Tuesday, November 14, 2006

Mantorras no Guiness

Não é por valer 18 milhões de contos (moeda antiga) que o Mantorras vai atrás do seu clube tomar lugar no Guiness ao pé da gaja das unhas mais compridas e dos que foram à maior feijoada de sempre servida na ponte Vasco da Gama.
Mantorras vai para o Guiness porque detém o record do tipo que demorou mais tempo a perceber que lhe tinham chamado preto: 17 dias, mais precisamente.

Se o clube galináceo quer arranjar maneira de picar o Porto por causa do jogo que perderam, tem que arranjar uma estratégia mais engenhosa. Esta não pega. E poupem o desgraçado do Mantorras: é preciso não ter consideração nenhuma pelo rapaz para o mandarem para a frente das câmaras fazer figuras tristes como esta.

Imagine-se a cena:

Veiga: ó prejidente, o que é que habemos de fajer pa tramar o Pinto?
Vieira: Tive uma ideia do caralho, uhm não falha, uhm chama o Mantorras e diz ao gajo para ir dizer, uhm aos jornalistas, uhm que lá no Dragão, uhm lhe chamaram preto, uhm não falha, uhm isto em Espanha até deu castigo, uhm.

Thursday, November 09, 2006

Ponto da situação (tenho andado muito ocupado)

Surpresas na convocatória de Scolari: assunto que não me interessa para nada.

Saída de Carlos Carvalhal para o Beira-Mar e entrada de Peseiro no Braga: depois da falta de nível com que as coisas foram feitas, só mesmo o nome dos intervenientes é que nos faz achar alguma piada ao assunto.

SPORTING - Dínamo de Bucareste, no domingo: 6 golos de diferença dão para recuperar. Vamos acreditar.

Geógia - Portugal: facto desportivo mais relevante do fim-de-semana. É preciso conseguir um bom resultado na primeira mão na Geórgia para depois podermos resolver a ida ao Campeonato do Mundo aqui no Estádio Universitário. Força pessoal.

Tuesday, November 07, 2006

Vitória justa

O SPORTING obteve uma clara vitória contra o Braga, equipa que gosta de se auto-publicitar como candidata a uma data de coisas mas que em campo «queima tempo» depois de estar a perder por três, se calhar para evitar a goleada.
A nossa equipa reagiu bem aos últimos resultados e foi durante todo o jogo a única que mostrou vontade de o vencer.
De destacar a palhaçada que alguns jogadores do Braga armaram, atitude típica de maus jogadores, ainda por cima ressabiados. Ao guarda-redes, por exemplo, só faltou a bola encarnada no nariz.
Quanto à arbitragem nada a destacar, ou seja, o costume: incompetência a torto e a direito e desconhecimento das regras do futebol. Cartões estrategicamente geridos com o SPORTING a sair prejudicado. Nada a que este sr. Henriques não nos tenha já habituado.
Queixam-se de quê?

A conversa é a do costume: proposta financeiramente irrecusável; oportunidade de experimentar outro tipo de campeonatos; passo importante na carreira; etc. Como se treinar uma equipa de futebol fosse uma profissão onde não se assinam contratos e se saltita ao sabor dos interesses da ocasião. Duvido que um clube de nome Ionikos - nem estou para ir ao Google ver o que é - seja desportivamente mais aliciante e pague mais do que o Beira-Mar. Aliás, esse tal de Ionikos deve ser um Beira-Mar lá do sítio; e em Aveiro sempre se fala português.
Inácio não é o primeiro a embarcar numa destas; já outros o fizeram antes com os mesmos expedientes. Que legitimidade de protestar contra as direcções, depois de serem despedidos após duas derrotas seguidas, é que estes treinadores têm? Nenhuma. À sua maneira fazem o mesmo. Venham depois com queixinhas...

Thursday, November 02, 2006

Ganhar em Milão

Claro que é possível. Para já, estou preocupado em ganhar ao Braga. Depois logo se vê.

Monday, October 30, 2006

Emoção até ao fim

Portugal não entrou bem e sofreu um ensaio logo no início. De seguida mostrou grande força de vontade e conseguiu dar a volta ao jogo, perante uma equipa russa superior em peso, altura e experiência internacional. Fortes a defender e com grande sentido de oportunidade a atacar a nossa equipa aguentou a pressão russa dos últimos minutos e obteve uma justa vitória. 26-23 e assim se atingiu a possibilidade de disputar com a Geórgia um play-off de apuramento para o mundial de 2007.
Ainda falta muito até chegarmos ao mundial. Até podemos não conseguir chegar lá. Mas esta equipa demonstra em campo predicados que não são nada comuns em equipas portuguesas, seja de que modalidade for. Merecem o nosso reconhecimento e o nosso apoio. E jogam rugby de bom nível, acreditem.

Friday, October 27, 2006

Queremos ganhar

Estamos na luta e por isso mesmo este jogo contra o Beira-Mar é muito importante. É nestes jogos que os campeonatos se decidem, convem não esquecer.
Força SPORTING.

Tuesday, October 24, 2006

Sabor a derrota

Saí do estádio com a sensação de ter perdido o jogo. Continuamos com os mesmos pontos do Porto mas a vitória traduziria melhor o que se passou em campo.
Os jogadores e a equipa técnica mostraram trabalho; ainda assim a vitória escapou por um triz.
Vamos continuar a acreditar na nossa equipa e a apoiá-la porque eles merecem.

Sunday, October 22, 2006

Lutar pela vitória

Contra o Porto assim como contra qualquer adversário, o nosso objectivo é sempre vencer. Vamos dar tudo por tudo. SPORTING, SPORTING, SPORTING.

Thursday, October 19, 2006

Não desistir

Não adianta vir aqui falar da falta de sorte e da boa exibição com resultado injusto. O que ontem aconteceu não teve nada de novo: uma equipa alemã a conseguir vencer um jogo, terminando-o com menos um jogador e completamente acantonada no seu meio-campo, assistindo ao domínio do adversário. Ganhar assim, seria para outra equipa qualquer uma grande sorte. Para as equipas alemãs não. Aprenderam ao longo dos anos a gerir as dificuldades como ninguém. E conseguem com muita regularidade ganhar a adversários que lhes são superiores. Sorte? Claro que não. Para as equipas alemãs e respectiva selecção, tornou-se uma prática quase científica essa estratégia de conseguir bons resultados no meio de muitas adversidades. Enquanto os outros - e não só os latinos - por um motivo ou por outro começam a meter água e deixam afundar o navio, nos alemães é quando as coisas parecem ir mal que eles dão a volta por cima. Tem a ver com aspectos culturais extra-futebol: os alemães são assim. Em menos de 50 anos, por duas vezes completamente destruídos, por duas vezes se levantaram e cresceram depressa e bem como nenhum outro país até hoje conseguiu fazer. A final do Mundial de 54 ficou para a história. Porque a Hungria jogava bem, porque o torneio estava a ser muito bem disputado, etc. Mas, sobretudo, porque foi o mote dessa espécie de carimbo alemão: vencer sem ser o melhor. Ainda hoje a final de 54 é recordada como sendo provavelmente a maior injustiça da história do futebol. Diz quem viu que era claro como água que a vitória teria que ir para a Hungria. Mas não foi. E aí ficou patente a confirmação daquela história dos "11 para cada lado, durante 90 minutos, e no fim ganha a Alemanha." Ontem foi o SPORTING a provar, como tantos outros já o tinham provado antes. Vale a pena continuar a tentar. Apesar de falhar pouco, às vezes falha. E pode ser que falhe daqui por 15 dias.

Wednesday, October 18, 2006

Em busca de mais três pontos

Hoje temos jogo grande no nosso estádio. A vitória seria um óptimo presente. Vamos à luta.

Monday, October 16, 2006

Valem os três pontos

O jogo não foi brilhante. Paulo Bento jogou a pensar na partida da Liga dos Campeões e a equipa ressentiu-se um pouco. O SPORTING dominou e obteve uma clara vitória, que era o que interessava. Concentração para o Bayern e aí vamos nós.

Saturday, October 14, 2006

Já há campo

Não vamos disputar o jogo contra o Estrela no mesmo sítio onde o Porto o disputou. Mas isso interessa pouco: agora temos que nos concentrar ao máximo no objectivo que é a vitória. O jogo não vai ser fácil; temos que entrar em grande força.

Friday, October 13, 2006

Queixa na UEFA

O que se está a passar com o local de realização do jogo Estrela da Amadora - SPORTING, por ser inadmissível numa competição profissional, merece ser do conhecimento da UEFA. Sabemos que a UEFA não faz nada porque também não tem grande margem de manobra para actuar. No entanto, sempre tomam conhecimento de mais uma irresponsabilidade destes dirigentes do futebol português.
Recapitulemos: se o jogo está marcado para o estádio da Reboleira é porque a vistoria técnica feita na 5ª feira aprovou o campo. Se hoje, 6ª, o campo ainda não está operacional é porque a vistoria aprovou como operacional um campo que nem existia. Sendo assim, têm que ser responsabilizados os (ir)responsáveis que aprovaram o campo fiando-se apenas nas palavras dos dirigentes que garantiam que "a relva vinha a tempo". Aprovaram algo que nem existe. E devem ser responsabilizados judicialmente por isso. Porque isso é crime... de corrupção.
No meio da contenda há um clube - o SPORTING - que, a 48 horas do desafio, ainda não sabe onde o vai disputar; o Estrela da Amadora a esta hora já sabe muito bem em que situação as coisas estão.
Tudo isto pode ser prejudicial ao desempenho desportivo das equipas: preparar um jogo para o Estádio José Gomes, com um relvado acabado de chegar, não é a mesma coisa que o preparar para o Estádio Nacional, por exemplo.
Como tal, o SPORTING tem que exigir esclarecimentos, pelo menos. Temos que perceber o que se passou e temos que conhecer os nomes de todas estas pessoas envolvidas e pagas para desempenharem funções que não são capazes de exercer com eficiência. O lamaçal continua.

Wednesday, October 11, 2006

Coincidência, claro

Para ajudar a compreender o incorrecto tratamento jornalístico dado ao processo Apito Dourado pela maior parte dos meios de comunicação social, sobretudo os de cariz desportivo, vejam neste link quem são algumas das pessoas que desempenham cargos em orgãos do Sindicato dos Jornalistas. Coincidências, claro.
Começar em grande

Vítor Pereira não está numa de deixar os seus créditos por mãos alheias. Começa logo com a sua primeira nomeação para um jogo do SPORTING: o pseudo-árbitro Olegário Benquerença, o tal que nos eliminou da Taça de Portugal na época passada. Muito bem visto pelo nomeador Vítor Pereira; não havia melhor escolha na véspera do SPORTING - Porto.
Para mim Vítor Pereira foi um mau árbitro. Tendencioso e sempre colado aos interesses do Porto e das pessoas ligadas ao Porto enquanto estas mandavam no futebol português. Como Vítor Pereira até sabia alguma coisa de arbitragem, isso deu-lhe sempre a capacidade de poder ser discreto nos disparates que ia cometendo. De facto, Vítor Pereira nunca deu nas vistas como Benquereça ou Bruno Paixão. Mas no essencial era igual a eles: um árbitro que arbitrava consoante o modo como batiam os ventos vindos da Liga. E assim fez carreira. Facilmente, incluindo da parte de alguns sportinguistas, se ouvia aquela conversa do Vítor Pereira como o melhor e essa treta toda. Nunca alinhei nisso. Nunca gostei de Vítor Pereira como árbitro nem da sua atitude sonsa de se armar em reserva moral da arbitragem. Como eu já supeitava, o seu papel na Liga será continuar o mesmo que fizeram os que lá estiveram antes.
E espero que com isto os dirigentes do SPORTING percebam que erraram ao apoiar uma Liga onde pessoas como Valentim Loureiro e Vítor Pereira detêm o poder.
Quanto ao jogo, espero que Paulo Bento comece já a preparar os jogadores para o que aí vem: o jogo contra o Porto vai começar na Amadora (com ou sem relva) e temos que estar muito atentos. Benquerença sabe muito bem ao que vai. E nós temos que o denunciar, alto e bom som.

Tuesday, October 10, 2006

Rui Jorge

Embora com alguns dias de atraso, não posso deixar de referir a entrevista que Rui Jorge deu ao Record no passado domingo. Inteligência, lucidez e frontalidade, características que não abundam nos jogadores de futebol, pontuam um discurso coerente de quem sabe o que diz.
Tenho pena que o SPORTING não tenha aproveitado o Rui Jorge tal como o fez com Paulo Bento e Pedro Barbosa. Pode ser que um dia o possamos voltar a ter no nosso clube, o que seria motivo de orgulho para os sportinguistas.
Da entrevista destaco a resposta final por achar que ela esclarece muito bem o que é que queremos dizer quando afirmamos que o SPORTING foi e é claramente roubado. Isso mesmo, roubado pela corja de gatunos que manda no futebol português e que não há maneira de serem devidamente castigados pelos crimes que cometeram e continuam a cometer.
Record: A partir de quando se tornou alvo a abater?
Rui Jorge: Joguei seis anos no FC Porto, sete no SPORTING e é uma questão de ver quantas vezes fui expulso num lado e noutro. Pergunto: será que mudei tanto a minha atitude e personalidade desde que fui para Alvalade? Eu tenho a certeza de que fui sempre igual.
As pessoas inteligentes percebem o que Rui Jorge quis dizer. Quanto aos outros... pode ser que um dia.

Friday, October 06, 2006

Compreendam o homem!

Começando pelo queixinhas-Couceiro, a teoria do "árbitro-contra-nós" é o tópico central da derrota dos sub-21 perante a Rússia.
Acho injusto: o árbitro mostrou o cartão amarelo "ao tal jogador" logo no primeiro minuto - normal. E aguentou 43 minutos até lhe mostrar o segundo: aí temos que concordar que o sr. Costas Kapitanis até foi simpático. 43 minutos sem mostrar cartão "ao tal jogador" é digno de paciência de santo. Uma medalhita pelo 10 de Junho não é considerado corrupção, pois não? Vá lá, o homem merece.
Não me espanta

Parece que já vai por aí uma grande agitação pela volumosa derrota dos sub-21. Eu não me surpreendo nada; o que me surpreenderia era ver os sub-21, treinados por Couceiro, conseguirem resultados positivos.
Se formos ver bem, este Couceiro, que consegue ser pior do que Agostinho Oliveira, deve estar a treinar uma selecção apenas porque aceita, sem qualquer reticência, tudo o que Scolari diz. O que Scolari deixou bem claro foi a sua vontade de querer pessoas que façam tudo como ele quer, inclusivamente, treinar uma equipa sem ter direito a saber com que jogadores podem contar. Couceiro ganhou um lugar na selecção no dia em que foi a uma televisão defender Scolari das críticas que lhe eram feitas, legítimas ou não, não interessa, e atacar de forma pouco elegante os críticos de Scolari.
Couceiro é um faz-tudo / sabe-tudo do futebol. O que apenas significa que não é capaz de desempenhar com distinçãoo nenhuma das várias actividades profissionais pelas quais tem saltitado. No que me diz respeito, tenho a dizer que Couceiro teve um péssimo desempenho como director desportivo do nosso clube. Se foi mau sindicalista, treinador-adjunto, dirigente é lá com os que o chamam para esses cargos. No SPORTING não deixou saudades. E na selecção, só pelo que esporadicamente vai dizendo, já mostrou o suficiente para me fazer perder a pachorra.
Podem - e devem - reter o que acabo de escrever para depois o invocarem se os sub-21, treinados por Couceiro, conseguirem ganhar alguma coisa. Não retirarei uma única vírgula: entendo que Couceiro é um mau treinador e que é um péssimo exemplo para o futebol português entregar-lhe um cargo como este, havendo por aí tanta gente capaz de o desempenhar melhor e ainda por cima com menos conversa de chacha, modalidade tão em apreço deste multi-disciplinar Couceiro.

Tuesday, October 03, 2006

Bom resultado

Conseguimos vencer o Leiria, equipa com bons jogadores e muitas ajudas douradas, capaz de assim ir longe no campeonato. O jogo não foi fácil, em Alvalade os adversários tapam a baliza com 11 e esperam pela sorte e pelo que vier a mais. Ainda assim o SPORTING teve paciência para conseguir a desejada vitória. Resultado justo.