aquilo que G. Lemos vem dizendo. O prospecto distribuído pela sua candidatura não é esclarecedor acerca do que ali está em causa. Começa logo por incorrer no erro de não ser minimamente claro: confunde diagnósticos com soluções e fala em projectos (conceito que não é o meu preferido) em vez de objectivos (o que eu gostava mais que os candidatos utilizassem). No que respeita a medidas concretas que G. Lemos pretende concretizar é o vazio total: são referidas intenções difusas sem nenhuma sustentação em termos práticos. Capazes de serem ditas por qualquer sócio mas que, por serem de tal modo vagas não significam nada de concreto. “Devolver o SPORTING aos sócios”; “Um SPORTING universal que seja o orgulho de todos os sportinguistas” e “Fortalecer a mística do SPORTING” são frases de tal modo vagas que não indicam nada acerca do que seria a gestão do clube. E muito menos justificam uma candidatura à presidência do clube. Se não fosse assim qualquer sócio se candidatava porque qualquer sócio pretende “fortalecer a mística do SPORTING”, por exemplo. No que respeita ao item intitulado “Actividade Económica”, esta candidatura é de uma pobreza colossal. Aponta duas medidas para a solução deste problema: “Recuperação e fidelização dos sócios” e “Campanha de angariação de novos sócios junto da nossa juventude”. Custa-me a acreditar que G. Lemos seja tão ingénuo ao ponto de crer que a “actividade económica” do SPORTING tem o seu core business na admissão de sócios. Como candidato, G. Lemos devia saber que as quotizações não são financeiramente suficientes para a sustentabilidade de um clube como o SPORTING. Os problemas económicos e de tesouraria do SPORTING têm que ser resolvidos de outro modo. Se G. Lemos não percebeu isto então é porque não percebeu nada do que é a gestão de um clube com a dimensão do SPORTING. Eu também desejo que o SPORTING tenha mais sócios e fidelize aqueles que já possui; mas não estou à espera que 80 mil pagantes (o que seria um óptimo nº) seja panaceia para os nossos males. O incremento de sócios é positivo. Mas é para os ter no estádio, a comprar artigos do clube, a apoiar as várias equipas do clube, a participar nos órgãos de discussão do clube e a viverem o clube. Isto contribuirá para a questão económica, mas não é por si só a solução. Apontar estas medidas revela, para mim, que este candidato não tem mais ideia nenhuma acerca da sustentabilidade financeira do clube, o que é muito mau para um candidato a presidente. Nem sequer vou comentar tópicos soltos que aparecem no prospecto como “Símbolos do clube”; “Velhas glórias” e “Provedor do sócio”. Não passam de frases vagas a apelar a um certo sentimentalismo dos sócios mas que não querem dizer nada. Mas não me dispenso de comentar este: “Formar homens”. G. Lemos deve julgar que o SPORTING é a tropa e a Academia deve ser um misto de recruta com internato juvenil. Completamente errado. Dos jovens atletas fazem-se grandes atletas quando a estrutura que os forma é organizada e tem objectivos claros, não só a nível desportivo, coisa que eu não acredito que G. Lemos seja capaz de implementar. Quanto às pessoas que G. Lemos indica não tenho nada a dizer porque não as conheço (o que é capaz de não ser bom sinal). E não tenho muito mais a referir: isto é para mim uma candidatura para marcar posição, sobretudo nos meios de comunicação e não para vir a dirigir o clube. Espero que tenha uma votação baixíssima apenas para demonstrar que os sócios do SPORTING sabem o que querem. Se há 50 anos isto bastava para se ser candidato, hoje não. E ainda bem.
Abrantes Mendes
Para perceber o que esta candidatura tem para dizer socorri-me do site oficial. Dispenso-me de comentar outra vez a salgalhada que aquilo é: nem é bom lembrar. A candidatura de A. Mendes – sem querer, ou talvez não – incorre no mesmo erro de misturar diagnóstico com objectivos a concretizar. O que eu acho que acontece porque se pretende lançar confusão na cabeça dos sócios. Vejamos: que sentido é que faz colocar a frase “Connosco não haverá delegações em gente que só se tem aproveitado do Clube!” na lista de objectivos? Um objectivo não é aquilo que se pretende realizar? Que raio de objectivo é este? Vamos à questão financeira: começa logo com uma contradição. A. Mendes diz que “Com tudo o que foi referido, o Sporting está hoje nas mãos de instituições bancárias e de algumas pessoas que nada têm de sportinguistas mas que se têm servido da “marca“ Sporting para movimentar valores que o Clube não tem mas que vai ter de pagar!” e depois vem dizer que “Iremos falar com a Banca para conhecer quais são os compromissos assumidos pelo Clube, porque queremos encontrar as melhores soluções para os respeitar”. Em que é que ficamos? Vão retirar o clube das “mãos da banca” e depois de onde vem o dinheiro? A. Mendes devia saber que este tipo de declarações, embora no imediato satisfaçam os ouvidos de alguns sócios, são perigosas porque começam logo por colocar o clube numa posição de inferioridade com a banca com a qual tem que negociar. Diz que “retira o clube das mãos da banca” e anuncia como trunfo eleitoral a possibilidade de contratualizar mais um empréstimo bancário de 20 milhões de euros… Acho bom que se decida: ou sim ou sopas – ou será que acha uma coisa de manhã e outra à tarde? A não ser que A. Mendes rompa todos os acordos financeiros com os bancos e apareça com o dinheiro necessário. Se conseguir fazer isso, que patenteie imediatamente a fórmula porque há milhões por esse mundo fora que não se importavam nada de deixar de estar nas mãos dos bancos, continuando a ter casa, carro, dinheiro para sustentar a família e, se possível um extra para as férias. Isto para mim não passa de uma frase fácil para cativar sócios: toda a gente sabe que um adepto se pauta sempre pela ideia de independência e auto-suficiência e, como tal soa bem ouvir isto. O problema é saber com que dinheiro é que se paga aos jogadores e demais funcionários do clube ao fim do mês. A. Mendes diz que estes empréstimos se devem ao total fracasso das anteriores direcções. Está enganado. É certo que houve anteriores direcções muito más (falarei disso mais à frente), mas o principal motivo do nosso endividamento foi a construção do estádio e da academia de Alcochete. E que eu tivesse dado conta nenhum dos actuais elementos desta candidatura apareceu na altura a dizer para não se fazerem essas obras porque elas implicavam a constituição de avultadas dívidas à banca. A grande maioria dos sportinguistas achou muito bem que se tivessem feito estes investimentos em infra-estruturas. Ainda acerca da questão financeira, veja-se como uma proposta - má, digo eu – redundou numa desautorização pública do candidato: como alternativa à venda de algum património não desportivo que, parece, tanto orgulho causa em alguns sócios, A. Mendes propõe que o clube contraia um empréstimo à banca no valor de 20 milhões de euros. Pondo de parte a contradição que é uma direcção que quer “tirar o clube das mãos das instituições bancárias” ir contrair mais um empréstimo, ou seja, mais uma despesa ao fim do mês, porque é isso que qualquer empréstimo significa, A. Mendes pediu uma reunião com um banco e veio logo para os meios de comunicação dizer que já tinha garantido o tal empréstimo. A desautorização deu-se quando um administrador, Alípio Dias, veio dizer que não se tratou de nada disso e que, como representante do banco, apenas disse aquilo que diz a outros parceiros deste tipo de empréstimos: que um acordo, financeiro tal como qualquer outro, pode sempre ser alterado desde que haja acordo das partes. A. Mendes pensou que os sócios do SPORTING iam ficar impressionados ao vê-lo sair a porta do banco e dizer: “está tratado”. Os sócios do SPORTING sabem que não é assim. Porque os sócios do SPORTING têm contas, vão aos bancos, pagam a prestação da casa, etc. Resumindo: A. Mendes diz que não vende património e que não quer estar dependente dos bancos. Só não diz é onde é que pretende ir buscar o dinheiro. Mas há mais. A. Mendes avança com a seguinte medida: “Fazer crescer as receitas em 70%”. Isto sem nenhuma sustentação. Disse 70% mas podia ter dito 150%. Como não diz a maneira de isso se fazer, qualquer número serve. Frases destas qualquer um é capaz de escrever 50. A questão não é o QUE SE QUER FAZER. Porque aí queremos todos o mesmo: um grande clube, em todos os aspectos. A questão é COMO SE VAI FAZER. Umas eleições servem para se dizer como é que se pretende cumprir um programa. Para que os sócios possam optar. Fico com a sensação que os sócios do SPORTING, assim, não estão perante uma alternativa. Estão apenas perante um vago projecto de intenções não especificadas, pontuado por muitos ressabiamentos e quezílias pessoais. Vamos ao futebol. Acaba por ser menos demorado porque, curiosamente, sobre este aspecto, A. Mendes vai dizendo muito pouco. Para este candidato: ”O FUTEBOL merecerá um empenhamento cuidado e responsável, com Sportinguistas especializados no seu comando, liderados pelo Presidente, Dr. Juiz Abrantes Mendes, de modo a sermos nós a gerir o nosso destino e não a entregá-lo a quem está ao serviço de interesses que lesam o Sporting!” Ou seja, parece que tudo se resume a um empenhamento "cuidado" e "responsável". Se esta é a única coisa que é capaz de dizer acerca do futebol, estamos mesmo muito mal! A. Mendes já disse que planeia ser ele e um director desportivo (José Couceiro) a gerir o futebol. José Couceiro??? Aquele que já lá esteve e que tanto disparate fez? A. Mendes diz que vai cortar com a “gestão danosa” do passado… indo buscar um dos protagonistas dessa mesma gestão péssima a todos os níveis. Ou já se esqueceu do papel que J. Couceiro desempenhou no SPORTING? Teríamos o Carlão do chupa-chupa de volta? Quanto aos nomes que foram avançados, nesta candidatura há pessoas por quem tenho estima como Isabel Trigo de Mira, Manuel Fernandese Jordão por exemplo. Ainda assim o que vejo lá é uma data de espontâneos que dão o nome e a cara, nalguns casos, apenas para aparecerem a dizer que são candidatos a “qualquer coisa” no SPORTING. Acredito que haja pessoas bem intencionadas nesta candidatura. Mas há lá outros… daqueles que nós até pagávamos para não os vermos lá. A título de exemplo, o Oceano. Trata-se de um daqueles ex-jogadores nos quais eu não vislumbro muita mística sportinguista, o que quer que isso seja. Que valor acrescentado é que ele pode trazer para o SPORTING? Quer-se embrulhar a criatura com a capa da mística e do sportinguismo. Mas ninguém sabe que cargo é que ele é capaz de desempenhar com competência e conhecimento de causa. Mais um “director desportivo”? Pelo amor da santa (e eu que nem sou crente, vejam lá…). Até podia vir aqui avivar a memória de A. Mendes com alguns factos históricos como a sua passagem pelo SPORTING em finais da década de 80. Mas não quero recordar um dos momentos mais tristes da história do nosso clube (Jorge Gonçalves, lembram-se?). Espero apenas que A. Mendes, que tanto gosta de referir as administrações passadas, se lembre que ele também já lá esteve, e não deixou grande saudade. Esta candidatura preocupa-me. Personifica o populismo básico para cativar alguns descontentes. Como se o descontentamento – de certa forma legítimo, diga-se – se resolvesse com estes chavões populistas. Uma candidatura que não responde a nada do que é essencial para a resolução dos problemas do clube, é o que eu acho.
Soares Franco
Devo começar por dizer que não gostei deste avança-recua-talvez avance de Soares Franco. Mas também acho que não é o fim do mundo mudar de opinião. Já todos mudámos de opinião acerca de muitas coisas e ainda bem que assim é. Sempre fui um defensor da realização de eleições no clube. A administração de Dias da Cunha estava remendada e incapaz de dar conta das tarefas que lhe cabiam como, infelizmente, tivemos oportunidade de verificar. Soares Franco não seria, à partida, a pessoa que eu indicaria para a candidatura ao cargo. Mas foi ele que se candidatou e constituiu uma lista com a qual somos confrontados. Por isso, é essa que temos que analisar. Aquilo que S. Franco apresenta como “Pilares do Projecto” são basicamente ideias que apostam na continuidade, mas com algumas inevitáveis mudanças. No plano económico / financeiro as coisas não diferem muito. O clube está endividado. Esse foi o preço a pagar pelas mudanças de infra-estruturas em que se envolveu. Eu acho essas mudanças importantes (estádio e academia) e, como tal, aceito que esse preço tenha que ser pago: temos que recorrer a parcerias financeiras com a banca porque o clube não tem capacidade de as suportar por si. Mas gostava que a gestão que S. Franco propõe fosse mais rigorosa do que aquela que tivemos até agora. Entendo que não há, nem nunca devia ter havido, lugar à criação de tanta empresa no grupo SPORTING, com tanto administrador e demais funcionários. Esse erro não pode voltar a ser cometido. Tal como não se pode voltar a cometer o erro de, para a área do futebol, por exemplo, se fazer tanta escolha mal feita: Fernando Santos, José Peseiro; Paulo de Andrade, Rui Meireles e mais alguns, foram péssimas escolhas que, cada um à sua maneira e com a sua contribuição específica, se traduziram em maus resultados desportivos e consequentemente económicos. Não se pode falhar duas vezes seguidas na contratação de treinador; não há estrutura que aguente. E não se pode contratar um administrador profissional para o futebol que, passados uns meses, se percebe que não está preparado para desempenhar esse cargo. Espero que S. Franco pense bem no que se passou porque há falhas que não se podem voltar a repetir. Das ideias que S. Franco apresenta para a questão económica / financeira concordo com a alienação de algum património não-desportivo, como já tive oportunidade de referir noutras ocasiões. Também acho que se deve tentar expandir o nº de sócios e a dinamização da área do marketing e apoio de sponsors, mas não tenho a veleidade de achar, como G. Lemos e A. Mendes que isso basta para resolver os problemas financeiros do clube. O equilíbrio financeiro do clube só se faz com uma equipa competitiva que ganhe algumas das provas em que participa: esse é o melhor marketing que pode haver. Nenhuma campanha de sócios angaria tantos como o facto de o clube vencer um campeonato. Nenhuma campanha de marketing faz vender tantas camisolas como o facto de termos um goleador como Jardel. O marketing no futebol não funciona do mesmo modo que em outras áreas. E há pretensos gestores e candidatos a gestores que ainda não entenderam isso. Isso é que é a mística. E a mística não se preserva por decreto assinado num folheto de campanha eleitoral. A mística constrói-se com vitórias. No que diz respeito ao papel dos sócios, acho que S. Franco deve apostar em fazer mais do que até aqui foi feito. Aos sócios deve ser dada importância no modo como eles participam na vida do clube. A este respeito temos que arrepiar caminho porque o que foi feito nos últimos anos foi muito mau. Quanto ao ecletismo, entendo que o clube o deve manter por ser vital para a solidificação da ideia do SPORTING como o melhor clube português e um dos melhores do mundo. Acho que isso deve passar pela dinamização de parcerias com o mundo empresarial. Assim sendo acho que devemos ser cautelosos na introdução de mais modalidades. Mais vale preservar aquelas que já temos (andebol e atletismo, por exemplo) do que estar a introduzir modalidades que daqui por três anos fecham sem ganhar nada e com ordenados em atraso. Também quero que o SPORTING volte a ter outras modalidades. Prefiro que esses passos sejam dados com cautelas de modo a que não se falhe. No que diz respeito às pessoas, devo dizer que a lista de S. Franco é a que engloba aqueles que eu acho os mais capazes para a tarefa que se avizinha. Destaco apenas Miguel Ribeiro Telles e José Eduardo Bettencourt porque são dirigentes em quem deposito esperança na espinhosa missão que é gerir o maior clube português: o nosso SPORTING.
Vou votar em S. Franco. E voto porque entendo que esta é, de todas, a lista que apresenta as melhores ideias, que as sustenta melhor e que indica as pessoas mais capazes de as concretizar. Faço isto em nome do SPORTING. Prolifera por aí uma onda que consiste em fazer crer que quem apoia S. Franco tem um qualquer interesse escondido, ao passo que os apoiantes das outras listas é que são os “sérios” e “abnegados”. Não acredito neste tipo de visões maniqueístas. Sou sócio e accionista da SAD e é o SPORTING que eu defendo e defenderei.
VIVA O SPORTING! SEMPRE!
Aguardei alguns dias até que os anunciados candidatos formalizassem as suas candidaturas. Deste modo pretendo referir-me aqui às ideias e objectivos anunciados pelos candidatos em vez de comentar intenções dispersamente atiradas para os meios de comunicação. Tomo como fonte as informações referidas pelas respectivas candidaturas.
Guilherme Lemos
Não conheço muito bem este candidato; sei que já foi dirigente do Estrela da Amadora e pouco mais. Nem sequer tinha ideia dele como pessoa tão interessada pelos destinos do SPORTING. E nisso não há mal nenhum. O que para mim é problema é aquilo que G. Lemos vem dizendo. O prospecto distribuído pela sua candidatura não é esclarecedor acerca do que ali está em causa. Começa logo por incorrer no erro de não ser minimamente claro: confunde diagnósticos com soluções e fala em projectos (conceito que não é o meu preferido) em vez de objectivos (o que eu gostava mais que os candidatos utilizassem). No que respeita a medidas concretas que G. Lemos pretende concretizar é o vazio total: são referidas intenções difusas sem nenhuma sustentação em termos práticos. Capazes de serem ditas por qualquer sócio mas que, por serem de tal modo vagas não significam nada de concreto. “Devolver o SPORTING aos sócios”; “Um SPORTING universal que seja o orgulho de todos os sportinguistas” e “Fortalecer a mística do SPORTING” são frases de tal modo vagas que não indicam nada acerca do que seria a gestão do clube. E muito menos justificam uma candidatura à presidência do clube. Se não fosse assim qualquer sócio se candidatava porque qualquer sócio pretende “fortalecer a mística do SPORTING”, por exemplo. No que respeita ao item intitulado “Actividade Económica”, esta candidatura é de uma pobreza colossal. Aponta duas medidas para a solução deste problema: “Recuperação e fidelização dos sócios” e “Campanha de angariação de novos sócios junto da nossa juventude”. Custa-me a acreditar que G. Lemos seja tão ingénuo ao ponto de crer que a “actividade económica” do SPORTING tem o seu core business na admissão de sócios. Como candidato, G. Lemos devia saber que as quotizações não são financeiramente suficientes para a sustentabilidade de um clube como o SPORTING. Os problemas económicos e de tesouraria do SPORTING têm que ser resolvidos de outro modo. Se G. Lemos não percebeu isto então é porque não percebeu nada do que é a gestão de um clube com a dimensão do SPORTING. Eu também desejo que o SPORTING tenha mais sócios e fidelize aqueles que já possui; mas não estou à espera que 80 mil pagantes (o que seria um óptimo nº) seja panaceia para os nossos males. O incremento de sócios é positivo. Mas é para os ter no estádio, a comprar artigos do clube, a apoiar as várias equipas do clube, a participar nos órgãos de discussão do clube e a viverem o clube. Isto contribuirá para a questão económica, mas não é por si só a solução. Apontar estas medidas revela, para mim, que este candidato não tem mais ideia nenhuma acerca da sustentabilidade financeira do clube, o que é muito mau para um candidato a presidente. Nem sequer vou comentar tópicos soltos que aparecem no prospecto como “Símbolos do clube”; “Velhas glórias” e “Provedor do sócio”. Não passam de frases vagas a apelar a um certo sentimentalismo dos sócios mas que não querem dizer nada. Mas não me dispenso de comentar este: “Formar homens”. G. Lemos deve julgar que o SPORTING é a tropa e a Academia deve ser um misto de recruta com internato juvenil. Completamente errado. Dos jovens atletas fazem-se grandes atletas quando a estrutura que os forma é organizada e tem objectivos claros, não só a nível desportivo, coisa que eu não acredito que G. Lemos seja capaz de implementar. Quanto às pessoas que G. Lemos indica não tenho nada a dizer porque não as conheço (o que é capaz de não ser bom sinal). E não tenho muito mais a referir: isto é para mim uma candidatura para marcar posição, sobretudo nos meios de comunicação e não para vir a dirigir o clube. Espero que tenha uma votação baixíssima apenas para demonstrar que os sócios do SPORTING sabem o que querem. Se há 50 anos isto bastava para se ser candidato, hoje não. E ainda bem.
Abrantes Mendes
Para perceber o que esta candidatura tem para dizer socorri-me do site oficial. Dispenso-me de comentar outra vez a salgalhada que aquilo é: nem é bom lembrar. A candidatura de A. Mendes – sem querer, ou talvez não – incorre no mesmo erro de misturar diagnóstico com objectivos a concretizar. O que eu acho que acontece porque se pretende lançar confusão na cabeça dos sócios. Vejamos: que sentido é que faz colocar a frase “Connosco não haverá delegações em gente que só se tem aproveitado do Clube!” na lista de objectivos? Um objectivo não é aquilo que se pretende realizar? Que raio de objectivo é este? Vamos à questão financeira: começa logo com uma contradição. A. Mendes diz que “Com tudo o que foi referido, o Sporting está hoje nas mãos de instituições bancárias e de algumas pessoas que nada têm de sportinguistas mas que se têm servido da “marca“ Sporting para movimentar valores que o Clube não tem mas que vai ter de pagar!” e depois vem dizer que “Iremos falar com a Banca para conhecer quais são os compromissos assumidos pelo Clube, porque queremos encontrar as melhores soluções para os respeitar”. Em que é que ficamos? Vão retirar o clube das “mãos da banca” e depois de onde vem o dinheiro? A. Mendes devia saber que este tipo de declarações, embora no imediato satisfaçam os ouvidos de alguns sócios, são perigosas porque começam logo por colocar o clube numa posição de inferioridade com a banca com a qual tem que negociar. Diz que “retira o clube das mãos da banca” e anuncia como trunfo eleitoral a possibilidade de contratualizar mais um empréstimo bancário de 20 milhões de euros… Acho bom que se decida: ou sim ou sopas – ou será que acha uma coisa de manhã e outra à tarde? A não ser que A. Mendes rompa todos os acordos financeiros com os bancos e apareça com o dinheiro necessário. Se conseguir fazer isso, que patenteie imediatamente a fórmula porque há milhões por esse mundo fora que não se importavam nada de deixar de estar nas mãos dos bancos, continuando a ter casa, carro, dinheiro para sustentar a família e, se possível um extra para as férias. Isto para mim não passa de uma frase fácil para cativar sócios: toda a gente sabe que um adepto se pauta sempre pela ideia de independência e auto-suficiência e, como tal soa bem ouvir isto. O problema é saber com que dinheiro é que se paga aos jogadores e demais funcionários do clube ao fim do mês. A. Mendes diz que estes empréstimos se devem ao total fracasso das anteriores direcções. Está enganado. É certo que houve anteriores direcções muito más (falarei disso mais à frente), mas o principal motivo do nosso endividamento foi a construção do estádio e da academia de Alcochete. E que eu tivesse dado conta nenhum dos actuais elementos desta candidatura apareceu na altura a dizer para não se fazerem essas obras porque elas implicavam a constituição de avultadas dívidas à banca. A grande maioria dos sportinguistas achou muito bem que se tivessem feito estes investimentos em infra-estruturas. Ainda acerca da questão financeira, veja-se como uma proposta - má, digo eu – redundou numa desautorização pública do candidato: como alternativa à venda de algum património não desportivo que, parece, tanto orgulho causa em alguns sócios, A. Mendes propõe que o clube contraia um empréstimo à banca no valor de 20 milhões de euros. Pondo de parte a contradição que é uma direcção que quer “tirar o clube das mãos das instituições bancárias” ir contrair mais um empréstimo, ou seja, mais uma despesa ao fim do mês, porque é isso que qualquer empréstimo significa, A. Mendes pediu uma reunião com um banco e veio logo para os meios de comunicação dizer que já tinha garantido o tal empréstimo. A desautorização deu-se quando um administrador, Alípio Dias, veio dizer que não se tratou de nada disso e que, como representante do banco, apenas disse aquilo que diz a outros parceiros deste tipo de empréstimos: que um acordo, financeiro tal como qualquer outro, pode sempre ser alterado desde que haja acordo das partes. A. Mendes pensou que os sócios do SPORTING iam ficar impressionados ao vê-lo sair a porta do banco e dizer: “está tratado”. Os sócios do SPORTING sabem que não é assim. Porque os sócios do SPORTING têm contas, vão aos bancos, pagam a prestação da casa, etc. Resumindo: A. Mendes diz que não vende património e que não quer estar dependente dos bancos. Só não diz é onde é que pretende ir buscar o dinheiro. Mas há mais. A. Mendes avança com a seguinte medida: “Fazer crescer as receitas em 70%”. Isto sem nenhuma sustentação. Disse 70% mas podia ter dito 150%. Como não diz a maneira de isso se fazer, qualquer número serve. Frases destas qualquer um é capaz de escrever 50. A questão não é o QUE SE QUER FAZER. Porque aí queremos todos o mesmo: um grande clube, em todos os aspectos. A questão é COMO SE VAI FAZER. Umas eleições servem para se dizer como é que se pretende cumprir um programa. Para que os sócios possam optar. Fico com a sensação que os sócios do SPORTING, assim, não estão perante uma alternativa. Estão apenas perante um vago projecto de intenções não especificadas, pontuado por muitos ressabiamentos e quezílias pessoais. Vamos ao futebol. Acaba por ser menos demorado porque, curiosamente, sobre este aspecto, A. Mendes vai dizendo muito pouco. Para este candidato: ”O FUTEBOL merecerá um empenhamento cuidado e responsável, com Sportinguistas especializados no seu comando, liderados pelo Presidente, Dr. Juiz Abrantes Mendes, de modo a sermos nós a gerir o nosso destino e não a entregá-lo a quem está ao serviço de interesses que lesam o Sporting!” Ou seja, parece que tudo se resume a um empenhamento "cuidado" e "responsável". Se esta é a única coisa que é capaz de dizer acerca do futebol, estamos mesmo muito mal! A. Mendes já disse que planeia ser ele e um director desportivo (José Couceiro) a gerir o futebol. José Couceiro??? Aquele que já lá esteve e que tanto disparate fez? A. Mendes diz que vai cortar com a “gestão danosa” do passado… indo buscar um dos protagonistas dessa mesma gestão péssima a todos os níveis. Ou já se esqueceu do papel que J. Couceiro desempenhou no SPORTING? Teríamos o Carlão do chupa-chupa de volta? Quanto aos nomes que foram avançados, nesta candidatura há pessoas por quem tenho estima como Isabel Trigo de Mira, Manuel Fernandese Jordão por exemplo. Ainda assim o que vejo lá é uma data de espontâneos que dão o nome e a cara, nalguns casos, apenas para aparecerem a dizer que são candidatos a “qualquer coisa” no SPORTING. Acredito que haja pessoas bem intencionadas nesta candidatura. Mas há lá outros… daqueles que nós até pagávamos para não os vermos lá. A título de exemplo, o Oceano. Trata-se de um daqueles ex-jogadores nos quais eu não vislumbro muita mística sportinguista, o que quer que isso seja. Que valor acrescentado é que ele pode trazer para o SPORTING? Quer-se embrulhar a criatura com a capa da mística e do sportinguismo. Mas ninguém sabe que cargo é que ele é capaz de desempenhar com competência e conhecimento de causa. Mais um “director desportivo”? Pelo amor da santa (e eu que nem sou crente, vejam lá…). Até podia vir aqui avivar a memória de A. Mendes com alguns factos históricos como a sua passagem pelo SPORTING em finais da década de 80. Mas não quero recordar um dos momentos mais tristes da história do nosso clube (Jorge Gonçalves, lembram-se?). Espero apenas que A. Mendes, que tanto gosta de referir as administrações passadas, se lembre que ele também já lá esteve, e não deixou grande saudade. Esta candidatura preocupa-me. Personifica o populismo básico para cativar alguns descontentes. Como se o descontentamento – de certa forma legítimo, diga-se – se resolvesse com estes chavões populistas. Uma candidatura que não responde a nada do que é essencial para a resolução dos problemas do clube, é o que eu acho.
Soares Franco
Devo começar por dizer que não gostei deste avança-recua-talvez avance de Soares Franco. Mas também acho que não é o fim do mundo mudar de opinião. Já todos mudámos de opinião acerca de muitas coisas e ainda bem que assim é. Sempre fui um defensor da realização de eleições no clube. A administração de Dias da Cunha estava remendada e incapaz de dar conta das tarefas que lhe cabiam como, infelizmente, tivemos oportunidade de verificar. Soares Franco não seria, à partida, a pessoa que eu indicaria para a candidatura ao cargo. Mas foi ele que se candidatou e constituiu uma lista com a qual somos confrontados. Por isso, é essa que temos que analisar. Aquilo que S. Franco apresenta como “Pilares do Projecto” são basicamente ideias que apostam na continuidade, mas com algumas inevitáveis mudanças. No plano económico / financeiro as coisas não diferem muito. O clube está endividado. Esse foi o preço a pagar pelas mudanças de infra-estruturas em que se envolveu. Eu acho essas mudanças importantes (estádio e academia) e, como tal, aceito que esse preço tenha que ser pago: temos que recorrer a parcerias financeiras com a banca porque o clube não tem capacidade de as suportar por si. Mas gostava que a gestão que S. Franco propõe fosse mais rigorosa do que aquela que tivemos até agora. Entendo que não há, nem nunca devia ter havido, lugar à criação de tanta empresa no grupo SPORTING, com tanto administrador e demais funcionários. Esse erro não pode voltar a ser cometido. Tal como não se pode voltar a cometer o erro de, para a área do futebol, por exemplo, se fazer tanta escolha mal feita: Fernando Santos, José Peseiro; Paulo de Andrade, Rui Meireles e mais alguns, foram péssimas escolhas que, cada um à sua maneira e com a sua contribuição específica, se traduziram em maus resultados desportivos e consequentemente económicos. Não se pode falhar duas vezes seguidas na contratação de treinador; não há estrutura que aguente. E não se pode contratar um administrador profissional para o futebol que, passados uns meses, se percebe que não está preparado para desempenhar esse cargo. Espero que S. Franco pense bem no que se passou porque há falhas que não se podem voltar a repetir. Das ideias que S. Franco apresenta para a questão económica / financeira concordo com a alienação de algum património não-desportivo, como já tive oportunidade de referir noutras ocasiões. Também acho que se deve tentar expandir o nº de sócios e a dinamização da área do marketing e apoio de sponsors, mas não tenho a veleidade de achar, como G. Lemos e A. Mendes que isso basta para resolver os problemas financeiros do clube. O equilíbrio financeiro do clube só se faz com uma equipa competitiva que ganhe algumas das provas em que participa: esse é o melhor marketing que pode haver. Nenhuma campanha de sócios angaria tantos como o facto de o clube vencer um campeonato. Nenhuma campanha de marketing faz vender tantas camisolas como o facto de termos um goleador como Jardel. O marketing no futebol não funciona do mesmo modo que em outras áreas. E há pretensos gestores e candidatos a gestores que ainda não entenderam isso. Isso é que é a mística. E a mística não se preserva por decreto assinado num folheto de campanha eleitoral. A mística constrói-se com vitórias. No que diz respeito ao papel dos sócios, acho que S. Franco deve apostar em fazer mais do que até aqui foi feito. Aos sócios deve ser dada importância no modo como eles participam na vida do clube. A este respeito temos que arrepiar caminho porque o que foi feito nos últimos anos foi muito mau. Quanto ao ecletismo, entendo que o clube o deve manter por ser vital para a solidificação da ideia do SPORTING como o melhor clube português e um dos melhores do mundo. Acho que isso deve passar pela dinamização de parcerias com o mundo empresarial. Assim sendo acho que devemos ser cautelosos na introdução de mais modalidades. Mais vale preservar aquelas que já temos (andebol e atletismo, por exemplo) do que estar a introduzir modalidades que daqui por três anos fecham sem ganhar nada e com ordenados em atraso. Também quero que o SPORTING volte a ter outras modalidades. Prefiro que esses passos sejam dados com cautelas de modo a que não se falhe. No que diz respeito às pessoas, devo dizer que a lista de S. Franco é a que engloba aqueles que eu acho os mais capazes para a tarefa que se avizinha. Destaco apenas Miguel Ribeiro Telles e José Eduardo Bettencourt porque são dirigentes em quem deposito esperança na espinhosa missão que é gerir o maior clube português: o nosso SPORTING.
Vou votar em S. Franco. E voto porque entendo que esta é, de todas, a lista que apresenta as melhores ideias, que as sustenta melhor e que indica as pessoas mais capazes de as concretizar. Faço isto em nome do SPORTING. Prolifera por aí uma onda que consiste em fazer crer que quem apoia S. Franco tem um qualquer interesse escondido, ao passo que os apoiantes das outras listas é que são os “sérios” e “abnegados”. Não acredito neste tipo de visões maniqueístas. Sou sócio e accionista da SAD e é o SPORTING que eu defendo e defenderei.
VIVA O SPORTING! SEMPRE!
Friday, April 21, 2006
Agradecimento público pelo elogio
O único homem que já sabe que o processo Apito Dourado não é nada, deve ter perdido o juízo e resolveu elogiar o SPORTING no seu sermão semanal. A pérola merece transcrição:
"(...) tendo desde há vários anos deixado de frequentar Alvalade — que considero o pior ambiente para poder viver um jogo de futebol, com um público doente de facciosismo como em lado algum - era pacífica a decisão de ver o jogo através da televisão."
Obrigado MST. Não é todos os dias que podemos ler coisas tão bonitas sobre o nosso clube.
O único homem que já sabe que o processo Apito Dourado não é nada, deve ter perdido o juízo e resolveu elogiar o SPORTING no seu sermão semanal. A pérola merece transcrição:
"(...) tendo desde há vários anos deixado de frequentar Alvalade — que considero o pior ambiente para poder viver um jogo de futebol, com um público doente de facciosismo como em lado algum - era pacífica a decisão de ver o jogo através da televisão."
Obrigado MST. Não é todos os dias que podemos ler coisas tão bonitas sobre o nosso clube.
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